07 agosto, 2026

Sérgio Lima - Autor de: O REFÚGIO

Sérgio Lima
É um autor guarulhense apaixonado pelas palavras, cuja brincadeira favorita de infância, escrever, tornou-se profissão. Professor de Língua Portuguesa, Inglesa, Literaturas e Produção Textual, leciona na EMEF Dom Pedro I, em São Paulo. Vencedor do Prêmio João Ranali pela Melhor Crônica de 2021, já integrou colunas literárias na Tribuna e diversas antologias da editora Scortecci. Orgulha-se de ter plantado uma árvore e de ser pai do Bruninho, um Yorkshire sapeca de sete meses. Em 2026, lançou Escreviver, sua primeira coletânea com 25 boas historinhas e agora apresenta o seu primeiro romance O Refúgio na Bienal Internacional do Livro.

O Refúgio
No labirinto silencioso das bibliotecas de São Paulo, o jovem estudante Sérgio busca um tema para seu TCC. Entre o cansaço dos prazos e o descaso com a memória nacional, o destino coloca em suas mãos um manuscrito misterioso, esquecido por um idoso enigmático. Sem registro nos catálogos e ignorado pelas buscas virtuais, o velho livreto traz um título rasurado e uma promessa audaciosa: resgatar do esquecimento a história do EPIC — Brazilian Way, um navio militar brasileiro enviado para auxílio dos Aliados na Segunda Guerra Mundial. Ao abrir aquelas páginas amareladas pelo tempo, Sérgio — e você, leitor — é transportado para o epicentro de um drama sufocante: Sam, um jovem soldado de dezoito anos, introspectivo e amante da literatura, é convocado para uma missão no gigante de aço. Em meio à brutalidade do confinamento militar, ao preconceito velado e à iminência da morte, Sam encontra em Dylan — um recruta marcado pela coragem e pela busca por identidade — muito mais do que um companheiro de missão. O refúgio não é apenas um romance sobre os horrores da guerra, as intrigas de bordo ou um trágico naufrágio. É um manifesto sobre a resistência do afeto. Entre o calor das caldeiras e a escuridão do oceano Atlântico, os corpos e as almas desses jovens se alinham para desafiar as regras de um mundo que os rejeita. Sérgio Lima constrói uma narrativa poderosa e magnética, onde o passado e o presente se entrelaçam através da palavra escrita. Um livro emocionante e envolvente sobre a força da literatura, as marcas indeléveis da guerra e a coragem necessária para amar em tempos de ódio.

ENTREVISTA

Olá Sergio. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
O refúgio é uma obra de ficção histórica e resgate que se desenvolve em duas linhas temporais conectadas pelo poder da leitura e da memória. De um lado, acompanhamos Sérgio, um jovem estudante de Letras de vinte anos em Guarulhos que, enquanto enfrenta a pressão do seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), descobre na Biblioteca Mário de Andrade um misterioso livro antigo, de edição única e sem registros na internet, "O refúgio".
Ao abrir essas páginas, a narrativa nos transporta para 1945, acompanhando o destino de Sam e Dylan — dois jovens imigrantes europeus convocados pelo exército brasileiro para embarcar no transatlântico EPIC – BRAZILIAN WAY rumo ao front da Segunda Guerra Mundial. É uma história sobre o peso da guerra, a busca pela identidade, a vulnerabilidade e os laços profundos de afeto que nascem nos cenários mais hostis e gélidos do mundo.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia surgiu do desejo de explorar uma lacuna frequentemente esquecida na nossa história: a participação de jovens soldados brasileiros no maior conflito do século XX. O próprio livro brinca com isso quando o personagem Sérgio nota a escassez de descrições profundas sobre o envolvimento do Brasil na guerra durante suas pesquisas. Quis criar uma narrativa que humanizasse esses "números" da Força Expedicionária Brasileira, misturando o rigor do contexto histórico a dramas humanos universais e íntimos.
A obra se destina a um público amplo: desde os apaixonados por ficção histórica e grandes tramas de época até jovens adultos que se identificam com as crises existenciais, pressões acadêmicas e a busca por aceitação e liberdade que os personagens enfrentam, seja em 1945 ou nos dias de hoje. E, sobretudo, ao público LGBTQIAPN+, muitas vezes marginalizado em nosso mundo que tenta nos enganar ao dizer que não há amor. Há sim, e o livro tenta, em parte, provar isso.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Assim como o personagem Sam do livro, que confessa o sonho genuíno de trilhar seus primeiros passos como escritor, e o próprio Sérgio, que vive imerso no universo das Letras, eu vejo a escrita como um verdadeiro refúgio e uma necessidade vital de expressão.
"O refúgio" representa a concretização de um grande sonho, o marco de colocar no papel uma história que precisava ser contada. Mas, com certeza, é também o primeiro de muitos projetos. O mundo das letras é infinito, e a experiência de dar vida a personagens tão complexos e ver o impacto de suas jornadas no leitor me motiva a continuar explorando novas narrativas, gêneros e conflitos humanos nos próximos livros.

O que te inspira escrever?
A minha maior inspiração vem das miudezas humanas diante de grandes acontecimentos e das conexões invisíveis que o tempo não consegue apagar. Inspira-me o contraste — como o afeto e a sensibilidade podem sobreviver em um ambiente tão bruto e rígido.
Inspira-me também a própria literatura e o ambiente das bibliotecas públicas, que são verdadeiros portais de histórias esquecidas. No livro, o "livro de amor" encontrado por acaso muda os rumos da pesquisa e da imaginação de um estudante; na vida real, são esses pequenos achados, os olhares inocentes que se cruzam e os dilemas morais da nossa sociedade que me movem a sentar diante do papel e criar.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
O leitor é encantado pela riqueza psicológica dos personagens: a delicadeza e a inteligência tática de Sam (capaz de erguer um mastro de 231 kg usando a mente e a memória da infância), a resiliência e a honra de Dylan, e os mistérios que cercam o sombrio terceiro-tenente John Faulks e o icônico quarto 24 no quinto pavimento do navio. É uma leitura visual, sensorial e profundamente emocional que faz o leitor refletir sobre empatia, sobrevivência e o valor da nossa própria liberdade. O que ele tem de especial é justamente essa fusão perfeita: é um livro “de amor” em tempos de guerra; é um livro sobre o Brasil e os imigrantes; é um livro sobre construção de identidade e coragem. Por tudo isso, acho que poderiam dar uma chance ao livro!

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Como escritor dedicado a encontrar o espaço ideal para as minhas histórias, a busca por uma editora de prestígio e com tradição no mercado editorial brasileiro sempre foi uma prioridade. Cheguei até a Scortecci por meio de referências consolidadas no meio literário, conhecendo o seu histórico de acolhimento a novos autores e o profissionalismo na produção e difusão do livro físico.
Em um cenário onde, como o próprio personagem Sam reflete, "homens bons se faz com livros", encontrar uma casa editorial que compartilha desse respeito pela palavra escrita e pela preservação de edições fiéis e bem cuidadas foi o caminho natural para dar vida a "O refúgio".
E um apreço especial ao João Scortecci, que há mais ou menos uns 10 anos, quando publiquei minha primeira Antologia com a editora – “Palavras Abraçadas” – disse para eu sempre continuar escrevendo e que a Scortecci era um lugar seguro para as minhas histórias. Bem, aqui estou...

Obrigado pela sua participação.



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03 agosto, 2026

Alcidéa Miguel - Autora de: HISTÓRIAS QUE OUVI E VIVENCIEI II

Alcidéa Miguel
É escritora, musicista e professora brasileira nascida em Vitória (ES) em 1962. Ela se destaca por sua atuação na literatura afro-brasileira, em projetos de arte-educação e como apresentadora do programa Samba da Hora.
É formada em Artes e Música e Pós-graduada em Arte, Educação e Cultura. 
Membro da Academia de Letras da Grande São Paulo (cadeira 25), Academia de Letras e Artes de Praia Grande (cadeira 16) e Academia Internacional de Literatura Brasileira (membro 0563). 
Atuo como Escritora Afro-brasileira, Cantora, Saxofonista, Violonista, Regente, Compositora: tendo lançado álbuns como Mais que maravilhoso (2016) e EPs recentes como Alcidéa Miguel Canta Jorge Florêncio (2026).
Apresentadora de Rádio e TV, Atriz, Modelo, Contadora de Histórias e Palestrante.
Publiquei 13 livros solo para o público adulto e infantil; e participei de mais de 50 Antologias no Brasil, Argentina, Portugal e Itália. Recebi Prêmios e Homenagens por meus trabalhos e Obras em diversos estados do Brasil.

OBRAS
Ainda há tempo para a esperança. Scortecci Editora, 2012.
– O artista é você. Editora Nova Literarte, 2016.
– Eu também chorei na escola. Editora Giostri, 2000.
– Ser mulher. Scortecci Editora, 2018.
Sampa em contos e crônicas negras. Scortecci Editora, 2019.
Um amor feito tatuagem. Scortecci Editora, 2020.
O Diário dos Meus Crespos Versáteis. Scortecci Editora, 2021
Essa tal diferença. Scortecci Editora, 2021.
- Histórias que ouvi e vivenciei. Scortecci Editora, 2023
- Crespinhos na escola. Scortecci Editora, 2024
- Dáfiny, a nova descoberta. Scortecci Editora, 2024
O Que Há em Mim. Scortecci Editora, 2025

ANTOLOGIAS
– Cadernos Negros 38. Quilombhoje, 2015.
– Cadernos Negros 40. Quilombhoje, 2017.
– Tempo insólito: antologia de poesias, contos e crônicas. Scortecci Editora, 2018.
 Meu contato Instagran: @alcideamiguel

Histórias que ouvi e vivenciei II

O volume II de Histórias que ouvi e vivenciei, de Alcidéa Miguel, apresenta vinte e uma narrativas escritas em épocas distintas, com variadas temáticas: cotidiano, animais, amor, pessoas em situação de rua, vida profissional, saúde, família, esporte, persistência, fé, coragem, discriminação racial... São temas comuns, mas não banais, que convidam o leitor a pensar nas nuances da vida, capacitando-o a encarar o amanhã. Os contos e crônicas deste livro são fruto de longas e curtas conversas em esquinas, consultórios, trabalho, abraços, que a autora costurou com fios de ficção, para a verdade brilhar e, assim, contar a história de todos nós. Alcidéa nos envolve em emoção e suspense, proporcionando encorajamento, esperança, reflexão, identificação e superação, certa de que, ao longo das páginas, o leitor encontrará em uma ou mais das narrativas sua própria história.

ENTREVISTA

Olá Alcidéa. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
A obra apresenta vinte e uma narrativas escritas em épocas distintas, com variadas temáticas: cotidiano, animais, amor, pessoas em situação de rua, vida profissional, família, esporte, saúde, persistência, fé, coragem, discriminação racial, superação...
Que convidam o leitor a se envolver nas nuances da vida o capacitando a encarar o amanhã.
As histórias deste livro são frutos de longas e curtas conversas em esquinas, consultórios, trabalho, abraços, costurados com fios de ficção, para a verdade brilhar e assim, contar a história de todos nós.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Eu já havia escrito o primeiro volume da obra, por sinal, muito bem aceito pelos leitores - disponível na Editora Scortecci; mas, ao concluir essa etapa, percebi que a história ainda tinha muito a dizer. Surgiu, então, a necessidade de escrever o segundo volume, não apenas como uma continuação, mas como uma forma de aprofundar personagens, desenvolver temas que permaneceram em aberto e oferecer ao leitor uma experiência mais completa. O segundo livro nasceu de maneira natural, como um desdobramento inevitável da narrativa iniciada no primeiro.
Cada história aqui contada teve o seu término – mas não encerrou. Permanece como uma interrogação que aceita perguntas, conselhos, direções, respostas sendo algumas definitivas, outras não; talvez porque alguns personagens vieram de conversas ouvidas por inteiro, outras conversas pela metade, pelo silêncio, por um gesto, por uma música...
Algumas histórias entraram discretamente, de mansinho como tomando um cafezinho, à espera de um metrô, outras vieram pelo tempo de convivência.
Escrevê-las foi um exercício de escuta, meu perfil característico que todos logo percebem e iniciam o diálogo.
Ouvir sobre as pessoas me moldam para o presente e para o futuro. Me transportam ao passado, e a minha experiência traduzida para a escrita me ajuda a alcançar o mundo.
Histórias que ouvi e vivenciei II destina-se à partir da juventude.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sinto-me realizada em concluir a minha 16ª obra literária solo e por participar de mais de sessenta antologias no Brasil, Malta, Argentina, Itália, Portugal e Alemanha; dentre elas Cadernos Negros. Minha escrita transita entre poesia, contos, crônicas e romance, para o leitor infantil e adulto, sempre marcada pela força da escrita afrobrasileira. Membro de importantes instituições literárias, como a Academia de Letras da Grande São Paulo (cadeira 25), Academia Internacional de Literatura Brasileira (0563), Academia de Letras e Artes de Praia Grande (cadeira 16) e Casa do Poeta Brasileiro de Praia Grande. Coleciono prêmios e reconhecimentos na trajetória artística como Escritora, Musicista, Atriz, Cantora, Palestrante, Locutora e Contadora de Histórias.
Meus trabalhos estão disponíveis em plataformas digitais e redes sociais. Instagram: @alcideamiguel
Trata-se de um projeto no mundo das letras voltado a alcançar o mundo e especialmente o ambiente escolar, levando a literatura como uma ferramenta viva de diálogo e igualdade social - tendo a música e as palestras como estratégias para conectar, sensibilizar e transformar.

O que te inspira escrever?
As pessoas me inspiram a escrever, porque em cada olhar, silêncio ou gesto existe uma história para ganhar voz, e o meu ouvido pronto para ouvir. Contradições, dores invisíveis ou visíveis, beleza e simplicidade do cotidiano. Amo me conectar com a humanidade dando vida às palavras, sendo uma das formas de tentar compreender a alma humana. “Toda história só se conclui quando encontra quem a escuta” (Alcidéa Miguel).

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Sim, o livro merece ser lido. A especialidade desta obra é tocar a alma do leitor através de uma paleta de sentimentos – onde a empatia se destaca como a chave para compreender o mundo do outro. Histórias que abrangem todos os assuntos, inclusive na pág 45 eu o ilustrei com um desenho feito por mim sobre a história de amor "Além das cortinas". Enfim todas as histórias são brilhantes e reflexivas. O prefaciador é um grande exemplo de empresário e escritor Milton Bigucci, que também nos trouxe grande riqueza engrandecendo este trabalho.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Através de uma amiga - diretora da Faculdade onde eu lecionava: Profa. Hilda.
Iniciei minhas publicações pela Scortecci Editora no ano de 2012 e continuo até hoje.
Publicações mais recentes: “O que há em mim” (Poesias) “Crespinhos na escola" (Infantil)

Obrigada pela sua participação.
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01 agosto, 2026

Antonieta Costa Araújo - Autora de: CAPPY, A CAPIVARA DO BREJO ALEGRE

Antonieta Costa Araújo
Nasceu em Três Lagoas, MS, em 1936. Filha de Maria do Carmo Gonçalves Preza Costa e Sabino José da Costa. Sua infância foi tranquila e feliz no seio de sua família, cursando suas aulas com regularidade até completar o Curso Superior em Letras na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Lecionou na Escola E. “2 de julho”, hoje Escola E. Afonso Pena onde se aposentou após trinta anos de magistério. Possui oito livros publicados, o mais recente, As Aventuras de Tuiuiú Tuta, publicado pelo Grupo Editorial Scortecci.

Ilustrações: Paloma Dalbon
O Brejo Alegre foi o lugar mágico escolhido por dona Cappy para ter suas filhas: Catita, Pitica, Vanusa e Raína. Juntamente com os amigos queridos, a professora dona Coruja e o guarda Leo, elas são criadas em um ambiente de beleza e harmonia até que cada uma siga seu próprio caminho, como profetizado pela sábia professora.




ENTREVISTA

Olá Sra Antonieta. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Sra. Antonieta, gostaria de saber como e quando que começou a sua vontade de escrever e publicar os seus livros?
Quando eu ganhei uma coleção de livrinhos infantis de Monteiro Lobato de meu pai que também era um grande leitor e a partir desse momento me apaixonei pelos livros e passei a viver rodeada deles.

Aos 90 anos a senhora acaba de publicar o seu mais recente livro para o público infanto juvenil, “Cappy, a capivara do Brejo Alegre”. Como é continuar escrevendo e publicando os seus livros até os dias de hoje?
É como se eu estivesse contando histórias para os pequenos leitores de uma biblioteca e me divertindo muito.

Nesse seu último livro, a fauna e flora brasileira estão um tanto quanto presentes na obra. Por que escolher este tema para um livro para infâncias?
Porque costumo visitar a maior lagoa de minha cidade (Três Lagoas/MS), onde existem uma fauna e flora que me lembram o lindo Pantanal do meu estado de MS. Além do mais, meu desejo é revelar o encantamento com a nossa biodiversidade, como também lançar aos pequenos, a semente da conservação da nossa maravilhosa natureza.

Pode falar um pouco mais sobre o livro “Cappy, a capivara do Brejo Alegre”?
Surgiu esta ideia quando houve um concurso para o melhor apelido para a capivara mais bonita de uma lagoa. Assim, dei continuidade nos meus escritos sobre a capivara Cappy.

Deseja continuar escrevendo mais livros para o público infantil?
Sim, mas também para leitores juvenis e poesias para adultos.

Deixe uma mensagem para os pequenos e jovens leitores.
Eu sempre fui frequentadora de boa leitura e principalmente de livros bem escolhidos em livrarias que são meu passeio preferido.

Obrigada pela sua participação.
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27 julho, 2026

Ivone Duarte - Autora de: CONTANDO SONHOS DE CRIANÇAS

Ivone Duarte
Quando jovem, sonhou alfabetizar crianças. Então, ela ingressou no Magistério e realizou
este sonho.
Depois, madura, sonhou em ajudar as pessoas na luta por seus direitos. Graduou-se em Direito na UERJ, e pôde conquistar este sonho.
Hoje, é Procuradora Aposentada da Procuradoria Geral do Município do Rio de Janeiro, cidade que ama, e sonha em ter seu livro apreciado com carinho por seus leitores.

Contando Sonhos de Crianças
Ilustrações: Isabella Karine, André Motta Cruz e Rafael Motta Cruz
Diante da vida, as crianças têm lindos sonhos, e, nas suas histórias, sonham também os animais e os brinquedos. Vamos ler seus sonhos neste livro? Esta é a primeira publicação de alguns de seus contos e poemas dedicados às crianças. Contando sonhos de crianças, a autora espera emocionar os jovens leitores.


ENTREVISTA

Olá Ivone.

Do que trata o seu Livro?
Neste livro falo de sonhos de crianças.
Para este livro, compilei apenas dois contos e dois poemas sobre esse tema, dos que que inventava, escrevia e lia para meus filhos quando eram pequenos.
Guardei esses cadernos, e, como disse na sinopse: crianças têm lindos sonhos e nas suas histórias sonham também os animais e os brinquedos.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia vem de longa data. Eu fui professora de alfabetização e sempre lia para meus alunos e os incentivava a desenhar o trecho que mais gostavam.
Essas histórias e poesias, ficaram guardadas, durante muitos anos, nos cadernos em que costumava usar para escrevê-las e que minha filha pequena gostava de ilustrar com seus desenhos infantis.
Com esta primeira publicação, procuro alcançar o público infantil, acendendo nele o desejo de ler e de também escrever seus sonhos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Este é o meu terceiro livro publicado, que, ao contrário dos dois anteriores, que falavam sobre a Vida e o Tempo por meio de Poemas, este é o primeiro dirigido a crianças pequenas, mas que também pode ser apreciado, com certeza, por leitores de todas as idades.
Pretendo publicar outros livros com todo o material que tenho guardado há muitos anos. Tanto para crianças, quanto para adultos.
O que espero, com esta e novas publicações, é tocar o coração dos leitores, além de deixar um legado para meus filhos, netos e futura descendência.

O que te inspira escrever?
A vida do escritor no Brasil está muito pouco valorizada, é o que penso. Houve um tempo de escuridão no país, que deixou um vácuo naquela tradição de leitura dentro das famílias e, parece, que a formação de novos leitores ficou muito aquém da que se pode desejar. Atualmente, percebe-se que crianças e adultos preferem usar seu tempo com joguinhos eletrônicos. Espero que com eventos como esse de Bienais Literárias ocorram sempre com maior força e evidência para enfrentar essa situação. Parabéns à Editora Scortecci por ser uma das que estão sempre atentas a dar oportunidades a novos autores.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Se meu livro merece ser lido? Bem, creio que sim. Minhas histórias infantis encantaram meus filhos, os fizeram pensar, refletir e aumentar o amor deles pela literatura até hoje, assim como aconteceu aos filhos deles.
É também esse o meu desejo para os pequenos leitores de “Contando Sonhos de Crianças”: leiam, crianças, leiam muito todos os dias e também escrevam seus sonhos e projetos, para quando crescerem, possam ser leitores das grandes obras de escritores da Literatura Universal, como por exemplo o “Fausto” de Goethe ou “A Divina Comédia” de Dante Aleghieri.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
A Scortecci é minha editora desde o primeiro livro que publiquei e foi lançado na 27ª Bienal de São Paulo. Eu a encontrei através da divulgação daquele evento e logo me interessei em fazer publicar o livro de poemas “Cerimônia”. E durante as tratativas para tanto, encontrei pessoas gentis sensíveis na Editora, que me ajudaram muito a entender o passo a passo percorrido para a publicação esmerada de um livro, aos quais agradeço muitíssimo.

Obrigada pela sua participação.


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23 julho, 2026

Regina Sormani - Autora de: O ARCANJO E O DRAGÃO

É pedagoga formada pela Universidade do Sagrado Coração de Bauru. Especializou-se em Transtornos do Comportamento Escolar e Deficiência Mental, pelas Faculdades Associadas do Ipiranga em São Paulo.
Coordenou a AEILIJ, Associação dos Escritores e Ilustradores do Estado de São Paulo, de 2007 a 2011.
Autora de dezenas de livros infantis e juvenis, publica, agora, pela Scortecci Editora, seu segundo livro para o público adulto: O Arcanjo e o Dragão.

O Arcanjo e o Dragão
O ARCANJO E O DRAGÃO é um romance policial contemporâneo, com capa e ilustrações do Gilberto Marchi. Na trama, ambientada em grande parte na cidade de São Paulo, há o desenrolar, do princípio ao fim, da luta do Bem contra o Mal. Personagem marcante, o delegado Uriel, trava incessantes batalhas contra a quadrilha dos Chongs, sempre apoiado pelos Parceiros de Hades. Outros importantes colaboradores e seguidores do Arcanjo: Nicolas, a condessa Ana Tupinambá, Noêmia Kupfer, o Camaleão, o Smart, promotores e outros agentes da lei.



ENTREVISTA

Olá Regina.

Do que trata o seu Livro?
O Arcanjo e o Dragão é um romance policial que, do princípio ao fim, relata a luta do Bem, representada pelo delegado Uriel Felício, o Arcanjo, contra o Mal, ou seja, a perigosa quadrilha dos Chongs.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Acredito que pelo gosto de ler e reler romances policiais que tenham enredos movimentados e interessantes. Indicado para público adulto e também juvenil.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Mais um entre vários sonhos que estou conseguindo realizar. Tenho vários livros infantis e este pode ser lido e apreciado por leitores jovens e adultos.

O que te inspira escrever?
Escrevo desde a infância. Tínhamos uma livraria e uma tipografia em Agudos, onde nasci. Eu lia todos os livros que chegavam e prestava atenção nas notícias que meu pai e irmãos imprimiam no jornal. Penso que ter vivido em meio a pessoas que amavam escrever, foi determinante para que eu me tornasse escritora.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Acredito que sim, que meu livro mereça ser lido. O enredo é bastante movimentado e o leitor vai se sentir, página por página, motivado a ir até o final da história.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Participei da antologia "Além do Tempo", da Scortecci, que foi lançada na Bienal do Livro de 2024. Em 2025, enviei e publiquei pela editora, "Uma História de Vampiro". "O Arcanjo e o Dragão" veio na sequência.

Obrigada pela sua porticipação.
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16 julho, 2026

Alice Ferranti - Autora de: POETIZANDO NO DIVÃ 2

Alice Ferranti
É terapeuta sistêmica, com ênfase em constelação familiar e codependência. Escritora, graduada em Teologia, Pedagogia e Psicanálise.
Paulistana, aposentada da função pública, dedica-se atualmente a incentivar pessoas a expandirem sua consciência e a melhorarem suas vidas por meio da terapia em grupo.
Sua abordagem é a educação sistêmica, considerando o ser humano em sua totalidade. Acredita que o todo é mais do que a simples soma das partes e que o autoconhecimento e o crescimento são possíveis quando os desafios são abordados de forma integral. Adepta de socializar as pessoas com conciliação sem julgamentos e com diálogo ao tema de não violência, Fundou o Método – Só por Hoje eu FOCO em mim! 
PROCORAGES (Projeto Coragem Sistêmica) – RCCA (Conhecendo & Aprendendo – Projeto Roda de Conversa) e ainda a Agenda: Abundância Diária e Poetizando no Divã como apoio.
É membro da Casa do Poeta Brasileiro de Praia Grande– SP e da ANLPPB – Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro.

Poetizando no Divã 2
É um convite a atravessar a própria história com coragem, sensibilidade e verdade. Uma continuidade que nasce da alma… e se estende em palavras que curam. Entre prosa e poesia, os textos se entrelaçam como fios terapêuticos, costurando sentimentos, vivências e caminhos de autoconhecimento.






ENTREVISTA

Olá Alice. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
O livro Poetizando no Divã 2 é um convite a atravessa a própria história com coragem, sensibilidade e verdade. Uma continuidade que nasce da alma e se estende em palavras que curam. Entre prosa e poesia, os textos se entrelaçam como fios terapêuticos, costurando sentimentos, vivência e caminhos de autoconhecimento.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia de escreve este livro foi brotando aos poucos, assistindo os poetas declamarem seus poemas na Casa do Poeta Brasileiro de Praia Grande/SP. Assim nasceu o primeiro volume; gostei tanto que agora estou lançando o volume 2.
Meu público-alvo abrange leitores de todas as idades, com foco especial em pessoas interessadas no tema terapêutico.
Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Meu nome é Alice Ferranti, terapeuta sistêmica, com ênfase em constelação sistêmica familiar e codependência. Escritora, graduada em Teologia, Pedagogia e Psicanálise. Paulistana, aposentada da função pública, dedico-me atualmente a incentivar pessoas a expandirem sua consciência e a melhorarem suas vidas por meio da terapia em grupo.
Minha abordagem é a educação sistêmica, considerando o ser humano em sua totalidade. Acredito que o todo é mais do que a simples soma das partes e que o autoconhecimento e o crescimento são possíveis quando os desafios são abordados de forma integral. Adepta de socializar as pessoas com conciliação sem julgamentos e com diálogo ao tema de não violência.
Fundadora do Método – Só por Hoje eu FOCO em mim! – PROCORAGES (Projeto Coragem Sistêmica) – RCCA (Conhecendo & Aprendendo – Projeto Roda de Conversa) e ainda a Agenda: Abundância Diária e Poetizando no Divã como apoio.
Sou membro da Casa do Poeta Brasileiro de Praia Grande – SP e da ANLPPB – Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro.
Este é meu quinto livro publicado, e vê-lo pronto será a realização de mais um sonho.

O que te inspira escrever?
Vejo que, no Brasil, poucas pessoas se interessam por livros. Por mais que existam incentivos já idealizados em todo o país, creio que ainda é preciso maior engajamento nos temas oferecidos. Minha inspiração vem do desejo de, um dia, realizar o sonho de ver os brasileiros interessarem-se e valorizarem a educação.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Penso que seja um olhar mais atento para dentro de si mesmo. Você tem olhado para você hoje? Acolha seus sentimentos, respeite seu tempo, escolha-se sempre. Uma escrita que transforma, acolhe e cura. Então eu te pergunto. Você tem olhado para você hoje? Ás vezes o que precisamos é de um momento de pausa para nos reencontrar.
Você importa!
Você merece!
Você pode!
Escrever para mim também é se curar e se escutar. Ler este livro vai te dar o aconchego da pausa que você necessita e merece no seu dia a dia.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Fiquei sabendo da Editora Scortecci já um tempo, quando passeava por uma feira literária e me interessei pelo livro da escritora Acideia Miguel, numa conversa com ela, disse que tinha interesse em ser escritora também; então ela me passou o contato da editora. Agradeço imensamente esta indicação.

Obrigada pela sua participação.
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