Marcos da Cunha Ribeiro
Perfil revisado depois de vários anos e às vésperas de me tronar um jovem sexagenário.
Engenheiro e Economista como profissão, Musico por paixão, estudante diletante por predileção.
Marketing Industrial uma especialização latu senso, filosofia um aprendiz, religião um perseverante, base maior é que permanecem a Fé, A Esperança e o Amor porém o maior destes é o Amor.
Executivo de empresas até 2014 e agora já no caminho para uma carreira complementar. Montei meu próprio Triple bottom line, ou o meu tripé sustentabilidade: Consultoria empresarial, membro de conselhos de administração ou consultivos sempre aperfeiçoando a compreensão do outro pelo exercício de career/executive coaching/menthoring que tanto realiza quanto faz bem ao coração.
Família e amigos tem sempre um lugar separado e importante ainda que o que vale é a intensidade dos momentos que trazem a qualidade do convívio pois por enquanto no tempo alocado infelizmente não traduz a prioridade que têm e merecem!
Os autores:
Estela Schreiner, Idilio Santana Jr., Lawrence Chung Koo, Marcos Augusto Vasconcellos, Marcos da Cunha Ribeiro, Mariluci Durante, Paulo Calegare Junior, Rogério Parente, Ugo Franco Barbieri, Valdenice Sanchez.
Sociedade que nós queremos - Provocações Para a Transformação Digital Humanizada
Se, na modernidade clássica, a vida social se fragmentou, na contem-poraneidade, esse processo é acelerado, multiplicado e intensificado pela transformação digital. O que era uma tendência estrutural — a diferenciação entre os universos da ciência, da economia, da arte, da religião, da técnica — torna-se, com a internet e principalmente com as redes sociais, um contexto dinâmico, cotidiano e público, com interesses específicos, regras internas, padrões de linguagem compartilhados, preferências reforçadas mutuamente, identidades construídas em nichos, bolhas perceptivas e ecossistemas simbólicos que não se comunicam entre si. Pela proposta deste livro, o leitor pode ler os capítulos em qualquer ordem que seja de seu interesse ou necessidade. Visto que há uma dispersão e multiplicidade de interesses, a construção do próprio framework para lidar com o desafio de construir a sociedade que queremos é um processo autoral. A tecnologia, afinal, nunca foi um fim em si mesma — é sempre um meio, uma forma de política materializada. O desenho da tecnologia importa — e, mais do que isso, precisa ser disputado coletivamente. Uma das camadas dessa complexidade é demográfica. A população que envelhece não precisa ser afastada das novas tecnologias — precisa apenas aprender. Façamos isso!
ENTREVISTA
Olá Marcos. É um prazer contar com sua participação na Revista do Livro da Scortecci.
Do que trata o seu Livro?Uma visão de presente e futuro da Sociedade com as provocações da tecnologia para Transformação digital mais humanizada, pensando Brasil 2030/40 e inspirado no livro japonês da Sociedade 5.0Sugiro pegar contra capa e introdução no livro.Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?Existe um grupo no CRA chamado GEAPE Tech com foco em gestão de pessoas na área de tecnologia da informação. Um sub grupo foi formado exatamente com o nome Sociedade 5.0. Neste tem um grupo mais ativo que resolveu escrever o livro que tem 10 coautores. Eu sou um deles. São 10 capítulos que interagem dentro do tema principal.Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?Na verdade já escrevi para revistas: Abigraf e Marketing Industrial. Tenho um blog chamado Notas Livres. Já editei um livro de minha mãe. Trabalhei muitos anos em gráfica e gráfica editora. Livros sempre me fascinam. Estou organizando um livro póstumo de meu pai e já tenho ideia de ter meu livro individual nos próximos 2 a 3 anos.O que te inspira escrever?Notas Livres é justamente o blog que abri para escrever de todos os temas que gosto: gestão, marketing, filosofia, teologia, conjuntura, etc.O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?O livro é atualíssimo. Em tempos de discussão sobre o impactos da tecnologia da informação nas organizações, nas pessoas das organizações, Inteligência Artificial e tudo que hoje alguns identificam como risco para boa parte dos empregados PJ ou CLT.Focamos, em especial, nos administradores de empresa ou executivos ligados a gestão e em especial os da Tecnologia de informação, abrangendo todos os níveis, desde recém formados até executivos seniores.Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?Trabalhei em gráfica e gráfica editora. Logo João Scortecci é meu amigo há mais de 40 anos. Já atuei na Abigraf, Associação de Editores e mesmo SNEL, portanto fui companheiro do Scortecci todos estes anos. Hoje sou do Conselho da Editora Mundo Cristão, também já há quase 10 anos. O livro de minha mãe editei com Scortecci há alguns anos e já está na 2a impressão. Como executivo da Moore e depois RR Donnelley Moore fomos pioneiros na impressão digital para pequenas tiragens ainda na década de 90, seja com deposição iônica ou Laser. Fui VP da Abraform e Diretor da Abigraf SP e Brasil.
Obrigado pela sua participação.











