03 maio, 2026

Su Canfora - Organizadora de: RAJADA DE TROVAS

Su Canfora

Nome literário de Sueli Maria Ferreira Canfora.
É apaixonada pela natureza onde vê a Mão do Criador, por animais, por crianças, por viagens e por histórias. Professora, contadora de histórias, escritora, poeta, compositora, artesã, radialista. Esposa, mãe e sogra. Paulistana residindo em Mogi das Cruzes (SP) há mais de trinta e cinco anos. Formada em Letras e pós-graduada em Literatura Infantil e Contação de Histórias. Fez diversos cursos e oficinas de contação de histórias; de teatro; teatro de sombras e de fantoches. Ministra oficinas de contação de histórias e de artesanato.

Rajada de Trovas

SOBRE A TROVA E A UNIÃO BRASILEIRA DE TROVADORES (UBT) - Trova é uma composição poética, sem título, com apenas uma estrofe com quatro versos heptassílabos (sete sílabas métricas ou sílabas poéticas em cada verso), com sentido completo. É o menor poema da língua portuguesa e deve obedecer a características rígidas. As rimas devem ser perfeitas, seguindo a estrutura ABAB, usada pela UBT. Pode também apresentar outra disposição, com o segundo verso se ligando ao quarto, conforme a estrutura ABCB. A composição poética possui conceituação própria e diferencia-se da quadra, da poesia de cordel, da trova gauchesca, do repente e do poema musicado da Idade Média. A trova é uma criação poética milenar e foi escrita por Camões, Fernando Pessoa, Dom Pedro II, Dom Diniz, entre outros. Atualmente, a trova é o único gênero literário exclusivo do Português. Fernando Pessoa considera que “a trova é o vaso de flores que o povo põe à janela de sua alma”. Waldir Neves afirma: “A trova é a arte de acomodar o infinito nos limites de um grão de areia”. O escritor Jorge Amado dizia: “Não pode haver criação literária mais popular, que fale mais diretamente ao coração do povo do que a trova. É através dela que o povo toma contato com a poesia e sente sua força. Por isso mesmo, a trova e o trovador são imortais”.

ENTREVISTA

Olá Sueli.

Do que trata o seu Livro?
"Rajada de trovas” é uma coletânea com quase quatrocentas trovas, falando sobre assuntos diversos. Carregadas de leveza, beleza, encantamento e reflexão. Escritas com dedicação, carinho e delicadeza, vindas do coração de vinte e um poetas trovadores.
Trova é uma composição poética, sem título, com apenas uma estrofe com quatro versos com sete sílabas métricas, ou sílabas poéticas cada verso. Deve ter sentido completo. As rimas devem ser perfeitas, rimando o primeiro verso com o terceiro e o segundo verso com o quarto (ABAB), pode também apresentar outra disposição, rimando o segundo verso com o quarto(ABCB).
A trova é a menor composição poética da Língua Portuguesa.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Fui convidada pelo Presidente Estadual da UBT(União Brasileira de Trovadores) do estado de São Paulo, Luiz Antônio Cardoso, para fundar e ser delegada da UBT em Mogi das Cruzes. Aceitei o desafio e formei um grupo com escritores e pessoas interessadas a aprender a arte da trova. Para incentivá-los a escrever, propus o desafio de uma palavra tema por semana, como objetivo, de quem sabe um dia, produzir uma antologia. Os novos poetas trovadores levaram tão a sério meu objetivo, que o sonho se concretizou bem mais cedo que pudéssemos imaginar.
A obra é destinada a todas as pessoas apaixonadas por livros e por poemas.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sou uma improvável que se fez vencer, alguém que fez do limão uma bela e forte história de superação. Tenho seis livros publicados de contos e Crônicas, poemas e infantojuvenil. Participação em mais de cinquenta antologias com contos, crônicas, poemas, fábulas, textos reflexivos e histórias infantis, entre elas, antologias bilíngues lançadas no exterior. Essa é a primeira antologia que coordeno, espero que venham outras mais. Sou esposa, mãe e sogra. Formada em Letras e pós-graduada em Literatura Infantil e Contação de Histórias. Professora, escritora, poeta, compositora, trovadora, contadora de histórias e artesã. Membro das academias ALCA/AFPESP-SP; AMBA- Minas Gerais e AMHAL-Mogi das Cruzes. Delegada da UBT Mogi das Cruzes. Membro dos grupos LITERARTE; Associado Escritor AFPESP; Café e Arte em Movimento - Sorocaba; Ponto & vírgula - Ribeirão Preto. Classificada e premiada em concursos literários, como o Sétimo Prêmio Scortecci de Poesia 2025. Em Mogi das Cruzes fui honrada com o título de Cidadã Mogiana. Participo com minhas obras e ou contando histórias em feiras e bienais em São Paulo e em outros estados. Ministro oficinas de contação de histórias, artesanato e trovas. Participo do Projeto Contação de História com Audiodescrição e Libras do escritor Laé de Souza.

O que te inspira escrever?
Tudo ao redor é inspiração: natureza, animais, crianças brincando, uma conversa alheia, um bate papo com a família ou amigos, uma mulher grávida, um lindo por do sol, a fúria da tempestade, um fato corriqueiro, um sonho dormindo ou acordado, o murmúrio do mar. Enfim, a inspiração está em tudo que vejo, toco, ouço, provo, sinto e vivo. A vida é a inspiração.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
O livro merece ser lindo porque a trova é simplesmente fascinante, dizer tanto, tão profundamente em tão pequena composição é no mínimo intrigante e extraordinário. Além do mais, o livro está carregado de sensibilidade, beleza e leveza.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Fiquei sabendo da Scortecci através de uma escritora já consagrada. Usei o livro dela em meu TCC de pós-graduação. Em uma feliz coincidência me deparei com ela nas redes sociais. Eu estava com a história para meu primeiro livro, mas não sabia para onde ir e como fazer para publicá-lo, ao pedir orientação, ela me indicou a Scortecci.

Obrigada pela sua participação.
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Maria Beatriz Del Peloso Ramos - Autora de: VOLTAS DA MEMÓRIA

Maria Beatriz Del Peloso Ramos
Carioca, professora de Literatura Brasileira, prefaciadora. Pós-graduação pela UFRJ e mestrado pela UFF. Membro da Sociedade Brasileira de Poetas Aldravianistas, desde sua fundação, com treze Antologias poéticas publicadas. Membro correspondente da ALACIB, Mariana, MG. Livros solo de Aldravias: “Aldraviares” e “Alinhavos”. Livros solo de contos: “Os simples contados”; “Os antigos contados”; “Além das águas”; “Voltas da memória.” Premiações e publicações em sucessivas edições do Prêmio Off Flip de Literatura, Paraty, RJ., nas categorias Contos e Crônica.

Voltas da memória
As crônicas e contos reunidos em Voltas da memória são parte do acervo de textos premiados, em diversas edições do Prêmio Selo Off Flip de Literatura, Paraty (RJ), já publicados em coletâneas pelo Selo Off Flip Editora.
Comoção paulistana: contemplado com o 1º lugar na antologia 50+ Tempo de escrever (2025).
Tantos dezembros: contemplado com o 1º lugar na antologia Contos, crônicas e poemas de Natal, v. II (2025).
O povo do Calunga: contemplado como Destaque na antologia Nós 4 — Textos de autoria feminina (2026).
Seis mortalhas: contemplado com o 2º lugar pelo Prêmio Off Flip de Literatura (2026).
Coqueiro vivo: contemplado como Destaque na antologia Na Rede — Narrativas infantojuvenis (2024).
Tributo à Ana: contemplado como Destaque na antologia Tchê! (2025).
Gotas de memória: publicado como texto epistolar na antologia Cartas para o futuro (2022).
Prece: contemplado como Destaque na antologia Terra (2025).
Ventaneira: contemplado como Destaque pelo Prêmio Off Flip de Literatura (2025).
Escombros: contemplado como Destaque pelo Prêmio Off Flip de Literatura (2025).
Efemeridade: contemplado como Destaque pelo Prêmio Off Flip de Literatura (2026).
Natureza-morta: selecionado como finalista pelo Prêmio Off Flip de Literatura, categoria Crônicas (2022).
Lembrança felina: contemplado como Destaque na antologia Boleiros (2026).
Um quando nenhum: contemplado como Destaque na antologia Guerra e Paz (2026).

ENTREVISTA

Olá Maria Beatriz.  É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
O tema do livro é a memória que perpassa por várias personagens ficcionais. São lembranças que evocam alguns poetas e escritores brasileiros, permitindo certa intertextualidade literária. É a memória alçada ao patamar de protagonista, em todos os contos e crônicas.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia surgiu através da percepção de que vários textos meus premiados pelo Prêmio Off Flip de Literatura versavam sobre o mesmo tema: a memória.
Tal unidade temática permitiu reunir todos os contos em um livro, cujo público alvo é o leitor de boa vontade e interessado em Literatura Brasileira.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sou professora de Literatura Brasileira e escrevo contos, há muito tempo. Sou membro fundador da Sociedade dos poetas Aldravianistas, poetas que fazem Aldravias (poema minimalista com seis palavras-verso) Tenho como projeto futuro um livro de Relatos intitulado “Os passos contados”, em andamento.

O que te inspira escrever?
O que me inspira escrever é a perplexidade com os fatos do dia a dia, quando o olhar apura algum detalhe significativo.
As palavras são, também, muito inspiradoras! Quando uma palavra quer ser escrita, ela se impõe até ser núcleo de um pensamento.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Meu livro merece ser lido por dois motivos principais:
1º- Todos os contos e crônicas passaram pela curadoria dos jurados do Prêmio OffFlip.
2º - “Voltas da memória” foi chancelado com o valioso prefácio da ilustre poeta, escritora, ensaísta, Mariana Ianelli, a quem agradeço calorosamente.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Cheguei através de publicações de livros de autores amigos, que indicaram a Scortecci Editora, cujo trabalho é realizado com muita competência e profissionalismo.
No ensejo, expresso meu agradecimento à equipe de profissionais que trabalhou para que meu livro acontecesse.

Obrigada pela sua participação.


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29 abril, 2026

Zuleika dos Reis - Autora de: AZUL & PEDRA

Zuleika dos Reis
Paulistana, professora aposentada, estreia na literatura com Poemas de azul e pedra (1984).
Em 1989, publica Espelhos em fuga pela Editora Objetiva; em 2008, Flores do outono pela Editora Arte Paubrasil; pela Editora Scortecci Sonetos no outono de 2018, nesse mesmo ano; em 2022, Nos campos minados alguma canção; em 2023, Cela de Estar e Todos os bichos são iguais; em 2024, Hidra Inofensiva para Heroísmo Nenhum e Tempos Modernos. Ainda em 2024, Haicais entre quatro paredes pela Telucazu Edições. Sua poesia é apresentada por Nelly Novaes Coelho no Dicionário Crítico de Escritoras Brasileiras (2002), pelo selo Escrituras.

Azul & Pedra
PEQUENA PALAVRA
Em 1984 publiquei meu primeiro livro o “Poemas de Azul e Pedra” a dizer da condição humana, suas perplexidades, suas perguntas de difíceis senão impossíveis respostas, a solidão e algumas luzes de ser e do ser (...).
Passados 42 anos resolvi fazer outra publicação dos poemas daquele livrinho, agora com o nome “Azul & Pedra”, antes de tudo porque minha escrita está em crise profunda e pensei que, ao fazer ‘rasto atrás” até os começos, algo novo possa vir a brotar, alguma planta, ainda, da minha lavra. A outra razão, mais prosaica: o nome “Poemas de Azul & Pedra” não consta sequer no Google, logo é como se o livro nunca tivesse existido, e ele existiu. Preciso reafirmar sua existência.

ENTREVISTA

Olá Zuleika.   É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Como todos os livros de poemas, as questões de sempre: amor, sexo, vida, morte, as perplexidades diante do real, o real e seus simulacros... e por aí vai.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Corria o ano de 1983. Eu estava nos inícios da trajetória como professora de Português na Rede Municipal de Ensino de São Paulo.
Sempre escrevi poesia, desde os mais tenros anos. Seja como for, nunca havia pensado em publicação. Naquele longínquo 1983 tive contato com uma pequenina editora, anônima, dessas “fundo de quintal”, que propôs a publicação de meus poemas. A edição custava pouco, mas, eu estava “a nenhum”. Comentei essa proposta com meus colegas professores, apenas por comentar. Qual não foi minha grata surpresa (gesto que guardo no coração desde sempre): Sem que eu tivesse a mínima suspeita foi feita uma “vaquinha” e, algum tempo depois, me presentearam com o valor total da edição.
Perguntei a Carlos Felipe Moisés, que havia sido meu professor na USP (e se tornou amigo de vida inteira) se ele me daria a honra de escrever um prefácio. Generosamente, ele o fez, e assim o “Poemas de Azul & Pedra” nasceu, em 1984. Esse nome sequer consta mais no Google, embora o livro exista. O “Azul & Pedra” é a reafirmação da existência daquele primeiro. Um livro de poemas para público adulto.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
O presente livro “Azul & Pedra” é “remake” do meu primeiro livro “Poemas de Azul & Pedra”, publicado em 1984. Até agora foram 10 livros. Não tenho exatamente projetos no mundo das letras. Com 10 livros publicados poderia até dizer que tenho uma carreira literária. Não creio seja esse o caso.

O que te inspira escrever?
Escrevi meu primeiro poema aos 9 anos, também porque desde quando se completou minha alfabetização, sendo criança bastante introspectiva, comecei a ler “compulsivamente”. A leitura, por si só, já é grande estímulo para a escrita. No mais, tudo pode ser estímulo: sentimentos de dor, de prazer, a observação da natureza, das cenas do cotidiano, a consciência dos conflitos, das guerras, as necessidades de natureza espiritual (...).

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Encantar leitores? Difícil responder. Como todo autor, julgo que meu livro merece ser lido. Após 42 anos com 10 livros publicados, novamente os poemas iniciais. Para quem tenha lido os outros livros, ao menos alguns deles, uma volta às matrizes da minha escrita, o que pode ter algum significado.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Por um autor da Scortecci, Jorge Lescano.

Obrigada pela sua participação.
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Veridiane Lucas - Autora de: AMOR E PROZAC

Veridiane Lucas

É uma pessoa simples, amiga, verdadeira. Mora no interior do Paraná precisamente em Irati.
Nascida em uma cidade pequena do interior sempre gostou de escrever sua maior paixão gosta de desenhar nas horas livres formada em técnico de enfermagem porém não exerce a função.
Desde muito cedo descobriu o gosto pelo mundo dos livros e pela leitura, Amor e Prozac é sua primeira obra oficialmente lançada.

Amor e Prozac

É poesia pura, misturando a instabilidade de um transtorno e o sentimento mais nobre que existe: o amor. Esse sentimento, por assim dizer, puro e inconstante, muitas vezes correspondido, outras ignorado, nos faz perder a cabeça. Não é mesmo? Na obra encontramos a vida, o cotidiano de uma pessoa com transtorno bipolar, mas que também ama, também sente, também é humana. Na forma mais orbital que uma pessoa pode ser. Mostra uma pessoa em tratamento, mas que também erra, também bebe, também fuma, sem reservas. Pois eis que, sendo humana, tem o direito de poder errar também. Ama as pessoas erradas com o maior fervor, se entregando de cabeça sem pensar nas consequências. Podemos ver ainda, em certos pontos do livro, relatos de terceiros. Não se trata de pessoas reais, e sim de fatos que geralmente acontecem na sociedade com aqueles que travam batalhas contra algum transtorno que sofrem. Neste livro é possível ver, quase que milimetricamente, as venturas e desventuras do amor. Amor conturbado, que ora fere, ora traz paz pro coração. Além do subconsciente de uma pessoa com transtorno bipolar, mostrado de uma maneira única, sutil, leve. E como esse sentimento vai se moldando à medida que se viram as páginas.

ENTREVISTA

Olá Veridiana.

Do que trata o seu Livro?
O livro amor e Prozac trata de dois temas principais: o amor, que é uma linguagem universal e seus percalços. O transtorno bipolar e a saga de alguém que se apaixona nessas condições.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia surgiu de repente, foi numa tarde qualquer com a cabeça cheia de pensamentos criativos. O público do livro são pessoas intensas que amam, sofrem, que não tem medo de se mostrar ao mundo como são.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Bom eu, Veridiane sou uma pessoa simples, amiga, verdadeira. Moro no interior do Paraná precisamente em Irati. Sou técnica de enfermagem não atuante. E quanto ao projeto no mundo das letras: primeiro de muitos, inclusive a passos lentos, já estou trabalhando em um romance.

O que te inspira escrever?
Acho que minha fé no mundo e nas pessoas boas que ainda existem nele! enquanto as pessoas ainda segurarem livros nas mãos ainda existirá magia nele.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Com toda certeza do mundo, meu livro merece um lugarzinho no coração do leitor.
Porque ele foi feito com muito amor e há uma certa leveza e beleza em cada página.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Eu sempre fui uma leitora assídua, li vários livros e alguns eram da editora Scortecci. Fiquei fascinada com o cuidado da capa até a última página. Então eu pensei, um dia eu chego lá. E quando eu estava pronta pra me lançar, eu procurei a Scortecci!

Obrigada pela sua participação.
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25 abril, 2026

Alcindo Tenório Pereira - Autor de: ALDRAVIAS E HAICAIS

Alcindo Tenório Pereira
É natural de Bastos (SP), mas cresceu em Rancharia (SP), sua cidade de referência. É Bacharel em Direito e Ciências Sociais. Casado, pai, avô e bisavô.É autor de vários livros de poemas (FEITO DE AMOR E SAUDADE e IDEOLOGIA, EROTISMO E OUTROS TEMAS) e de um conto infanto-juvenil, além de publicações em antologias.
Reside na Capital paulista.

Aldravias e Haicais
Poemas nas formas "Aldravia" e "Haicai". A primeira forma nasceu na cidade de Mariana (MG), e a segunda forma é originária do Japão, por volta do Século 19. O livro é composto de poemas: ALDRAVIAS - nascidos em Mariana (MG), com 6 vocábulos unívocos, e DE haicais, originários do Japão do Século 19, composto de três (3) versos, respectivamente de 5 (cinco) sílabas no primeiro e terceiro verso e sete (7) no segundo. No Brasil, dada a grande diferença de idiomas, a métrica pode ser alterada em poucas sílabas. A meta é colocar a concentrar mais poesia em menos versos.


ENTREVISTA

Olá Alcindo.  É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Meu livro é de poemas - Aldravias e Haicais. A primeira forma é de origem bem brasileira, forma nova, ainda, nascida em Mariana (MG), mas já reconhecida internacionalmente. Consiste em seis vocábulos unívocos, distribuídos verticalmente, todos em letras minúsculas, à exceção de nomes próprios, sem rimas obrigatórias, ou métrica. O haicai é uma forma mais conhecida, de origem japonesa do século XVIII, formado por três versos, sendo o primeiro e o último de 5 sílabas e o segundo de 7 sílabas. São poemas de contemplação da natureza, de reflexão. Todavia, no Brasil sofreu alteração quanto ao número de sílabas, dada a diferença de idiomas, podendo estender-se um pouco mais. Modernamente deixa a exclusividade de contemplação da natureza, para tornar-se, também contemplação da sociedade agitada em que vivemos, adquirindo outras qualidades - humor, sarcasmo. Na minha concepção, há também que serem ambas as formas, poemas de resistência. Em ambas as formas, o sentido é que caiba em menos palavras, mais poesia.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Bem, já conhecia o haicai, mas não havia escrito nessa forma. Mas Aldravia, que vem de Aldrava, aquela peça das mansões que se bate para que a porta se abra, tem o sentido de que se leia para que se abram perspectivas, reflexões, sonhos, sentimentos. É assim que interpreto. Quem me introduziu na aldravia foi uma jovem e querida amiga de Jardinópolis (SDP), região de Ribeirão Preto, a Alexandra Miranda. Formamos um grupo de poetas dessa modalidade na região. A Alê, como a chamamos carinhosamente, realizou uma série de visitas às escolas públicas da Jardinópolis, envolveu autoridades locais, e a meninada aprendeu produziu muita coisa. Foi até realizado um concurso com distribuição de prêmios, uma festa linda. O público é formado por pessoas que gostam de literatura, que se interessa por conhecer coisas novas, não é um público específico.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Hum...Sou um homem a quem o tempo já levou os cabelos e o que restou tornou-se branco. Casado, pai, avô, bisavô. Se o tempo me deixou suas marcas, não me marcou com pessimismo. Continuo amando a natureza, as pessoas, a vida, e sempre buscando aprender mais, pois o conhecimento é infinito. Sou formado em Direito e Ciências Sociais, milito politicamente, acredito na evolução das espécies, ateu com a graça de Deus. No mundo das letras? Bem, vou escrevendo...Esse é o meu terceiro livro publicado pela Scortecci, além de um em parceria com meu genro, Rodrigo Adélio, Juiz do Trabalho. Meu primeiro livro foi editado no Rio- um conto infanto-juvenil (que muitos não consideram essa possibilidade), em parceria com uma neta que contava então 9 anos de idade - Juliana - hoje médica e mãe. Foi lindo, e lançamos em Recife, quando ela voltou.

O que te inspira escrever?
A vida é minha inspiração, com as personagens humanas animadas por sentimentos às vezes antípodas como amor e ódio. Quando exerci a advocacia, convivi com tantas pessoas, que buscavam o campo do Direito de família. Ali, quantos conflitos, dores, esperanças se revelavam. Às vezes deixo incorporar-me pelos conflitos vividos por um dos antigos clientes, coisas de paixão amorosa, e escrevo um soneto. Então deparo-me com um problema. Minha mulher pensa que algo está a acontecer ou se trata de um amor passado, vivido, e tenho que desmanchar-me em profundas explicações e demonstrar que por detrás do EU LÍRICO, ESCONDE-SE OUTROA PESSOA.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Sem falsa modéstia, creio que sim. Um livro é escrito com a perspectiva de que alguém se interesse em conhecer coisas novas. No presente livro, como disse anteriormente, há o máximo de poesia em poucas linhas, o que o torna atraente.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Nem me lembro mais, acho que foi pela Internet. Mas meu primeiro contato foi em 2011, com lançamento de dois livros de poemas: "feito de Amor e Saudade" e "Ideologia, Erotismo e Outros Temas".

Obrigado pela sua participação.


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Lucio Marrero - Autor de: NÃO VIEMOS PARA FICAR

Lucio Marrero
É médium, psicanalista, escritor, filantropo e orador espirita.
Nasceu em Santa Cruz do Rio Pardo SP em março de 1960.
Foi militar da Força Aérea Brasileira e é formado em Letras pela Universidade Camilo Castelo Branco, de São Paulo.
Estuda a doutrina do Espiritismo há mais de trinta anos, tendo iniciado seus estudos no Centro Espirita Bezerra de Menezes, na capital paulista.
Foi dirigente do curso de Aprendizagem da Doutrina Espirita. CADE, ajudou e trabalhou na implantação da psicoterapia em grupo, entre outros trabalhos da casa.
Atualmente realiza tratamentos espirituais, cirurgias espirituais em diversas casas espiritas em São Paulo e outros Estados e Países.
Sua agenda de apresentações pode ser acompanhada em sua página do facebook.
Apresenta o programa Ensinamentos da Espiritualidade pela Rádio Paulista Web, quem ouve nunca esquece todos os sábados, as 7h40 da Manhã – Ressignificando uma, nova história em sua vida.
Conheça obras de Lucio Marrero com intuições da espiritualidade amiga com reflexões que inspira, transforma e nos fortalece, publicado pela Editora Scortecci. - Lições Edificantes pelos Diversos Espíritos. - 2020 – O Acalento da Espiritualidade. - A Filha de Outra Vida. - Não Viemos Para Ficar.

Página do Facebook: Médium Lucio Marrero

Não Viemos Para Ficar
Nesta obra comovente e iluminada, o médium Lucio Marrero nos convida a atravessar os véus da existência com serenidade e consciência. Guiado por seus amigos espirituais, ele compartilha preciosos ensinamentos sobre cura, evolução e a verdadeira razão da nossa passagem pela terra. Com compaixão e sabedoria, o autor nos conduz por experiências transformadoras, mostrando que até mesmo diante de uma doença crônica grave é possível encontrar sentido, propósito e luz. A vida é efêmera, mas a alma é eterna. Entender essa verdade muda tudo. Por meio de práticas espirituais simples e profundas, este livro é um abraço para quem busca viver com leveza, servir com amor e compreender que o que chamamos de “morte” é apenas o início do reencontro com o Divino. Somos todos viajantes da alma. E aqui, nesta obra, encontraremos um caminho para trilhar essa breve jornada humana com dignidade, fé e esperança.

ENTREVISTA

Olá Lucio. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
Mediunidade, espiritualidade, doenças, curas.
Guiado pelos amigos espirituais compartilhamos preciosos Ensinamentos sobre a cura, evolução e a verdadeira razão da nossa passagem pela terra.
Com compaixão e sabedoria conduzindo o leitor através de experiências transformadoras, mostrando que até mesmo diante de uma doença crônica grave é possível encontrar sentido, propósito e luz. Por meios de práticas espirituais simples e profundas.
Posso dizer que este livro é um abraço para quem busca viver com leveza, servir com amor e compreender que o que chamamos de "Morte" é apenas o início do reencontro com o Divino.
Somos todos viajantes da alma, e aqui nesta obra, encontraremos o caminho para trilhar essa breve jornada humana com dignidade, fé e esperança.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Nossos livros, todos eles do qual sou Mensageiro, a ideia de escreve-lo veio através dos amigos da espiritualidade, e ela destina a todos os públicos independente da sua religião.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Eu Lucio Marrero, estudo o espiritismo há mais de 30 anos.
Sou Médium, Psicanalista, Escritor Filantropo e Orador Espírita.
Eu me apresento pelo Brasil e até em outros países, levando o Tratamento e Cirurgia Espiritual sem corte no corpo físico.
Todos Gratuitos.
Todas a renda obtida com as vendas dos livros, são revertidas as obras assistenciais.
Meus projetos enquanto estiver aqui na terra é continuar recebendo intuições dos amigos da Espiritualidade. E que através dos nossos livros possamos acalentar muitos corações.
Este é o nosso quarto Livro pela Editora Scortecci.
Já tenho outro escrito que em breve será publicado.

O que te inspira escrever?
Quanto aos nossos livros o mérito são todos dos meus amigos da Espiritualidade que estão sempre ao meu lado me conduzindo através das intuições, neste momento tem um amigo espiritual ao meu lado.
Eu sou apenas um Mensageiro nesta breve passagem pela terra.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Independente da religião de cada um, nossos livros merece ser lidos, porque traz um acalento e um entendimento de que o amor é infinito e nos dá novas oportunidades de aprendizados, esperança amor e positividade para superarmos os desafios imposto a cada encarnação, com intuições da espiritualidade amiga, com reflexões que inspiram, transformam e nos fortalecem.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Como eu já disse anteriormente em outras entrevistas, quando eu conheci uma senhora que já havia publicado uns livros de poesias com a Editora Scortecci e me indicou. Isso quando publiquei nosso primeiro livro. Eu estou muito satisfeito com as equipes de profissionais altamente capacitados que sempre nos esclarece nossas possíveis dúvidas.

Obrigada pela sua participação.
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