23 maio, 2026

Carlos Menegueço - Autor de: DICAS DE UM BISAVÔ

Carlos Menegueço

Brasileiro, viúvo, 83 anos, descendente de italianos, nascido em Osasco-SP. Técnico em Adm. de Empresas, Segurança do Trabalho e Instrutor de Treinamento, tendo atuado na área de Recursos Humanos por mais de trinta anos, ocupando cargos de confiança. Na juventude foi músico, baterista de uma banda popular, em companhia de seus irmãos. Sua experiência no trabalho, gosto por leitura, estudos de filosofia e psicologia, despertaram o desejo de escrever livros. Antes, escreveu dois. O primeiro foi “De olho na vida”, 70 textos sobre conduta humana, editado em 1913 e uma segunda edição em 2020. O segundo foi “O pescador apaixonado”, romance de uma órfã, em busca da felicidade. E o terceiro, "O que aprendi com a Vida". E agora o quarto "Dicas de um Bisavô".

Dicas de um Bisavô
Depois de muitos estudos a anos de trabalho na área de Recursos Humanos, observando o comportamento das pessoas em geral e suas consequências negativas e positivas ao longo da vida, escrevi minhas reflexões, objetivando oferecer alternativas para mudanças de rumos, na constante busca da verdadeira felicidade.






ENTREVISTA

Olá Sr Carlos. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

De que trata o livro?
Uma série de pensamentos profundos, em sentenças breves e conceituadas sobre a conduta humana.

Como se deu a ideia de escrever e qual o público? 
A ideia é antiga, nasceu como resultado dos estudos, leitura de muitos livros, longa experiência no trabalho, na área de Recursos humanos, além da observação da conduta das pessoas, em toda parte, analisando causas e consequências de suas escolhas na busca da felicidade. É um livro para o público em geral, apreciador da boa leitura.

Fale de você e de seus projetos, no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sempre gostei de ler e escrever. No ano de 1990, decidi tornar realidade o meu desejo de escrever um livro. Mas só depois de aposentado, conclui o primeiro "De Olho na Vida", editado em 2013, o segundo foi um romance, "O Pescador Apaixonado", em 2020.  O terceiro foi "O Que Aprendi com a Vida", em 2024, e agora o quarto  "Dicas de Um Bisavô", todos Publicados pela SCORTECCI EDITORA. Com 85 anos, continuo lendo e escrevendo, por gostar, mas não penso em mais edições.
 
O que te inspira escrever? 
Esse mundo moderno, que precisa de leis severas, para respeitar os direitos humanos, onde a ética e a gentileza estão em baixa, a desatenção e a solidão estão em alta, onde o ter é mais importante do que o ser e a verdade precisa se calar, para não ofender a estupidez.

O seu livro merece ser lido, e o que ele tem de essencial, capaz de encantar os leitores?
Penso que merece, porque tem uma série de pensamentos profundos, em textos curtos fáceis de ler e compreender, objetivando colaborar no aperfeiçoamento civilizatório da sociedade, com  alternativas para mudanças de rumos, em busca da verdadeira felicidade.

Como ficou sabendo e como chegou a Editora Scortecci?
Foi em uma feira de livros em São Paulo, não recordo a data e nem o nome do escritor, que me falou e recomendou a Scortecci.

Obrigado pela sua participação.
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Fabiano Campachi - Autor de: TREM DE GENTE

Fabiano Campachi
Nasceu em Penápolis, interior de São Paulo, e cresceu em Birigui (SP). Em 2004, graduou-se em Letras pela Fundação Educacional de Penápolis e, em 2005, ingressou como professor na rede pública do Estado de São Paulo. É poeta e cronista. Lançou Autorretrato e outros “eus”, em 2014; O quintal da Casa 8, em 2022; e Quem tem medo de passarinho?, em 2024. Além disso, participou da coletânea Frações de versos, em 2022, pela Editora Scortecci.


Trem de Gente – Crônicas de Quase Ontem
Fabiano Campachi convida o leitor a embarcar numa viagem feita de memórias, afetos e pequenas cenas do cotidiano que, à primeira vista, parecem simples — mas carregam a densidade da vida vivida com atenção e sensibilidade.
As crônicas aqui reunidas percorrem infâncias do interior, quintais, ruas sem saída, estações de trem, escolas, vizinhos, famílias, perdas e descobertas. São histórias de gente comum — andarilhos, professores, mães, avós, crianças — que ganham grandeza justamente por serem contadas com humanidade, humor delicado e um olhar profundamente poético.
Com uma escrita que mistura lirismo e oralidade, Fabiano transforma lembranças pessoais em experiências universais. Cada texto é um vagão desse trem: alguns arrancam risos, outros silenciam o leitor, muitos despertam saudade. Todos passam deixando marcas.
Este não é um livro de pressa. É um livro para ler devagar, como quem observa o trem se afastar ao longe, até virar quase brinquedo — e desaparecer. Mas, quando some, algo permanece: o calor dos trilhos, a memória viva e a certeza de que a literatura ainda é um lugar de encontro.
Trem de Gente é, acima de tudo, um livro sobre pertencimento. Sobre quem fomos. Sobre quem ainda somos quando paramos para lembrar.

ENTREVISTA

Olá Fabiano. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
O livro Trem de Gente – Crônicas de Quase Ontem trata de memórias e experiências do cotidiano, especialmente ligadas à vida no interior. A obra reúne crônicas que abordam temas como infância, família, relações humanas, perdas e descobertas, valorizando as histórias de pessoas comuns.
Com uma linguagem sensível e poética, o autor transforma lembranças pessoais em reflexões universais, despertando sentimentos como saudade e identificação. Assim, o livro trata, principalmente, do pertencimento, das lembranças e daquilo que permanece na vida das pessoas ao longo do tempo.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia de escrever o livro surgiu do prazer de contar memórias e dar sentido a experiências simples do cotidiano, especialmente aquelas vividas no interior, que muitas vezes passam despercebidas, mas carregam grande valor afetivo e humano. Ao transformar essas lembranças em crônicas, o autor buscou compartilhar sentimentos, histórias e reflexões que também pudessem tocar outras pessoas.
Quanto ao público, a obra se destina a leitores diversos, especialmente jovens e adultos que apreciam textos sensíveis e reflexivos. É indicada para quem gosta de histórias do cotidiano, de memórias afetivas e de uma leitura mais calma e contemplativa, capaz de despertar identificação, emoção e nostalgia.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sou um autor movido pela palavra, pela memória e pelas histórias que nascem do cotidiano. Minha escrita está muito ligada às experiências vividas, às pessoas que cruzaram meu caminho e aos cenários do interior, que carregam uma riqueza humana e simbólica muito forte. Escrever, para mim, é uma forma de organizar o mundo, de compreender o passado e de transformar lembranças em algo que possa dialogar com o outro.
Trem de Gente – Crônicas de Quase Ontem é, ao mesmo tempo, a realização de um sonho e o início de um caminho. Publicar esse livro representa a concretização de um desejo antigo de compartilhar minha voz e minhas histórias, mas também abre portas para novos projetos, novas narrativas e novas experimentações dentro da literatura.
Tenho o desejo de continuar escrevendo — seja em forma de crônicas, poemas ou romances — sempre buscando manter esse olhar sensível sobre a vida. Mais do que um ponto de chegada, vejo este livro como o primeiro de muitos, um passo importante em uma trajetória que ainda tem muito a dizer.

O que te inspira escrever?
A vida e a oportunidade de conhecer, cotidianamente, histórias diversas é, por si só, inspirador.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Sim, o livro merece ser lido porque oferece uma experiência sensível e verdadeira, capaz de tocar o leitor de forma íntima.
O que o torna especial é o olhar atento para as pequenas coisas da vida — cenas simples, memórias do interior, relações familiares — que ganham profundidade por meio de uma escrita poética e ao mesmo tempo próxima da oralidade. As crônicas não apenas contam histórias, mas despertam sentimentos: fazem sorrir, silenciar e, muitas vezes, lembrar.
Além disso, há um forte senso de pertencimento ao longo da obra. O leitor se reconhece nos personagens, nas situações e nas emoções. É esse poder de transformar o cotidiano em algo significativo e universal que encanta e permanece mesmo após a leitura.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Trabalho com a Scortecci desde 2014, quando publiquei meu primeiro livro.

Obrigado pela sua participação.

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08 maio, 2026

Lúcia Vasconcelos - Autora de: ENTRE LINHAS, LETRAS E MEMÓRIAS

Lúcia Vasconcelos
Nasceu em Cipó, Bahia em 1946.Mora no Rio de Janeiro e, aos 70 anos publicou seu primeiro livro Poetizando aos 70... Dois anos depois publicou Encantamento de Viver- Poesias e Crônicas.
Em 2022 publicou Poemas que fiz. Histórias que não contei. Todos saíram pela Scortecci Editora. Também participou de várias Antologias.



Entre Linha, Letras e Memórias

A autora conta um pouco da sua história e como escritora nos últimos dez anos quando começou. Além disso, oitenta sete novos poemas de sua autoria fazem parte da obra.







ENTREVISTA

Olá Lúcia. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Falo um pouco da minha trajetória de dez anos como autora e poemas inéditos.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Depois de quatro anos, achei que seria o momento adequado para uma nova publicação. Minha obra destina-se a um público sensível à poesia, independente da idade.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Não é meu primeiro livro. Na verdade, é a quarta publicação. Mais um sonho realizado.

O que te inspira escrever?
O desejo de mostrar coisas simples que tocam a alma. A natureza, o amor, amizades, família e o principal: A alegria de viver.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
O livro merece ser lido pelo carinho dedicado à sua produção. Além disso, a emoção de mostrar que, não existe momento certo para expressar sentimentos de amor e gratidão.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Em 2016, publiquei meu primeiro livro pela Scortecci, por indicação de um professor amigo da minha filha. A parceria tem dado certo.

Obrigada pela sua participação.

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07 maio, 2026

Cristina Gláucia Schreiner da Mota - Autora de: JANELAS DA MEMÓRIA

Cristina Gláucia Schreiner da Mota
Nasceu em Campo Mourão (PR), em 12 de janeiro de 1956, filha de Francisco Schreiner Filho e de Emma Elza Wurth Schreiner, pioneiros de Campo Mourão. Casada com Antônio Jorge Pereira da Mota, são pais de Francisco José e Franciane e avós de Matheus e Cecília.
Escritora e historiadora das famílias: Schreiner, Wurth, Kohlbeck, Robl, Assis Mota e Lanz Salin.
Publicou os livros: A Família Schreiner: Rumo ao Novo Mundo, em coautoria com Avelino Américo Schreiner (Edição esgotada – 2ª Edição e-book). Em 2010, colaborou, colhendo depoimentos, inclusive o seu próprio, que intitulou “Um parente especial”, para o livro “O Padre Sorriso: A Vida do Padre Francisco Robl, SCJ”.
Em 2012: Wurth — Descendências e Memórias — De Baden-Baden ao Pioneirismo em Campo Mourão. Em 2018: Um olhar sobre a Família Assis Mota - Na Travessia do Tempo. Em 2022, publicou o livro A Família Kohlbeck de Fleky para o Brasil Afora — Vovó Maria Kohlbeck Puxa o Fio da Memória dos Descendentes...
Participação na obra Caminhos “in” Versos e Prosas — Antologia de Autores Mourãoenses, volumes V, VI, VII e VIII. Entre outras..

Janelas da MEMÓRIA Família Lanz Salin
Neste livro, faz um breve resgate e relata importante fase do casal Gustavo e Elizabete Lanz Salin, que sai do Rio Grande do Sul (Comunidade de Rochedo, Igrejinha) rumo ao Paraná com cinco filhos, no ano de 1924, em busca de uma vida melhor para seus filhos. A pesquisa contempla várias gerações e revela a gama de parentescos da família Lanz Salin. Realiza um sonho, registrando um pouquinho da descendência de sua avó materna, Lina (Salin) Wurth, e descendentes. Uma família pequena e pouco conhecida. Espera-se que este material sirva de instrumento para futuras pesquisas genealógicas. É uma leitura agradável, repleta de nomes de descendentes de Lanz Salin e alguns relatos rememoráveis. Uma forma de homenagear familiares que carregaram o sobrenome Lanz Salin com muito orgulho.

ENTREVISTA

Olá Cristina.

Do que trata o seu Livro?
Genealogia e histórias das Famílias Lanz e Salin.
É uma leitura agradável para você que adora pesquisas genealógicas.
O firme propósito de reunir as histórias de muitas famílias e assim, provocar reflexões que alargaram horizontes, sem contar o conhecimento por meio de fatos e fotos dos locais onde viveram os ancestrais das famílias.
A autora, Cristina Gláucia Schreiner da Mota faz o resgate e relata importante fase do casal Gustavo e Elizabete Lanz Salin, que sai do Rio Grande do Sul (Comunidade de Rochedo, Igrejinha) rumo ao Paraná com cinco filhos, no ano de 1924, em busca de uma vida melhor para seus filhos.
Relatos rememoráveis de descendentes de Lanz Salin.
Assim, este livro pode ser lido e relido, revisitado em diferentes momentos da vida, revelando novos sentidos a cada encontro.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Assim que terminei, o quarto livro... Minha Mãe, acamada há mais de oito anos, iniciou a contar fatos, histórias sobre sua Mãe, seus avós... E pensei: Vou registrar! Pois, são histórias riquíssimas para cair no esquecimento... Foi assim, que registrei tudo, para perpetuar a história da Família Lanz Salin.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sou historiadora das Famílias: Schreiner, Mota, Kohlbeck, Wurth, Lanz , Salin entre outras. E, também estudo e pesquiso famílias correlatas.
Este, é o quinto sonho realizado, sendo quatro através da SCORTECCI.

O que te inspira escrever?
O que me inspira escrever, é saber que as histórias de Família ficarão registradas enquanto o LIVRO durar! Até 200 anos. Assim, meus escritos ficarão para posteridade.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Este livro encantará todos os descendentes da Família Lanz Salin e aqueles que adoram saber mais e mais sobre famílias da etnia alemã. Contempla histórias da Família jamais registradas... Sem contar a importante Genealogia Lanz Salin.
A cada leitura, provocará reflexões e recordará fatos que levará a pesquisar e entender melhor como seus antepassados viviam e lutaram pela vida.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
A Scortecci Editora está chegou na vinha vida para realizar os sonhos... Este já é o quarto sonho realizado através desta conceituada Editora.

Obrigada pela sua participação.
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Ari Lins Pedrosa - Autor de: O GALINHEIRO

Ari Lins Pedrosa
Publicou trinta livros, sendo sete de livros infantis
Nasceu em 19 de novembro de 1958, em João Pessoa, mas reside em Maceió (AL) desde 1964, devido à transferência do pai, funcionário público federal, de Guarabira. Formado em Ciências Contábeis no Centro de Estudos Superiores de Maceió – CESMAC/FACCON, e pós-graduado em Auditoria, Controladoria, Finanças e Gestão, trabalha como auditor na Eletrobras Distribuição Alagoas. Foi  diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Urbana no Estado de Alagoas e conselheiro deliberativo da Fundação Ceal Assistência Social e Previdência. 

Como esportista foi quarto lugar nos “VIII Jogos Escolares Brasileiros – Jeb’s”, em 1976, com a Seleção Alagoana de Handebol, em Porto Alegre (RS); Medalha de Honra ao Mérito em reconhecimento pela colaboração ao handebol de Alagoas e consta na foto da Seleção Universitária dos “XXX Jogos Universitários Brasileiros – Jub’s”, em João Pessoa em 1979, publicada no livro Handebol – 2ª edição, de Paulo Nagy Kunsagi. Na literatura, Ari Lins é um poeta que acredita nas construções poéticas; na empresa em que trabalha desenvolve projetos literários como o “Mosquitinho Poético”.

Em Maceió, coordena o “Concurso Nacional de Poesias – Folhas Notas Literárias”, sempre dando o nome de um poeta alagoano aos prêmios para homenageá-los e divulgá-los. É editor do folheto Guerreiros da Cultura, onde divulga poesias, livros e notícias do meio literário; está à frente do projeto “Sururu de Capote” desde 1996, inspirado na “Corrente Poética” do paranaense Carlos Barros, o qual consiste em deixar um livro na rua para ser adotado; é membro da Associação Alagoana de Imprensa, além de ser sócio colaborador da Academia Palmeirense de Letras, Ciências e Artes – Palmeira dos Índios (AL). 

Participou da I Exposição de Poesias em 1981  com o poema “Retrato de Peão”; da “The State History And Art Museum”, com o poema “Jaça do Destino”, em Kaliningrad (Rússia); da II Exposição de trabalhos artísticos feito por empregados da Ceal, A Arte Que Se Faz; e do I Encontro dos Poetas Alagoanos, organizado pelo SESC em Maceió em 1990. Recebeu o 9° Prêmio Notáveis da Cultura Alagoana em 2013, pelo livro Ariel; compartilhou textos em trinta e sete antologias e é detentor de cinquenta e um prêmios literários, com quatorze livros individuais publicados; é criador do “Hainetos – composição poética”; e faz uma cachaça artesanal chamada de “Poética”, que distribui entre os amigos. Em 2014, recebeu a comenda “Cipriano Jucá” da Academia Maceioense de Letras

O Galinheiro

O conto infantil O Galinheiro narra a história de uma família composta por um galo, uma galinha, dois pintinhos e uma pintinha. A obra destaca Ivel, um dos pintinhos, preocupado com tudo e muito questionador. Deixo para vocês o julgamento dos atos do pintinho.







ENTREVISTA

Olá Ari.

Do que trata o seu Livro?
É um conto infantil, onde mostra o dia a dia de um galinheiro. Onde o pintinho Ivel é preocupado com os despedidos.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Foi no Natal 2025, na minha casa, quando meu neto Levi, mostrou a preocupação com o desperdiço do Natal, sem pensar no criador. Levi tinha 8 anos.
É para o público infantil.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Hoje são 30 livros. Entre eles sete infantis.
Meus sonhos e projetos é continua escrevendo poesia e contos.
Publicações: O Véu do Vento, A Jangada de Papel, O Pescador de Sonhos, A Jangadinha Lenira e o Sol, Pintando o Sete, Asas do Vento, Voo Utópico, O Veludo da Uva, Gota Urbana, Vogais Atrevidas e Consoantes Inibidas, O Jardineiro das Nuvens, O Colecionador de Sonhos, Meus Estados Meu País, Ariel, Bairros de Maceió: Uma Visão Poética, Os Bichos, Almanaque, Cabua, O Jardineiro das nuvens, Palavras nossas de cada dia, Psicodélico, Recreio.

O que te inspira escrever?
O mundo.
Tudo que me rodeia.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Espero que sim.
Chamar atenção das crianças, para individualismo e o desperdício de tudo no Mundo.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Este amor por esta editora, já fazem 34 anos, onde publiquei 90 porcentos dos meus livros.

Obrigado pela sua participação.
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03 maio, 2026

Su Canfora - Organizadora de: RAJADA DE TROVAS

Su Canfora

Nome literário de Sueli Maria Ferreira Canfora.
É apaixonada pela natureza onde vê a Mão do Criador, por animais, por crianças, por viagens e por histórias. Professora, contadora de histórias, escritora, poeta, compositora, artesã, radialista. Esposa, mãe e sogra. Paulistana residindo em Mogi das Cruzes (SP) há mais de trinta e cinco anos. Formada em Letras e pós-graduada em Literatura Infantil e Contação de Histórias. Fez diversos cursos e oficinas de contação de histórias; de teatro; teatro de sombras e de fantoches. Ministra oficinas de contação de histórias e de artesanato.

Rajada de Trovas

SOBRE A TROVA E A UNIÃO BRASILEIRA DE TROVADORES (UBT) - Trova é uma composição poética, sem título, com apenas uma estrofe com quatro versos heptassílabos (sete sílabas métricas ou sílabas poéticas em cada verso), com sentido completo. É o menor poema da língua portuguesa e deve obedecer a características rígidas. As rimas devem ser perfeitas, seguindo a estrutura ABAB, usada pela UBT. Pode também apresentar outra disposição, com o segundo verso se ligando ao quarto, conforme a estrutura ABCB. A composição poética possui conceituação própria e diferencia-se da quadra, da poesia de cordel, da trova gauchesca, do repente e do poema musicado da Idade Média. A trova é uma criação poética milenar e foi escrita por Camões, Fernando Pessoa, Dom Pedro II, Dom Diniz, entre outros. Atualmente, a trova é o único gênero literário exclusivo do Português. Fernando Pessoa considera que “a trova é o vaso de flores que o povo põe à janela de sua alma”. Waldir Neves afirma: “A trova é a arte de acomodar o infinito nos limites de um grão de areia”. O escritor Jorge Amado dizia: “Não pode haver criação literária mais popular, que fale mais diretamente ao coração do povo do que a trova. É através dela que o povo toma contato com a poesia e sente sua força. Por isso mesmo, a trova e o trovador são imortais”.

ENTREVISTA

Olá Sueli.

Do que trata o seu Livro?
"Rajada de trovas” é uma coletânea com quase quatrocentas trovas, falando sobre assuntos diversos. Carregadas de leveza, beleza, encantamento e reflexão. Escritas com dedicação, carinho e delicadeza, vindas do coração de vinte e um poetas trovadores.
Trova é uma composição poética, sem título, com apenas uma estrofe com quatro versos com sete sílabas métricas, ou sílabas poéticas cada verso. Deve ter sentido completo. As rimas devem ser perfeitas, rimando o primeiro verso com o terceiro e o segundo verso com o quarto (ABAB), pode também apresentar outra disposição, rimando o segundo verso com o quarto(ABCB).
A trova é a menor composição poética da Língua Portuguesa.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Fui convidada pelo Presidente Estadual da UBT(União Brasileira de Trovadores) do estado de São Paulo, Luiz Antônio Cardoso, para fundar e ser delegada da UBT em Mogi das Cruzes. Aceitei o desafio e formei um grupo com escritores e pessoas interessadas a aprender a arte da trova. Para incentivá-los a escrever, propus o desafio de uma palavra tema por semana, como objetivo, de quem sabe um dia, produzir uma antologia. Os novos poetas trovadores levaram tão a sério meu objetivo, que o sonho se concretizou bem mais cedo que pudéssemos imaginar.
A obra é destinada a todas as pessoas apaixonadas por livros e por poemas.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sou uma improvável que se fez vencer, alguém que fez do limão uma bela e forte história de superação. Tenho seis livros publicados de contos e Crônicas, poemas e infantojuvenil. Participação em mais de cinquenta antologias com contos, crônicas, poemas, fábulas, textos reflexivos e histórias infantis, entre elas, antologias bilíngues lançadas no exterior. Essa é a primeira antologia que coordeno, espero que venham outras mais. Sou esposa, mãe e sogra. Formada em Letras e pós-graduada em Literatura Infantil e Contação de Histórias. Professora, escritora, poeta, compositora, trovadora, contadora de histórias e artesã. Membro das academias ALCA/AFPESP-SP; AMBA- Minas Gerais e AMHAL-Mogi das Cruzes. Delegada da UBT Mogi das Cruzes. Membro dos grupos LITERARTE; Associado Escritor AFPESP; Café e Arte em Movimento - Sorocaba; Ponto & vírgula - Ribeirão Preto. Classificada e premiada em concursos literários, como o Sétimo Prêmio Scortecci de Poesia 2025. Em Mogi das Cruzes fui honrada com o título de Cidadã Mogiana. Participo com minhas obras e ou contando histórias em feiras e bienais em São Paulo e em outros estados. Ministro oficinas de contação de histórias, artesanato e trovas. Participo do Projeto Contação de História com Audiodescrição e Libras do escritor Laé de Souza.

O que te inspira escrever?
Tudo ao redor é inspiração: natureza, animais, crianças brincando, uma conversa alheia, um bate papo com a família ou amigos, uma mulher grávida, um lindo por do sol, a fúria da tempestade, um fato corriqueiro, um sonho dormindo ou acordado, o murmúrio do mar. Enfim, a inspiração está em tudo que vejo, toco, ouço, provo, sinto e vivo. A vida é a inspiração.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
O livro merece ser lindo porque a trova é simplesmente fascinante, dizer tanto, tão profundamente em tão pequena composição é no mínimo intrigante e extraordinário. Além do mais, o livro está carregado de sensibilidade, beleza e leveza.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Fiquei sabendo da Scortecci através de uma escritora já consagrada. Usei o livro dela em meu TCC de pós-graduação. Em uma feliz coincidência me deparei com ela nas redes sociais. Eu estava com a história para meu primeiro livro, mas não sabia para onde ir e como fazer para publicá-lo, ao pedir orientação, ela me indicou a Scortecci.

Obrigada pela sua participação.
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