06 junho, 2026

Jô Drumond - Autora de: VIDAS Á BEIRA DO TEMPO

Nascida na fazenda da Charneca, no sertão de Minas, está radicada em Vitória pesquisadora, tradutora juramentada, poeta e artista plástica.
Vida Acadêmica
Fez o Ensino Fundamental e Médio em Patos de Minas, graduação em Letras, na UFMG, em Artes Plásticas, na Ufes, e em Langue, Civilisation et littérature françaises na Universidade de Nancy - França. Fez pós-graduação lato sensu em Literatura, na Ufes e em Arte e Cultura Barroca, na Ufop (Ouro Preto). Ganhou quatro bolsas de estudos na França, sendo uma para a Universidade de Sorbonne, em Paris, e três para o Centro de Linguística Aplicada da Universidade de Franche Comté, em Besançon. Fez Mestrado em Estudos Literários, na Ufes, Doutorado em Semiótica (subárea Literatura e Artes Plásticas), na PUC-SP, e Pós-doutorado em Literatura Comparada, na UFMG.
Atuação
É membro efetivo da Afemil (Academia Feminina Mineira de Letras), da AEL (Acad. Espírito-santense de Letras), da Afesl (Acad. Feminina ES de Letras), do IHGES (Instituto Histórico e Geográfico do ES), da AJEB (Assoc. de Jornalistas e Escritoras do Brasil). É ex-membro do Conselhos Estadual, do Conselho Municipal de Cultura do ES e do Comitê da Aliança Francesa de Vitória.
Publicações
Tem 30 livros publicados (ensaios, contos, crônicas, poemas, romances, literatura infantil) e diversas publicações em antologias, jornais, revistas científicas, anais de congressos nacionais e internacionais.

Vidas à Beira do Tempo - "Causos" do Brasil Profundo
Este livro nasceu da escuta de vozes simples, quase sempre silenciadas, do murmúrio das cozinhas, dos currais, das trilhas, dos quintais, das rezas, dos silêncios... As histórias aqui reunidas transitam entre memória, imaginação e afeto. Não pretendem ser documentos, mas testemunhos sensíveis de um tempo, de um lugar e de uma gente. Trata-se de um livro de histórias ambientadas no início do século XX num vilarejo, aqui chamado Angico, e na zona rural circundante. As narrativas, embora ficcionais, são baseadas em fatos verídicos vivenciados pela gente simples daquele recanto do sertão mineiro, onde todos se conhecem e cujas histórias se entrelaçam. Nesse engenhoso conjunto de narrativas interligadas, há personagens que ora protagonizam uma história, ora aparecem de relance em outras. O arruado do Angico, que povoa estas páginas, não existe mais tal e qual, mas permanece vivo no coração, na lembrança, na palavra dos anciãos que ali viveram e repassaram oralmente, às novas gerações, os “causos” aqui registrados.

ENTREVISTA

Olá Josina. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Trata-se de um livro de histórias ambientadas no início do século XX num vilarejo aqui denominado Angico, e na zona rural circundante. As narrativas, embora ficcionais, são baseadas em fatos verídicos vivenciados pela gente simples daquele recanto do sertão mineiro, onde todos se conhecem e cujas histórias se entrelaçam. Nesse engenhoso conjunto de narrativas interligadas, há personagens que ora protagonizam uma história, ora aparecem de relance, em outras. O arruado do Angico, que povoa estas páginas, não existe mais tal e qual, mas permanece vivo no coração, na lembrança dos anciãos que ali viveram e repassaram oralmente, às novas gerações, os “causos” aqui registrados.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e a qual público se destina este livro?
Este livro nasceu da escuta de vozes simples, quase sempre silenciadas, do murmúrio das cozinhas, dos currais, das trilhas, dos quintais, das rezas, dos silêncios... As histórias aqui reunidas transitam entre memória, imaginação e afeto. Não pretendem ser documentos, mas testemunhos sensíveis de um tempo, de um lugar e de uma gente.
A meu ver esse livro destina-se ao público jovem e adulto.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. Trata-se do primeiro de muitos livros ou de muitos sonhos ?
Sempre estive envolvida no mundo das letras, tanto na vida estudantil, na Faculdade de Letras, quanto na vida profissional, como professora de língua e literatura. Comecei a escrever tardiamente, após a aposentadoria. Prometi a mim mesma que escreveria trinta livros antes de morrer. Ao completar o trigésimo, sentia-me com muita vitalidade e inspiração para continuar o labor literário. Destarte, ampliei a quantidade de publicações para quarenta, quiçá cinquenta. O futuro dirá.

O que te inspira escrever?
O mais importante é gostar de escrever. A inspiração está à mercê de todos nós, desde a simplicidade da vida cotidiana, até fatos relevantes da sociedade. Tudo pode estimular a criatividade e engendrar reflexões sobre os fatos narrados.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Se ele mereceu ser escrito, certamente merecerá ser lido.
O que poderá encantar os leitores é o fato de que, em um vilarejo fictício, situado em qualquer recanto do Brasil, histórias de vida possam revelar a complexidade humana escondida nas minudências do cotidiano.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Na época de meu doutoramento, em São Paulo, soube da excelente linha editorial da Scortecci e, desde então, publiquei diversos livros por meio dessa editora.

Obrigada pela sua participação.
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01 junho, 2026

JC Bridon - Autor de: CRIADOR DE VERSOS: PARTE I E II

JC Bridon

Nome literário de Júlio Cesar Bridon dos Santos.
Natural de Gaspar-SC poeta e escritor, já escreveu 70 livros e publicou 21 em português, inglês, francês e espanhol. Membro de várias academias.
Participou  de mais de 100 Antologias pelo Brasil e Exterior.
 "Podem me impedir de escrever mas, de pensar, jamais."

Criador de Versos - Parte I e II
Criador de versos é uma obra carregada de sonhos, de encantamento e de descobertas. Mas é também um convite a refletir sobre o que somos e o que podemos ser através dos sentimentos mais profundos, das emoções que nos movem e da poesia que nos eleva.







ENTREVISTA

Olá Júlio Cesar. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Sua expressão poética, agora em "CRIADOR DE VERSOS" continua esplendorosa! São palavras, versos, enfim, os poemas relatam vivências para viver, sonhar e amar, mas também faz pensar, sofrer, sentir a dor de perder. Senhor Júlio, nesta obra, apresentou nos a personagem de forma que lutou, batalhou e viveu sonhos sonhados e sentimentos sentidos - embasamento para uma vida vivida intensamente e poder recordar e viver bem sempre, para sempre!
 
Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Depois de escrever mais de 70 livros, em prosa e verso, surgiu mais um de poesia para alcançar o maior número de pessoas possível, sem a preocupação de serem ou não adultos. O livro é para todos os que interessados estão nesse mundo poético.
 
Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Mais um sonho realizado de alguns outros já publicados. Preencher um vazio que está cada dia mais fazendo com que os novos poetas.
 
O que te inspira escrever?
O amor pela natureza, pelos sentimentos maiores de quem almeja retomar o que já está um pouco esquecido. “O poeta é um ser diferente que veio de um outro mundo para tornar os poetas dignos de serem chamados de sonhadores de versos”.
 
O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Ao mergulharmos neste livro, somos chamados a nos perder nas beldades do amor e do querer, a vivenciar as paixões e a esperança, e a compreender que, no fim das contas, todos somos "Viajantes intrépidos" em busca do eterno, do sublime, e do eterno pulsar da vida. Este é, sem dúvida, um convite à contemplação de nossa própria jornada de sonhos e sentimentos. Que, ao abrir as páginas, o leitor se permita ser levado pela poesia que cria, sente e revela a alma do ser humano. Acredito e desejo que sim. Meu livro merece ser lido por uma grande maioria que trata os versos encantados e deles fazem o seu viver no dia a dia.
 
Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Já tendo um livro publicado pela Scortecci o que muito me agradou, pela sua honestidade e presteza, decidi novamente vir até aqui trazendo meu novo livro de poesias para serem editados pela Scortecci.

Obrigado pela sua participação.
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23 maio, 2026

Carlos Menegueço - Autor de: DICAS DE UM BISAVÔ

Carlos Menegueço

Brasileiro, viúvo, 83 anos, descendente de italianos, nascido em Osasco-SP. Técnico em Adm. de Empresas, Segurança do Trabalho e Instrutor de Treinamento, tendo atuado na área de Recursos Humanos por mais de trinta anos, ocupando cargos de confiança. Na juventude foi músico, baterista de uma banda popular, em companhia de seus irmãos. Sua experiência no trabalho, gosto por leitura, estudos de filosofia e psicologia, despertaram o desejo de escrever livros. Antes, escreveu dois. O primeiro foi “De olho na vida”, 70 textos sobre conduta humana, editado em 1913 e uma segunda edição em 2020. O segundo foi “O pescador apaixonado”, romance de uma órfã, em busca da felicidade. E o terceiro, "O que aprendi com a Vida". E agora o quarto "Dicas de um Bisavô".

Dicas de um Bisavô
Depois de muitos estudos a anos de trabalho na área de Recursos Humanos, observando o comportamento das pessoas em geral e suas consequências negativas e positivas ao longo da vida, escrevi minhas reflexões, objetivando oferecer alternativas para mudanças de rumos, na constante busca da verdadeira felicidade.






ENTREVISTA

Olá Sr Carlos. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

De que trata o livro?
Uma série de pensamentos profundos, em sentenças breves e conceituadas sobre a conduta humana.

Como se deu a ideia de escrever e qual o público? 
A ideia é antiga, nasceu como resultado dos estudos, leitura de muitos livros, longa experiência no trabalho, na área de Recursos humanos, além da observação da conduta das pessoas, em toda parte, analisando causas e consequências de suas escolhas na busca da felicidade. É um livro para o público em geral, apreciador da boa leitura.

Fale de você e de seus projetos, no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sempre gostei de ler e escrever. No ano de 1990, decidi tornar realidade o meu desejo de escrever um livro. Mas só depois de aposentado, conclui o primeiro "De Olho na Vida", editado em 2013, o segundo foi um romance, "O Pescador Apaixonado", em 2020.  O terceiro foi "O Que Aprendi com a Vida", em 2024, e agora o quarto  "Dicas de Um Bisavô", todos Publicados pela SCORTECCI EDITORA. Com 85 anos, continuo lendo e escrevendo, por gostar, mas não penso em mais edições.
 
O que te inspira escrever? 
Esse mundo moderno, que precisa de leis severas, para respeitar os direitos humanos, onde a ética e a gentileza estão em baixa, a desatenção e a solidão estão em alta, onde o ter é mais importante do que o ser e a verdade precisa se calar, para não ofender a estupidez.

O seu livro merece ser lido, e o que ele tem de essencial, capaz de encantar os leitores?
Penso que merece, porque tem uma série de pensamentos profundos, em textos curtos fáceis de ler e compreender, objetivando colaborar no aperfeiçoamento civilizatório da sociedade, com  alternativas para mudanças de rumos, em busca da verdadeira felicidade.

Como ficou sabendo e como chegou a Editora Scortecci?
Foi em uma feira de livros em São Paulo, não recordo a data e nem o nome do escritor, que me falou e recomendou a Scortecci.

Obrigado pela sua participação.
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Fabiano Campachi - Autor de: TREM DE GENTE

Fabiano Campachi
Nasceu em Penápolis, interior de São Paulo, e cresceu em Birigui (SP). Em 2004, graduou-se em Letras pela Fundação Educacional de Penápolis e, em 2005, ingressou como professor na rede pública do Estado de São Paulo. É poeta e cronista. Lançou Autorretrato e outros “eus”, em 2014; O quintal da Casa 8, em 2022; e Quem tem medo de passarinho?, em 2024. Além disso, participou da coletânea Frações de versos, em 2022, pela Editora Scortecci.


Trem de Gente – Crônicas de Quase Ontem
Fabiano Campachi convida o leitor a embarcar numa viagem feita de memórias, afetos e pequenas cenas do cotidiano que, à primeira vista, parecem simples — mas carregam a densidade da vida vivida com atenção e sensibilidade.
As crônicas aqui reunidas percorrem infâncias do interior, quintais, ruas sem saída, estações de trem, escolas, vizinhos, famílias, perdas e descobertas. São histórias de gente comum — andarilhos, professores, mães, avós, crianças — que ganham grandeza justamente por serem contadas com humanidade, humor delicado e um olhar profundamente poético.
Com uma escrita que mistura lirismo e oralidade, Fabiano transforma lembranças pessoais em experiências universais. Cada texto é um vagão desse trem: alguns arrancam risos, outros silenciam o leitor, muitos despertam saudade. Todos passam deixando marcas.
Este não é um livro de pressa. É um livro para ler devagar, como quem observa o trem se afastar ao longe, até virar quase brinquedo — e desaparecer. Mas, quando some, algo permanece: o calor dos trilhos, a memória viva e a certeza de que a literatura ainda é um lugar de encontro.
Trem de Gente é, acima de tudo, um livro sobre pertencimento. Sobre quem fomos. Sobre quem ainda somos quando paramos para lembrar.

ENTREVISTA

Olá Fabiano. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
O livro Trem de Gente – Crônicas de Quase Ontem trata de memórias e experiências do cotidiano, especialmente ligadas à vida no interior. A obra reúne crônicas que abordam temas como infância, família, relações humanas, perdas e descobertas, valorizando as histórias de pessoas comuns.
Com uma linguagem sensível e poética, o autor transforma lembranças pessoais em reflexões universais, despertando sentimentos como saudade e identificação. Assim, o livro trata, principalmente, do pertencimento, das lembranças e daquilo que permanece na vida das pessoas ao longo do tempo.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia de escrever o livro surgiu do prazer de contar memórias e dar sentido a experiências simples do cotidiano, especialmente aquelas vividas no interior, que muitas vezes passam despercebidas, mas carregam grande valor afetivo e humano. Ao transformar essas lembranças em crônicas, o autor buscou compartilhar sentimentos, histórias e reflexões que também pudessem tocar outras pessoas.
Quanto ao público, a obra se destina a leitores diversos, especialmente jovens e adultos que apreciam textos sensíveis e reflexivos. É indicada para quem gosta de histórias do cotidiano, de memórias afetivas e de uma leitura mais calma e contemplativa, capaz de despertar identificação, emoção e nostalgia.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sou um autor movido pela palavra, pela memória e pelas histórias que nascem do cotidiano. Minha escrita está muito ligada às experiências vividas, às pessoas que cruzaram meu caminho e aos cenários do interior, que carregam uma riqueza humana e simbólica muito forte. Escrever, para mim, é uma forma de organizar o mundo, de compreender o passado e de transformar lembranças em algo que possa dialogar com o outro.
Trem de Gente – Crônicas de Quase Ontem é, ao mesmo tempo, a realização de um sonho e o início de um caminho. Publicar esse livro representa a concretização de um desejo antigo de compartilhar minha voz e minhas histórias, mas também abre portas para novos projetos, novas narrativas e novas experimentações dentro da literatura.
Tenho o desejo de continuar escrevendo — seja em forma de crônicas, poemas ou romances — sempre buscando manter esse olhar sensível sobre a vida. Mais do que um ponto de chegada, vejo este livro como o primeiro de muitos, um passo importante em uma trajetória que ainda tem muito a dizer.

O que te inspira escrever?
A vida e a oportunidade de conhecer, cotidianamente, histórias diversas é, por si só, inspirador.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Sim, o livro merece ser lido porque oferece uma experiência sensível e verdadeira, capaz de tocar o leitor de forma íntima.
O que o torna especial é o olhar atento para as pequenas coisas da vida — cenas simples, memórias do interior, relações familiares — que ganham profundidade por meio de uma escrita poética e ao mesmo tempo próxima da oralidade. As crônicas não apenas contam histórias, mas despertam sentimentos: fazem sorrir, silenciar e, muitas vezes, lembrar.
Além disso, há um forte senso de pertencimento ao longo da obra. O leitor se reconhece nos personagens, nas situações e nas emoções. É esse poder de transformar o cotidiano em algo significativo e universal que encanta e permanece mesmo após a leitura.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Trabalho com a Scortecci desde 2014, quando publiquei meu primeiro livro.

Obrigado pela sua participação.

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08 maio, 2026

Lúcia Vasconcelos - Autora de: ENTRE LINHAS, LETRAS E MEMÓRIAS

Lúcia Vasconcelos
Nasceu em Cipó, Bahia em 1946.Mora no Rio de Janeiro e, aos 70 anos publicou seu primeiro livro Poetizando aos 70... Dois anos depois publicou Encantamento de Viver- Poesias e Crônicas.
Em 2022 publicou Poemas que fiz. Histórias que não contei. Todos saíram pela Scortecci Editora. Também participou de várias Antologias.



Entre Linha, Letras e Memórias

A autora conta um pouco da sua história e como escritora nos últimos dez anos quando começou. Além disso, oitenta sete novos poemas de sua autoria fazem parte da obra.







ENTREVISTA

Olá Lúcia. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Falo um pouco da minha trajetória de dez anos como autora e poemas inéditos.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Depois de quatro anos, achei que seria o momento adequado para uma nova publicação. Minha obra destina-se a um público sensível à poesia, independente da idade.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Não é meu primeiro livro. Na verdade, é a quarta publicação. Mais um sonho realizado.

O que te inspira escrever?
O desejo de mostrar coisas simples que tocam a alma. A natureza, o amor, amizades, família e o principal: A alegria de viver.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
O livro merece ser lido pelo carinho dedicado à sua produção. Além disso, a emoção de mostrar que, não existe momento certo para expressar sentimentos de amor e gratidão.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Em 2016, publiquei meu primeiro livro pela Scortecci, por indicação de um professor amigo da minha filha. A parceria tem dado certo.

Obrigada pela sua participação.

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07 maio, 2026

Cristina Gláucia Schreiner da Mota - Autora de: JANELAS DA MEMÓRIA

Cristina Gláucia Schreiner da Mota
Nasceu em Campo Mourão (PR), em 12 de janeiro de 1956, filha de Francisco Schreiner Filho e de Emma Elza Wurth Schreiner, pioneiros de Campo Mourão. Casada com Antônio Jorge Pereira da Mota, são pais de Francisco José e Franciane e avós de Matheus e Cecília.
Escritora e historiadora das famílias: Schreiner, Wurth, Kohlbeck, Robl, Assis Mota e Lanz Salin.
Publicou os livros: A Família Schreiner: Rumo ao Novo Mundo, em coautoria com Avelino Américo Schreiner (Edição esgotada – 2ª Edição e-book). Em 2010, colaborou, colhendo depoimentos, inclusive o seu próprio, que intitulou “Um parente especial”, para o livro “O Padre Sorriso: A Vida do Padre Francisco Robl, SCJ”.
Em 2012: Wurth — Descendências e Memórias — De Baden-Baden ao Pioneirismo em Campo Mourão. Em 2018: Um olhar sobre a Família Assis Mota - Na Travessia do Tempo. Em 2022, publicou o livro A Família Kohlbeck de Fleky para o Brasil Afora — Vovó Maria Kohlbeck Puxa o Fio da Memória dos Descendentes...
Participação na obra Caminhos “in” Versos e Prosas — Antologia de Autores Mourãoenses, volumes V, VI, VII e VIII. Entre outras..

Janelas da MEMÓRIA Família Lanz Salin
Neste livro, faz um breve resgate e relata importante fase do casal Gustavo e Elizabete Lanz Salin, que sai do Rio Grande do Sul (Comunidade de Rochedo, Igrejinha) rumo ao Paraná com cinco filhos, no ano de 1924, em busca de uma vida melhor para seus filhos. A pesquisa contempla várias gerações e revela a gama de parentescos da família Lanz Salin. Realiza um sonho, registrando um pouquinho da descendência de sua avó materna, Lina (Salin) Wurth, e descendentes. Uma família pequena e pouco conhecida. Espera-se que este material sirva de instrumento para futuras pesquisas genealógicas. É uma leitura agradável, repleta de nomes de descendentes de Lanz Salin e alguns relatos rememoráveis. Uma forma de homenagear familiares que carregaram o sobrenome Lanz Salin com muito orgulho.

ENTREVISTA

Olá Cristina.  É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Genealogia e histórias das Famílias Lanz e Salin.
É uma leitura agradável para você que adora pesquisas genealógicas.
O firme propósito de reunir as histórias de muitas famílias e assim, provocar reflexões que alargaram horizontes, sem contar o conhecimento por meio de fatos e fotos dos locais onde viveram os ancestrais das famílias.
A autora, Cristina Gláucia Schreiner da Mota faz o resgate e relata importante fase do casal Gustavo e Elizabete Lanz Salin, que sai do Rio Grande do Sul (Comunidade de Rochedo, Igrejinha) rumo ao Paraná com cinco filhos, no ano de 1924, em busca de uma vida melhor para seus filhos.
Relatos rememoráveis de descendentes de Lanz Salin.
Assim, este livro pode ser lido e relido, revisitado em diferentes momentos da vida, revelando novos sentidos a cada encontro.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Assim que terminei, o quarto livro... Minha Mãe, acamada há mais de oito anos, iniciou a contar fatos, histórias sobre sua Mãe, seus avós... E pensei: Vou registrar! Pois, são histórias riquíssimas para cair no esquecimento... Foi assim, que registrei tudo, para perpetuar a história da Família Lanz Salin.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sou historiadora das Famílias: Schreiner, Mota, Kohlbeck, Wurth, Lanz , Salin entre outras. E, também estudo e pesquiso famílias correlatas.
Este, é o quinto sonho realizado, sendo quatro através da SCORTECCI.

O que te inspira escrever?
O que me inspira escrever, é saber que as histórias de Família ficarão registradas enquanto o LIVRO durar! Até 200 anos. Assim, meus escritos ficarão para posteridade.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Este livro encantará todos os descendentes da Família Lanz Salin e aqueles que adoram saber mais e mais sobre famílias da etnia alemã. Contempla histórias da Família jamais registradas... Sem contar a importante Genealogia Lanz Salin.
A cada leitura, provocará reflexões e recordará fatos que levará a pesquisar e entender melhor como seus antepassados viviam e lutaram pela vida.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
A Scortecci Editora está chegou na vinha vida para realizar os sonhos... Este já é o quarto sonho realizado através desta conceituada Editora.

Obrigada pela sua participação.
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