27 outubro, 2026

Alfredo Assumpção - Autor de: CHUCK & LIA: NO FUNK COM AMOR

É autor de 16 livros, incluindo poesia, liderança, negócios, economia política, filosofia, romance. É formado em economia, com pós graduação em desenvolvimento de pessoas e Master of Arts in Human Resources Management. Tem certificado de proficiência em inglês pela Universidade de Michigan.
Trabalhou no mundo corporativo de 1970 até 1992, quando inicia seu período empresarial tendo fundado a maior empresa de retained executive search consultant da América Latina. É comendador por 3 vezes. Foi homenageado em Nova Iorque e Moscou. Foi palestrante para executivos de alto nível tendo palestrado para próximo de 25.000 executivos no Brasil e no exterior. É músico, compositor e cantor, tendo mais de 400 músicas distribuídas nas plataformas digitais. No Youtube tem mais de 500 vídeos em entrevistas em TVs e Rádios, além de videoclipes de músicas de sua autoria.
Aposentou-se em 2016 para se dedicar à poesia, literatura e música.

A música “Chuck & Lia no Funk com Amor” representa, na sua plenitude, mais do que o livro de mesmo nome, que vai além de um simples romance. O livro é uma confissão de amor que se eterniza nas suas páginas. Nele o Funk se torna a sublimação do amor dos personagens, tendo a banda Rio Sound in Black colorindo e ritmando o enredo. É um passeio feliz desde os anos 1960 até os dias atuais, no Brasil e nos EUA. Não é apenas literatura romanceada na forma de ficção, mas a história viva do Funk em todas as suas vertentes. O fundo musical conta com 32 Funks em todos seus estilos. Recomendo fortemente a leitura do romance e ouvir as músicas ou assistir os vídeos, incluindo a banda Rio Sound in Black. Seja feliz com a leitura, ouvindo as canções e dançando nesse verdadeiro conto de fadas. O Funk aqui sendo ouvido é apenas uma introdução da grandeza desse livro idílico, que nos leva ao paraíso literário de alto nível, com músicas que tentam completar a viagem. Essa que nunca termina, porque reinará absoluta no imaginário dos leitores, através dos seus próprios sentimentos e poder de imaginação, eternizando-se nas suas almas. E, viva o Funk romanceado, tocado, cantado, dançado e sentido.

ENTREVISTA

Olá Alfredo.

Do que trata o seu Livro?
É um romance idílico, ficção apoiada na realidade, tendo como pano de fundo a história do Funk desde os anos 1960 até os dias atuais, envolvendo 4 gerações de personagens. É um livro que nos leva a acreditar nos contos de fadas tal seu romantismo e textos poéticos, sem deixar de visitar a realidade sobre o Funk e de como o gênero se diversificou e foi tocado mundo afora. Para se ter uma ideia do que falo 34% das músicas tocadas atualmente nas plataformas digitais são Funk, em suas diversas modalidades. Mostra a diferença entre o Funk genuíno, criado nos anos 1960 por James Brown e o Funk atual tocado no Brasil, que é mais na linha do Hip-Hop, um ritmo derivado do Funk, oriundo do Miami Bass. Então, ler o livro é entender o "On The One", batida forte no primeiro tempo do compasso do ritmo. O que caracteriza o Funk original. O livro entra também pela história das gravadoras e como tiveram que lidar com a pirataria, trazendo os ups and downs da indústria até o momento atual em que enfrentam as IAs.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia surgiu normalmente à medida em que compunha meus Funks. Comecei a perceber as diferenças dos estilos, desde o Pancadão até o Funk Melody. Descobri que grandes cantores que admiro não eram os cantores de Rock&Roll como os tinha na minha cabeça. Na minha pesquisa, quanto mais me aprofundava, mais me divertia e mais me alertava sobre a qualidade deste gênero cativante. Havia dançado e tocado o Funk na minha juventude, sem saber que era Funk. Jackson 5 eram funkeiros. Steve Wonder era Funkeiro. Aretha Franklin era a rainha do soul, mas era também funkeira. Enfim, James Brown pegou o Jazz, o Blues, o R&B e o Soul e juntou-os sob a égide da batida "On The One", batida forte no primeiro tempo do compasso. Assim nasceu o Funk. Então, toda essa negritude chega ao Brasil nos anos 1970, onde tínhamos o Tim Maia, para ficar com somente um exemplo, cantando e tocando Funk no Brasil. O Livro vai a fundo nessa história toda desmistificando o segredo do Funk e colocando o gênero no seu romantismo também, como somente a gravadora Motown sabia fazer. Como exemplo temos os The Temptations. Além de Michael Jackson e Prince, dois grandes fãs do James Brown e que foram também funkeiros. Sem contar com David Bowie e Paul McCartney, este último tendo gravado com Steve Wonder e Michael Jackson. Paralelo à esta verdadeira aula sobre a história do Funk e das gravadoras temos o romantismo de Chuck & Lia, além da Banda Rio Sound in Black, criando a dinâmica do enredo. É uma obra para todos os públicos. Tenho recebido muitos elogios de diferentes tribos. Desde intelectuais dedicados à literatura, como também músicos e artistas do mundo da música, além de produtores musicais. É um livro com uma história linda e que se aprofunda na realidade do Funk.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Esse é meu 16º livro. Tenho livros na área de negócios, sobre liderança, poesia, filosofia e romances. Amo escrever. Sou contido por minha coluna. Porque além de me dedicar ao violão, usualmente dedico-me horas na frente do computador escrevendo livros ou letras de músicas. Trabalhei como executivo e empresário por 46 anos. Resolvi me aposentar em 2016 para me dedicar exclusivamente à minha literatura, minha poesia e música. Um sonho que trazia desde a adolescência. Com apenas 16 anos de idade compus minha primeira música. Atualmente, se buscar nas plataformas digitais (Spotify, Deezer, Apple, etc...) encontrará algo próximo de 400 músicas de minha autoria. No Youtube posso ser encontrado em mais de 500 vídeos. Em suma, depois de fazer muito sucesso no meu ramo (Retained Executive Search Consultancy), tendo inclusive sido citado pela Revista Business Week como um dos mais influentes headhunters do planeta, resolvi deixar o mundo corporativo no auge da carreira para me dedicar ao meu sonho de criança. E, fiquem preparados que já tenho outro livro sendo editado pela Scortecci. E, tenho outro na cabeça sendo elaborado. Enfim... amo o que faço. Realizo-me fazendo o que gosto.

O que te inspira escrever?
Escrever para mim é viver a solitude. Que não é a solidão, que traz lamentos e tristeza além de melancolia. A solitude nos permite viajar na nossa vida interior, possibilitando-nos criar um mundo exclusivo para vivenciarmos. É quando criamos mundos mais felizes e mais gostosos de viver do que essa alucinação do cotidiano, cheio de incertezas e máculas causadas pelo próprio ser humano. Então, escrever tem como causa a inspiração (que vem do espírito - uma divindade maior) que joga uma ideia para que nossa alma (crenças, valores, atitudes e conhecimentos) consiga através do corpo transformar a ideia que chegou com a inspiração em algo real. É assim que funciona. Explico tudo isso com muita clareza em meu livro "Felicidade, o Deus Nosso de Cada Dia - onde, como e quando encontrá-Lo". Também pode ser encontrado em meu livro sobre liderança "Gestão Sem Medo - como ser feliz no mundo corporativo". É esse equilíbrio entre Espírito, Alma e Corpo que me permite realizar tudo com felicidade, incluindo escrever meus livros.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
O que ele tem de especial capaz de encantar leitores? É um romance idílico, onde prevalece o amor e o romantismo, escrito de forma poética. Uma história com um enredo que estimula continuar lendo porque o leitor ou leitora vai se descobrindo e/ou se colocando no mundo da ficção, trazendo a história do livro em contraponto com a própria história. Além disso, tem muita informação histórica sobre o mundo da música, em especial do Funk, o que muitos, na sua grande maioria, nunca haviam se deparado. Então o livro desperta o interesse desde sua primeira página até a 416ª. Tenho um seguidor que já o leu por quatro vezes e ainda continua descobrindo a beleza em diferentes parágrafos. Outra coisa interessante é que o livro conta com 32 letras de músicas Funk no seu corpo, que funcionam como uma estrada de tijolinhos amarelos por onde amantes poderão caminhar. São dois álbuns de Funk, lançados nas plataformas digitais, cujas músicas poderão ser ouvidas para inspirar o leitor ou leitora mais ainda, fazendo com que se apaixone pela história sendo narrada no livro. Cada uma dessas músicas quando as ouço me remete para a passagem sendo narrada no livro. É um encanto esse casamento de música e literatura romanceada.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Eu era um autor da Saraiva. Não gostava da forma como me tratavam. Então descobri a Scortecci, tive um encontro com o João Scortecci, gostei do que ouvi e passei a publicar meu livros com eles. So far, so good. Temos liberdade para conversarmos e nos falarmos sobre o andamento dos projetos. Sou sempre bem atendido quando necessito de algo. A Fernanda Scortecci é um baita suporte para o autor.

Obrigado pela sua participação.


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26 outubro, 2026

Celso Testa Marques - Autor de: ... E AGORA, SUELY? O QUE FAÇO COM ESTAS ESTRELAS SOBRARAM POR AQUI...?

Celso Testa Marques
É proprietário de uma pequena empresa de consultoria comercial. Consultor na área comercial, vendas e marketing.
Seu primeiro livro, publicado em 1989, foi Mania de Esperança (Ed. Scortecci), e depois em 2011, foi Direito de Resposta (Ed. Scortecci).

E agora Suely? O que faço com estas estrelas sobraram por aqui...?
Sou proprietário de uma pequena empresa de consultoria comercial. Consultor na área comercial, vendas, marketing, produtos e por vezes “fazedor” de textos para o segmento e para simples sonhos e emoções!... Sobre a obra, às vezes nem eu entendo... basta uma frase, um comentário, uma foto, enfim, o texto fica pronto na mente e, rapidamente, tenho que colocar no papel. Não tenho a pretensão de ser poeta, talvez um “poeta enrustido”. Não tenho base suficiente para respeitar métricas, regras e outros valores da nossa língua portuguesa; tenho a ousadia de, mesmo assim, colocar no papel e transformar em livro estas “coisas” da vida! 

ENTREVISTA

Olá Celso. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
A emoção de homenagear o que acho de mais puro, verdadeiro e belo: A Mulher.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Eu sempre encontro um motivo para reconhecer um relacionamento, efêmeros, duradouros, ou, não ...o motivo maior é a paixão!

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Já tenho 2 outros livros publicados, tenho a ousadia de colocar no papel textos simples, me faz bem...

O que te inspira escrever?
Um sentimento muito diferente, nasce na mente, instigado por uma frase ouvida, uma imagem, um comentário qualquer...acho às vezes até meio estranho...

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Como disse tenho a ousadia de falar de uma paixão, amor, renúncia e etc...

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Conhecimento prévio desse 1989, sempre reconheci a iniciativa como importantíssimo para a cultura...

Obrigado pela sua participação.
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24 outubro, 2026

Claudia Isadora Fernandes de Oliveira - Autora de: A VERDADE EM MARCHA

É revisora, servidora concursada desde 2002. Fez Licenciatura em Letras Português/Inglês pela UNG e pós-graduação em Arteterapia e Língua Portuguesa.
Publicou outros livros pela Editora Scortecci: Alatina, a Gênia Moderna e, agora em janeiro de 2026, O Banheiro. Claudia também é ativa nas redes sociais. No Instagram e no Youtube:
@claudiaisadorafernande

É um compilado de três histórias principais e textos adicionais, relacionados à temática apresentada em cada conto:
1. “A verdade em marcha” fala sobre uma juíza que covardemente sofre uma tentativa de assassinato, conto livremente inspirado no caso da juíza Patrícia Acioli.
2. “Da anestesia às canções” é sobre um médico viciado em opioide que resolve mudar de vida.
3. “Eu fui um soldado nazista na reencarnação passada” trata de um grupo de pessoas que se lembram de uma reencarnação como soldados nazistas e decidem se reunir num galpão para trocar ideias. 
A intenção deste livro é falar sobre assuntos sensíveis que frequentemente são inseridos no nosso cotidiano e que requerem uma mudança urgente na sociedade: não podemos mais conviver com a falta de segurança e a corrupção; profissionais da saúde precisam ter boa saúde mental; nazismo e ideologias similares, como, atualmente, o ódio aos palestinos, têm que ser combatidos desde o início para não virar uma bola de neve destruidora, como aconteceu no passado e acontece agora, por exemplo, na guerra entre Israel e Hamas. À primeira vista, podem ser temas díspares entre si, mas, se olharmos bem, é o que enfrentamos no dia a dia, seja pelas notícias que vemos na TV, seja pelo que presenciamos ao frequentar um centro de saúde. Vivemos num ambiente doentio, que dá ensejo para que o mal se faça presente, infelizmente. A sociedade precisa caminhar rumo a um equilíbrio sadio para todo mundo, em todas as esferas. A sociedade precisa de paz. A sociedade precisa de saúde. A sociedade precisa de nós, cidadãos e cidadãs, vivendo no bem.

ENTREVISTA

Olá Claudia Isadora. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
"A Verdade em Marcha, e outros Contos &Textos": São contos que eu já tinha escrito há algum tempo, mas resolvi juntar os “3 irmãos”, juntamente com outros textos co-relatos à temática, num único livro físico.
1. Conto: "A verdade em marcha" fala sobre uma juíza que covardemente sofre uma tentativa de assassinato, conto livremente inspirado no caso da juíza Patrícia Acioli.
2. Conto: "Da anestesia às canções” é sobre um médico viciado em opioide que resolve mudar de vida.
3. Conto: "Eu fui um soldado nazista na reencarnação passada" trata de um grupo de pessoas que se lembram de uma reencarnação como soldados nazistas e decidem se reunir num galpão para trocar ideias".

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Ao observar fatos cotidianos que traziam um forte sentimento de injustiça, de comiseração, de vontade de ajudar os outros, é que me surgiu a ideia de escrever esses contos. A obra se destina ao público adulto, que se sensibiliza com as questões (corrupção, vício, totalitarismo, entre outros) apresentadas e que deseja uma sociedade melhor.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Já escrevi outros livros, pela Editora Scortecci: A Alatina, a gênia moderna; o Banheiro. É um novo sonho que vem a se somar aos outros sonhos já realizados.

O que te inspira escrever?
A vida me inspira a escrever: a vontade de deixar um legado que possa, de alguma forma, ajudar os outros que estejam passando pela mesma situação a mudarem a visão de mundo, como a minha já foi mudada pelos muitos livros que eu já li na minha vida inteira.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
O meu livro merece ser lido, porque ele traz importantes reflexões sobre temas que incomodam a sociedade. O meu intuito foi que, ao lê-lo, surgisse a vontade de fazer diferente, de mudar a sua realidade. O encanto do meu livro surge desta perspectiva: ao ler sobre assuntos que trazem indignação, consternação, empatia, entre outros, as pessoas se identifiquem e busquem outras alternativas para o seu cotidiano.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Já conheço a Scortecci desde 2016, quando eu lancei o livro: Alatina, a Gênia Moderna. Na época, eu pesquisei na internet, vi as avaliações, contratei e gostei muito do trabalho, da seriedade e do profissionalismo com que fazem o livro, então, eu passei a utilizar a editora para os próximos livros.

Obrigada pela sua participação.

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23 outubro, 2026

Carlos Magno Pereira - Autor de: VEREDAS DO INFINITO

Nasceu no Sul de Minas Gerais, aos pés da Serra da Mantiqueira. Médico, cirurgião, homeopata e estudioso da Medicina Tradicional Chinesa, sempre conciliou o exercício da ciência com o interesse pela filosofia, pela espiritualidade e pela arte.
Músico amador, dedicado ao violino e ao piano, poliglota, poeta e autor de diversos livros, encontra na literatura um espaço de reflexão sobre a condição humana e sua busca pelo transcendente.
Reside em São Paulo, onde exerce a Medicina e prossegue sua atividade literária.

Conduzido por visões, encontros e provas que o confrontam com a culpa, o orgulho, o sofrimento e o amor, o protagonista deste livro percorre florestas interiores, vales de expiação e montanhas de sublimação, numa peregrinação que o levará da queda à esperança, da dor à luz. Ao longo dessas veredas, a presença luminosa de Clara torna-se guia, promessa e símbolo do amor que ultrapassa o tempo e toca o eterno. Em versos de inspiração clássica (em diálogo com Dante Alighieri) e ressonância filosófica, Veredas do Infinito — Quando a Alma desperta é um romance épico tecido sob as regras da terza rima; um poema em cantos sobre redenção, fé e transformação — uma obra que convida o leitor a reconhecer, nas próprias sombras e escolhas, o caminho secreto que conduz ao infinito.

ENTREVISTA

Olá Carlos. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Romance em versos clássicos hendecassilábicos e em "terza rima", baseado na Divina Comédia de D. Alighieri, transposto para os dias de hoje.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Já tinha vontade de escrever nesse estilo clássico, metrificado desde adolescente e, com o surgimento da Inteligência Artificial, se tornou viável, pois é muito difícil e demorado construir uma obra em rimas clássicas (Dante demorou quase duas décadas de dedicação exclusiva de sua vida para tal e eu não tenho provavelmente mais esse tempo).

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
É o décimo-terceiro livro escrito. Já tinha escrito com o apoio da Scortecci em 2012 (ecologia e sustentabilidade) e, depois, passei a escrever e a publicar também pelo "site" da Amazon, pelo qual publiquei livros de ficção científica (sobre o domínio da I. A.sobre o ser humano -- assunto tão em voga e debatido hoje em dia e já o considerava há mais de meias década, com o título de "A. I. Land", em inglês / libreto); auto-ajuda na área da saúde (sou médico); contos; poesias; romance semi-autobiigráfico, etc.

O que te inspira escrever?
Sempre fui um assíduo leitor, desde a adolescência e amo a arte e a Literatura é uma arte, das mais nobres. Mas parece que há uma inspiração e uma força que vem de alhures e nos incentiva e impulsiona -- obriga mesmo -- a escrever, às vezes até além de nosso controle e disposição, em que sentamos e escrevemos sem tempo para dormir e/ou até se alimentar ou cuidar de nós mesmos, mas é satisfatório no final; o que frustra é a dificuldade de se fazer conhecido e lido (por isso até escrevo em outros idiomas -- conheço nove -- e já fui lido nos continentes americano, europeu, asiático e Oceania por mais de 500 "downloads" de meus e-book do Amazon, principalmente o de auto-ajuda (libreto: "Unshaken Faith, amazing power of the mind - healing of diseases").

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Uma leitora, também autora na Scortecci e psicóloga comentou da seguinte forma a leitura desse meu livro: "a gente termina a leitura dele melhor do que começou e vale a pena; é muito lindo!"
Trata-se de uma obra sobre o Amor e a evolução de nós mesmos, através do autoconhecimento e superação de nossas mazelas, no caminho de ascensão a Deus, amparado por amigos como anjos-da-guarda e um amor além dos tempos e espaço.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Tinha informações de que era uma editora séria e conceituada e, desde 2012, a escolhi como uma das minhas parceiras. Tive propostas de outras editoras no mesmo estilo, mas já conhecia a Scortecci e preferi manter o vínculo com ela.

Obrigado pela sua participação.
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08 outubro, 2026

Elvio Marques da Silva - Autor de: COMO CUIDAR BEM DE SEU CORAÇÃO

Elvio Marques da Silva
É médico cardiologista pela Faculdade de Medicina de Itajubá e especialização em Cardiologia pelo Hospital da Beneficência Portuguesa de São Paulo, Serviço do Professor E. J. Zerbine; mestrado em infectologia pela Faculdade de Medicina da UFMG; reside em Itaúna-MG, em atividade na Casa de Caridade Manoel Gonçalves de Souza Moreira há mais de quarenta anos como cardiologista e clínico. Atua na ILPI Assopoc em Crucilândia/MG atuando na área de geriatria. Ex professor da Faculdade de Medicina, Farmácia da Universidade de Itaúna. Com inúmeros artigos científicos publicados em congressos médicos e revistas de circulação nacional. Publicou em 2018 o livro O médico que virou paciente.

Como cuidar bem de seu coração - 
O que você precisa saber para deixar seu coração saudável
Em Como cuidar bem de seu coração, o leitor encontra conhecimento científico atualizado e apresentado de forma clara sobre as doenças do coração mais comuns e frequentes, com ênfase na prevenção, e conceitos alinhados às diretrizes nacionais e internacionais das sociedades de cardiologia no Brasil e no exterior. Nos trinta e sete capítulos, frutos de artigos publicados para a população, são apresentados os mais variados assuntos referentes à saúde do coração, desde doenças mais comuns, como hipertensão arterial, ataque cardíaco ou infarto do miocárdio, até a doença das valvas. A importância das vacinas, os efeitos do álcool, tabagismo, sobrepeso e obesidade estão presentes. A mudança no estilo de vida, os alimentos amigos e inimigos do coração são detalhados. Novos exames para o diagnóstico da arteriosclerose estão descritos, bem como a relação entre a covid-19 e o coração. Aborda-se ainda a espiritualidade e sua importância, além das dificuldades do paciente cardíaco no tratamento e entendimento de sua doença. A pressão alta ou hipertensão arterial aparece com muita ênfase em vista de sua enorme frequência em nosso meio, com alertas importantes. Enfim, este livro expõe décadas de aprendizado em enfermarias e atendimentos na cardiologia e tem como propósito, através de linguagem simples e textos objetivos, levar informação à população sobre como fortalecer e cuidar bem de seu coração. Cabe a cada um de nós conhecer, aprender e prevenir as doenças do coração, principal foco desta singela obra.

ENTREVISTA

Olá Dr. Elvio. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
O livro nos ensina o que fazer para mantermos um coração sadio, como se prevenir das doenças cardiovasculares. Trata também das doenças mais frequentes que na atualidade afetam o coração.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Surgiu do amor pelo coração e principalmente para passar para a população a experiência de mais de quatro décadas cuidando dos corações.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Hoje como um livre pensador, me realizo escrevendo, lendo e dentro de minhas possibilidades repassando às pessoas o que aprendi. Este é um sonho realizado.

O que te inspira escrever?
Escrever para min é uma das maneiras de contribuir para o conhecimento, além de terapia para o corpo, alma e espírito.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Este livro merece ser lido porque com uma linguagem simples e objetiva nos leva ao conhecimento e reflexão sobre o coração e estilo de vida.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Através de um colega escritor, enfim uma boa indicação.

Obrigado pela sua participação.
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04 outubro, 2026

Noêmia Figueiredo e Ramilly Vieira - Autoras de: DO CAOS, POESIA!

Autora de "Das Gavetas do Meu Peito", "Contrapartidas", "O Sonho Colorido de Abayomi Ayo". Aprendiz de Escrita Livre Terapêutica segue deixando a escrita mostrar o caminho.

Ramilly Vieira
Faz parte da nova geração de escritoras e poetas da periferia de SP. Seus versos são descobertas, sentimentos e também gritos de esperança.




Mulheres criam, recriam e reinventam o universo ao redor; sobrevivem às agonias recorrendo a poesia. A escrita é livre, é terapêutica e despretensiosa. São vozes, sussurros e desabafos de gerações que se encontram nessa mistura de textos. Cada frase ou verso, é como um grito de esperança ou de cansaço. Mas pode ser também um abraço para quem não desistiu de (se) procurar na força das palavras. Vem ver, se ler, se ver.



ENTREVISTA

Olá Noêmia e Ramilly. É um prazer contar com a suas participações na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Noêmia: A Poesia, tanto escrita quanto declamada, tem ajudado muitas pessoas a suportar os desafios cotidianos, coletivos e particulares.
O livro vem para nos lembrar que somos capazes de lidar com o caos através do respiro que a escrita nos proporciona.
Ramilly:  Poesias que ganharam vida atrás de conflitos, emoções, sentimentos e situações vividas, como se fosse relatos transformados em rima, estrofes e versos.
 

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Noêmia: A ideia desse projeto, surge do desejo do Professor Gilvan ajudar sua aluna Ramilly Vieira organizar e publicar seus textos. Nós demoramos demais para acreditar que nossos sonhos e nossas vozes podem multiplicar. E estender a mão para caminhar junto, é muito importante para quem vive nas margens.
Gilvan me fez o convite, reunimos os textos e toda a organização ficou por conta dele. E do caos, surge nossa parceria, nossas poesias...
Ramilly:  A ideia surgiu em 2022 na escola, quando o meu professor de história, Gilvan, fez esse convite para fazer o livro e incentivando a fazer da minha dor, algo bonito, ele foi o princípio de tudo e o motivo para que as poesias que estavam em um bloco de notas hoje fazer parte de um livro, ele planejou e estruturou tudo para que esse sonho fosse possível, e eu diria que o público alvo são as pessoas intensas que procuram sua intensidade na poesia.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Noêmia: Meu primeiro livro publicado foi em fevereiro de 2025, “Das Gavetas Do Meu Peito”. Mas escrever sempre foi um hábito que me ajudou a atravessar várias fases da vida. Publicar os poemas parecia um sonho distante; a gente se boicota o tempo todo! Depois de um afastamento longo no trabalho por questões de saúde, refleti sobre esse papel da escrita em minha caminhada. Comecei a revirar as gavetas e cadernos com meus desabafos, e percebi que estava deixando um sonho morrer. E eu estava morrendo junto, na depressão, ansiedade e milhares de preocupações. Decidi publicar, fiz o lançamento com os meus amigos e familiares na Livraria Martins Fontes em SP, e pude me sentir viva novamente! Já participei de outras coletâneas, lancei um livro infantil de forma independente e sigo aprendiz...
Ramilly:  É a minha primeira vez participando de um livro, mas há muitos planos pra que hajam cada vez mais livros com o meu nome, sempre foi um sonho e viver isso está sendo incrível, e imaginando o que vem pela frente só me deixa mais ansiosa, espero ser autora de muitos livros!

O que te inspira escrever?
Noêmia: Tudo inspira quando estamos dispostos a olhar com cuidado as pessoas, a Natureza, nossas dores, alegrias, emoções... a Vida! E eu acredito que as pessoas se conectam demais através da escrita. Com os outros e com nós mesmos.
Ramilly: O que me inspira a escrever é a vida, afinal tem seus altos e baixos mas sempre com perspectivas diferentes, reações diferentes, sentimentos diferentes e tudo que possa ser incluído, o universo é como uma bússola e o nosso futuro depende do que nós fazemos hoje no agora, isso tudo é inspirador, as pessoas inspiram, tudo ao meu redor me inspira, talvez uma cor, uma roupa, um objeto, acessório, enfim, a poesia está em tudo e as histórias estão em tudo ao nosso redor, basta ver.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Noêmia: Todo livro merece uma chance de ser lido. Sempre tem histórias por trás das histórias que registramos nos textos. E a Poesia fala com o inconsciente também. A identificação pode acontecer de forma bem natural. De repente um simples verso te abraça e te leva para um outro lugar de reflexão.
Ramilly:  O especial dele está em cada palavra escrita, porque por trás de cada palavra, há um sentido e há um motivo, cada poesia tem uma história por trás, e talvez quem esteja lendo se identifique com algo, se veja na poesia ou talvez também veja algo da sua vida naquelas estrofes, é importante que faça sentido pra quem está lendo principalmente quando o leitor consegue entender o sentido daquelas palavras e como elas também podem representar algo na vida delas.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Noêmia: A Scortecci é uma Editora conceituada em SP, outros amigos já haviam me indicado. O escritor Fabio Yabu foi um deles. Mas infelizmente não consegui me organizar naquele momento. Depois veio o Professor Gilvan, que também já realizou trabalhos com a Editora. E cá estamos!
Ramilly:  Pelo professor Gilvan! Seus planos de fazer o livro me trouxe a conhecer a Scortecci.

Obrigada pela suas participações.
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