07 maio, 2026

Cristina Gláucia Schreiner da Mota - Autora de: JANELAS DA MEMÓRIA

Cristina Gláucia Schreiner da Mota
Nasceu em Campo Mourão (PR), em 12 de janeiro de 1956, filha de Francisco Schreiner Filho e de Emma Elza Wurth Schreiner, pioneiros de Campo Mourão. Casada com Antônio Jorge Pereira da Mota, são pais de Francisco José e Franciane e avós de Matheus e Cecília.
Escritora e historiadora das famílias: Schreiner, Wurth, Kohlbeck, Robl, Assis Mota e Lanz Salin.
Publicou os livros: A Família Schreiner: Rumo ao Novo Mundo, em coautoria com Avelino Américo Schreiner (Edição esgotada – 2ª Edição e-book). Em 2010, colaborou, colhendo depoimentos, inclusive o seu próprio, que intitulou “Um parente especial”, para o livro “O Padre Sorriso: A Vida do Padre Francisco Robl, SCJ”.
Em 2012: Wurth — Descendências e Memórias — De Baden-Baden ao Pioneirismo em Campo Mourão. Em 2018: Um olhar sobre a Família Assis Mota - Na Travessia do Tempo. Em 2022, publicou o livro A Família Kohlbeck de Fleky para o Brasil Afora — Vovó Maria Kohlbeck Puxa o Fio da Memória dos Descendentes...
Participação na obra Caminhos “in” Versos e Prosas — Antologia de Autores Mourãoenses, volumes V, VI, VII e VIII. Entre outras..

Janelas da MEMÓRIA Família Lanz Salin
Neste livro, faz um breve resgate e relata importante fase do casal Gustavo e Elizabete Lanz Salin, que sai do Rio Grande do Sul (Comunidade de Rochedo, Igrejinha) rumo ao Paraná com cinco filhos, no ano de 1924, em busca de uma vida melhor para seus filhos. A pesquisa contempla várias gerações e revela a gama de parentescos da família Lanz Salin. Realiza um sonho, registrando um pouquinho da descendência de sua avó materna, Lina (Salin) Wurth, e descendentes. Uma família pequena e pouco conhecida. Espera-se que este material sirva de instrumento para futuras pesquisas genealógicas. É uma leitura agradável, repleta de nomes de descendentes de Lanz Salin e alguns relatos rememoráveis. Uma forma de homenagear familiares que carregaram o sobrenome Lanz Salin com muito orgulho.

ENTREVISTA

Olá Cristina.

Do que trata o seu Livro?
Genealogia e histórias das Famílias Lanz e Salin.
É uma leitura agradável para você que adora pesquisas genealógicas.
O firme propósito de reunir as histórias de muitas famílias e assim, provocar reflexões que alargaram horizontes, sem contar o conhecimento por meio de fatos e fotos dos locais onde viveram os ancestrais das famílias.
A autora, Cristina Gláucia Schreiner da Mota faz o resgate e relata importante fase do casal Gustavo e Elizabete Lanz Salin, que sai do Rio Grande do Sul (Comunidade de Rochedo, Igrejinha) rumo ao Paraná com cinco filhos, no ano de 1924, em busca de uma vida melhor para seus filhos.
Relatos rememoráveis de descendentes de Lanz Salin.
Assim, este livro pode ser lido e relido, revisitado em diferentes momentos da vida, revelando novos sentidos a cada encontro.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Assim que terminei, o quarto livro... Minha Mãe, acamada há mais de oito anos, iniciou a contar fatos, histórias sobre sua Mãe, seus avós... E pensei: Vou registrar! Pois, são histórias riquíssimas para cair no esquecimento... Foi assim, que registrei tudo, para perpetuar a história da Família Lanz Salin.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sou historiadora das Famílias: Schreiner, Mota, Kohlbeck, Wurth, Lanz , Salin entre outras. E, também estudo e pesquiso famílias correlatas.
Este, é o quinto sonho realizado, sendo quatro através da SCORTECCI.

O que te inspira escrever?
O que me inspira escrever, é saber que as histórias de Família ficarão registradas enquanto o LIVRO durar! Até 200 anos. Assim, meus escritos ficarão para posteridade.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Este livro encantará todos os descendentes da Família Lanz Salin e aqueles que adoram saber mais e mais sobre famílias da etnia alemã. Contempla histórias da Família jamais registradas... Sem contar a importante Genealogia Lanz Salin.
A cada leitura, provocará reflexões e recordará fatos que levará a pesquisar e entender melhor como seus antepassados viviam e lutaram pela vida.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
A Scortecci Editora está chegou na vinha vida para realizar os sonhos... Este já é o quarto sonho realizado através desta conceituada Editora.

Obrigada pela sua participação.
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Ari Lins Pedrosa - Autor de: O GALINHEIRO

Ari Lins Pedrosa
Publicou trinta livros, sendo sete de livros infantis
Nasceu em 19 de novembro de 1958, em João Pessoa, mas reside em Maceió (AL) desde 1964, devido à transferência do pai, funcionário público federal, de Guarabira. Formado em Ciências Contábeis no Centro de Estudos Superiores de Maceió – CESMAC/FACCON, e pós-graduado em Auditoria, Controladoria, Finanças e Gestão, trabalha como auditor na Eletrobras Distribuição Alagoas. Foi  diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Urbana no Estado de Alagoas e conselheiro deliberativo da Fundação Ceal Assistência Social e Previdência. 

Como esportista foi quarto lugar nos “VIII Jogos Escolares Brasileiros – Jeb’s”, em 1976, com a Seleção Alagoana de Handebol, em Porto Alegre (RS); Medalha de Honra ao Mérito em reconhecimento pela colaboração ao handebol de Alagoas e consta na foto da Seleção Universitária dos “XXX Jogos Universitários Brasileiros – Jub’s”, em João Pessoa em 1979, publicada no livro Handebol – 2ª edição, de Paulo Nagy Kunsagi. Na literatura, Ari Lins é um poeta que acredita nas construções poéticas; na empresa em que trabalha desenvolve projetos literários como o “Mosquitinho Poético”.

Em Maceió, coordena o “Concurso Nacional de Poesias – Folhas Notas Literárias”, sempre dando o nome de um poeta alagoano aos prêmios para homenageá-los e divulgá-los. É editor do folheto Guerreiros da Cultura, onde divulga poesias, livros e notícias do meio literário; está à frente do projeto “Sururu de Capote” desde 1996, inspirado na “Corrente Poética” do paranaense Carlos Barros, o qual consiste em deixar um livro na rua para ser adotado; é membro da Associação Alagoana de Imprensa, além de ser sócio colaborador da Academia Palmeirense de Letras, Ciências e Artes – Palmeira dos Índios (AL). 

Participou da I Exposição de Poesias em 1981  com o poema “Retrato de Peão”; da “The State History And Art Museum”, com o poema “Jaça do Destino”, em Kaliningrad (Rússia); da II Exposição de trabalhos artísticos feito por empregados da Ceal, A Arte Que Se Faz; e do I Encontro dos Poetas Alagoanos, organizado pelo SESC em Maceió em 1990. Recebeu o 9° Prêmio Notáveis da Cultura Alagoana em 2013, pelo livro Ariel; compartilhou textos em trinta e sete antologias e é detentor de cinquenta e um prêmios literários, com quatorze livros individuais publicados; é criador do “Hainetos – composição poética”; e faz uma cachaça artesanal chamada de “Poética”, que distribui entre os amigos. Em 2014, recebeu a comenda “Cipriano Jucá” da Academia Maceioense de Letras

O Galinheiro

O conto infantil O Galinheiro narra a história de uma família composta por um galo, uma galinha, dois pintinhos e uma pintinha. A obra destaca Ivel, um dos pintinhos, preocupado com tudo e muito questionador. Deixo para vocês o julgamento dos atos do pintinho.







ENTREVISTA

Olá Ari.

Do que trata o seu Livro?
É um conto infantil, onde mostra o dia a dia de um galinheiro. Onde o pintinho Ivel é preocupado com os despedidos.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Foi no Natal 2025, na minha casa, quando meu neto Levi, mostrou a preocupação com o desperdiço do Natal, sem pensar no criador. Levi tinha 8 anos.
É para o público infantil.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Hoje são 30 livros. Entre eles sete infantis.
Meus sonhos e projetos é continua escrevendo poesia e contos.
Publicações: O Véu do Vento, A Jangada de Papel, O Pescador de Sonhos, A Jangadinha Lenira e o Sol, Pintando o Sete, Asas do Vento, Voo Utópico, O Veludo da Uva, Gota Urbana, Vogais Atrevidas e Consoantes Inibidas, O Jardineiro das Nuvens, O Colecionador de Sonhos, Meus Estados Meu País, Ariel, Bairros de Maceió: Uma Visão Poética, Os Bichos, Almanaque, Cabua, O Jardineiro das nuvens, Palavras nossas de cada dia, Psicodélico, Recreio.

O que te inspira escrever?
O mundo.
Tudo que me rodeia.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Espero que sim.
Chamar atenção das crianças, para individualismo e o desperdício de tudo no Mundo.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Este amor por esta editora, já fazem 34 anos, onde publiquei 90 porcentos dos meus livros.

Obrigado pela sua participação.
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03 maio, 2026

Su Canfora - Organizadora de: RAJADA DE TROVAS

Su Canfora

Nome literário de Sueli Maria Ferreira Canfora.
É apaixonada pela natureza onde vê a Mão do Criador, por animais, por crianças, por viagens e por histórias. Professora, contadora de histórias, escritora, poeta, compositora, artesã, radialista. Esposa, mãe e sogra. Paulistana residindo em Mogi das Cruzes (SP) há mais de trinta e cinco anos. Formada em Letras e pós-graduada em Literatura Infantil e Contação de Histórias. Fez diversos cursos e oficinas de contação de histórias; de teatro; teatro de sombras e de fantoches. Ministra oficinas de contação de histórias e de artesanato.

Rajada de Trovas

SOBRE A TROVA E A UNIÃO BRASILEIRA DE TROVADORES (UBT) - Trova é uma composição poética, sem título, com apenas uma estrofe com quatro versos heptassílabos (sete sílabas métricas ou sílabas poéticas em cada verso), com sentido completo. É o menor poema da língua portuguesa e deve obedecer a características rígidas. As rimas devem ser perfeitas, seguindo a estrutura ABAB, usada pela UBT. Pode também apresentar outra disposição, com o segundo verso se ligando ao quarto, conforme a estrutura ABCB. A composição poética possui conceituação própria e diferencia-se da quadra, da poesia de cordel, da trova gauchesca, do repente e do poema musicado da Idade Média. A trova é uma criação poética milenar e foi escrita por Camões, Fernando Pessoa, Dom Pedro II, Dom Diniz, entre outros. Atualmente, a trova é o único gênero literário exclusivo do Português. Fernando Pessoa considera que “a trova é o vaso de flores que o povo põe à janela de sua alma”. Waldir Neves afirma: “A trova é a arte de acomodar o infinito nos limites de um grão de areia”. O escritor Jorge Amado dizia: “Não pode haver criação literária mais popular, que fale mais diretamente ao coração do povo do que a trova. É através dela que o povo toma contato com a poesia e sente sua força. Por isso mesmo, a trova e o trovador são imortais”.

ENTREVISTA

Olá Sueli.

Do que trata o seu Livro?
"Rajada de trovas” é uma coletânea com quase quatrocentas trovas, falando sobre assuntos diversos. Carregadas de leveza, beleza, encantamento e reflexão. Escritas com dedicação, carinho e delicadeza, vindas do coração de vinte e um poetas trovadores.
Trova é uma composição poética, sem título, com apenas uma estrofe com quatro versos com sete sílabas métricas, ou sílabas poéticas cada verso. Deve ter sentido completo. As rimas devem ser perfeitas, rimando o primeiro verso com o terceiro e o segundo verso com o quarto (ABAB), pode também apresentar outra disposição, rimando o segundo verso com o quarto(ABCB).
A trova é a menor composição poética da Língua Portuguesa.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Fui convidada pelo Presidente Estadual da UBT(União Brasileira de Trovadores) do estado de São Paulo, Luiz Antônio Cardoso, para fundar e ser delegada da UBT em Mogi das Cruzes. Aceitei o desafio e formei um grupo com escritores e pessoas interessadas a aprender a arte da trova. Para incentivá-los a escrever, propus o desafio de uma palavra tema por semana, como objetivo, de quem sabe um dia, produzir uma antologia. Os novos poetas trovadores levaram tão a sério meu objetivo, que o sonho se concretizou bem mais cedo que pudéssemos imaginar.
A obra é destinada a todas as pessoas apaixonadas por livros e por poemas.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sou uma improvável que se fez vencer, alguém que fez do limão uma bela e forte história de superação. Tenho seis livros publicados de contos e Crônicas, poemas e infantojuvenil. Participação em mais de cinquenta antologias com contos, crônicas, poemas, fábulas, textos reflexivos e histórias infantis, entre elas, antologias bilíngues lançadas no exterior. Essa é a primeira antologia que coordeno, espero que venham outras mais. Sou esposa, mãe e sogra. Formada em Letras e pós-graduada em Literatura Infantil e Contação de Histórias. Professora, escritora, poeta, compositora, trovadora, contadora de histórias e artesã. Membro das academias ALCA/AFPESP-SP; AMBA- Minas Gerais e AMHAL-Mogi das Cruzes. Delegada da UBT Mogi das Cruzes. Membro dos grupos LITERARTE; Associado Escritor AFPESP; Café e Arte em Movimento - Sorocaba; Ponto & vírgula - Ribeirão Preto. Classificada e premiada em concursos literários, como o Sétimo Prêmio Scortecci de Poesia 2025. Em Mogi das Cruzes fui honrada com o título de Cidadã Mogiana. Participo com minhas obras e ou contando histórias em feiras e bienais em São Paulo e em outros estados. Ministro oficinas de contação de histórias, artesanato e trovas. Participo do Projeto Contação de História com Audiodescrição e Libras do escritor Laé de Souza.

O que te inspira escrever?
Tudo ao redor é inspiração: natureza, animais, crianças brincando, uma conversa alheia, um bate papo com a família ou amigos, uma mulher grávida, um lindo por do sol, a fúria da tempestade, um fato corriqueiro, um sonho dormindo ou acordado, o murmúrio do mar. Enfim, a inspiração está em tudo que vejo, toco, ouço, provo, sinto e vivo. A vida é a inspiração.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
O livro merece ser lindo porque a trova é simplesmente fascinante, dizer tanto, tão profundamente em tão pequena composição é no mínimo intrigante e extraordinário. Além do mais, o livro está carregado de sensibilidade, beleza e leveza.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Fiquei sabendo da Scortecci através de uma escritora já consagrada. Usei o livro dela em meu TCC de pós-graduação. Em uma feliz coincidência me deparei com ela nas redes sociais. Eu estava com a história para meu primeiro livro, mas não sabia para onde ir e como fazer para publicá-lo, ao pedir orientação, ela me indicou a Scortecci.

Obrigada pela sua participação.
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Maria Beatriz Del Peloso Ramos - Autora de: VOLTAS DA MEMÓRIA

Maria Beatriz Del Peloso Ramos
Carioca, professora de Literatura Brasileira, prefaciadora. Pós-graduação pela UFRJ e mestrado pela UFF. Membro da Sociedade Brasileira de Poetas Aldravianistas, desde sua fundação, com treze Antologias poéticas publicadas. Membro correspondente da ALACIB, Mariana, MG. Livros solo de Aldravias: “Aldraviares” e “Alinhavos”. Livros solo de contos: “Os simples contados”; “Os antigos contados”; “Além das águas”; “Voltas da memória.” Premiações e publicações em sucessivas edições do Prêmio Off Flip de Literatura, Paraty, RJ., nas categorias Contos e Crônica.

Voltas da memória
As crônicas e contos reunidos em Voltas da memória são parte do acervo de textos premiados, em diversas edições do Prêmio Selo Off Flip de Literatura, Paraty (RJ), já publicados em coletâneas pelo Selo Off Flip Editora.
Comoção paulistana: contemplado com o 1º lugar na antologia 50+ Tempo de escrever (2025).
Tantos dezembros: contemplado com o 1º lugar na antologia Contos, crônicas e poemas de Natal, v. II (2025).
O povo do Calunga: contemplado como Destaque na antologia Nós 4 — Textos de autoria feminina (2026).
Seis mortalhas: contemplado com o 2º lugar pelo Prêmio Off Flip de Literatura (2026).
Coqueiro vivo: contemplado como Destaque na antologia Na Rede — Narrativas infantojuvenis (2024).
Tributo à Ana: contemplado como Destaque na antologia Tchê! (2025).
Gotas de memória: publicado como texto epistolar na antologia Cartas para o futuro (2022).
Prece: contemplado como Destaque na antologia Terra (2025).
Ventaneira: contemplado como Destaque pelo Prêmio Off Flip de Literatura (2025).
Escombros: contemplado como Destaque pelo Prêmio Off Flip de Literatura (2025).
Efemeridade: contemplado como Destaque pelo Prêmio Off Flip de Literatura (2026).
Natureza-morta: selecionado como finalista pelo Prêmio Off Flip de Literatura, categoria Crônicas (2022).
Lembrança felina: contemplado como Destaque na antologia Boleiros (2026).
Um quando nenhum: contemplado como Destaque na antologia Guerra e Paz (2026).

ENTREVISTA

Olá Maria Beatriz.  É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
O tema do livro é a memória que perpassa por várias personagens ficcionais. São lembranças que evocam alguns poetas e escritores brasileiros, permitindo certa intertextualidade literária. É a memória alçada ao patamar de protagonista, em todos os contos e crônicas.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia surgiu através da percepção de que vários textos meus premiados pelo Prêmio Off Flip de Literatura versavam sobre o mesmo tema: a memória.
Tal unidade temática permitiu reunir todos os contos em um livro, cujo público alvo é o leitor de boa vontade e interessado em Literatura Brasileira.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sou professora de Literatura Brasileira e escrevo contos, há muito tempo. Sou membro fundador da Sociedade dos poetas Aldravianistas, poetas que fazem Aldravias (poema minimalista com seis palavras-verso) Tenho como projeto futuro um livro de Relatos intitulado “Os passos contados”, em andamento.

O que te inspira escrever?
O que me inspira escrever é a perplexidade com os fatos do dia a dia, quando o olhar apura algum detalhe significativo.
As palavras são, também, muito inspiradoras! Quando uma palavra quer ser escrita, ela se impõe até ser núcleo de um pensamento.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Meu livro merece ser lido por dois motivos principais:
1º- Todos os contos e crônicas passaram pela curadoria dos jurados do Prêmio OffFlip.
2º - “Voltas da memória” foi chancelado com o valioso prefácio da ilustre poeta, escritora, ensaísta, Mariana Ianelli, a quem agradeço calorosamente.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Cheguei através de publicações de livros de autores amigos, que indicaram a Scortecci Editora, cujo trabalho é realizado com muita competência e profissionalismo.
No ensejo, expresso meu agradecimento à equipe de profissionais que trabalhou para que meu livro acontecesse.

Obrigada pela sua participação.


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29 abril, 2026

Zuleika dos Reis - Autora de: AZUL & PEDRA

Zuleika dos Reis
Paulistana, professora aposentada, estreia na literatura com Poemas de azul e pedra (1984).
Em 1989, publica Espelhos em fuga pela Editora Objetiva; em 2008, Flores do outono pela Editora Arte Paubrasil; pela Editora Scortecci Sonetos no outono de 2018, nesse mesmo ano; em 2022, Nos campos minados alguma canção; em 2023, Cela de Estar e Todos os bichos são iguais; em 2024, Hidra Inofensiva para Heroísmo Nenhum e Tempos Modernos. Ainda em 2024, Haicais entre quatro paredes pela Telucazu Edições. Sua poesia é apresentada por Nelly Novaes Coelho no Dicionário Crítico de Escritoras Brasileiras (2002), pelo selo Escrituras.

Azul & Pedra
PEQUENA PALAVRA
Em 1984 publiquei meu primeiro livro o “Poemas de Azul e Pedra” a dizer da condição humana, suas perplexidades, suas perguntas de difíceis senão impossíveis respostas, a solidão e algumas luzes de ser e do ser (...).
Passados 42 anos resolvi fazer outra publicação dos poemas daquele livrinho, agora com o nome “Azul & Pedra”, antes de tudo porque minha escrita está em crise profunda e pensei que, ao fazer ‘rasto atrás” até os começos, algo novo possa vir a brotar, alguma planta, ainda, da minha lavra. A outra razão, mais prosaica: o nome “Poemas de Azul & Pedra” não consta sequer no Google, logo é como se o livro nunca tivesse existido, e ele existiu. Preciso reafirmar sua existência.

ENTREVISTA

Olá Zuleika.   É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Como todos os livros de poemas, as questões de sempre: amor, sexo, vida, morte, as perplexidades diante do real, o real e seus simulacros... e por aí vai.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Corria o ano de 1983. Eu estava nos inícios da trajetória como professora de Português na Rede Municipal de Ensino de São Paulo.
Sempre escrevi poesia, desde os mais tenros anos. Seja como for, nunca havia pensado em publicação. Naquele longínquo 1983 tive contato com uma pequenina editora, anônima, dessas “fundo de quintal”, que propôs a publicação de meus poemas. A edição custava pouco, mas, eu estava “a nenhum”. Comentei essa proposta com meus colegas professores, apenas por comentar. Qual não foi minha grata surpresa (gesto que guardo no coração desde sempre): Sem que eu tivesse a mínima suspeita foi feita uma “vaquinha” e, algum tempo depois, me presentearam com o valor total da edição.
Perguntei a Carlos Felipe Moisés, que havia sido meu professor na USP (e se tornou amigo de vida inteira) se ele me daria a honra de escrever um prefácio. Generosamente, ele o fez, e assim o “Poemas de Azul & Pedra” nasceu, em 1984. Esse nome sequer consta mais no Google, embora o livro exista. O “Azul & Pedra” é a reafirmação da existência daquele primeiro. Um livro de poemas para público adulto.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
O presente livro “Azul & Pedra” é “remake” do meu primeiro livro “Poemas de Azul & Pedra”, publicado em 1984. Até agora foram 10 livros. Não tenho exatamente projetos no mundo das letras. Com 10 livros publicados poderia até dizer que tenho uma carreira literária. Não creio seja esse o caso.

O que te inspira escrever?
Escrevi meu primeiro poema aos 9 anos, também porque desde quando se completou minha alfabetização, sendo criança bastante introspectiva, comecei a ler “compulsivamente”. A leitura, por si só, já é grande estímulo para a escrita. No mais, tudo pode ser estímulo: sentimentos de dor, de prazer, a observação da natureza, das cenas do cotidiano, a consciência dos conflitos, das guerras, as necessidades de natureza espiritual (...).

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Encantar leitores? Difícil responder. Como todo autor, julgo que meu livro merece ser lido. Após 42 anos com 10 livros publicados, novamente os poemas iniciais. Para quem tenha lido os outros livros, ao menos alguns deles, uma volta às matrizes da minha escrita, o que pode ter algum significado.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Por um autor da Scortecci, Jorge Lescano.

Obrigada pela sua participação.
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Veridiane Lucas - Autora de: AMOR E PROZAC

Veridiane Lucas

É uma pessoa simples, amiga, verdadeira. Mora no interior do Paraná precisamente em Irati.
Nascida em uma cidade pequena do interior sempre gostou de escrever sua maior paixão gosta de desenhar nas horas livres formada em técnico de enfermagem porém não exerce a função.
Desde muito cedo descobriu o gosto pelo mundo dos livros e pela leitura, Amor e Prozac é sua primeira obra oficialmente lançada.

Amor e Prozac

É poesia pura, misturando a instabilidade de um transtorno e o sentimento mais nobre que existe: o amor. Esse sentimento, por assim dizer, puro e inconstante, muitas vezes correspondido, outras ignorado, nos faz perder a cabeça. Não é mesmo? Na obra encontramos a vida, o cotidiano de uma pessoa com transtorno bipolar, mas que também ama, também sente, também é humana. Na forma mais orbital que uma pessoa pode ser. Mostra uma pessoa em tratamento, mas que também erra, também bebe, também fuma, sem reservas. Pois eis que, sendo humana, tem o direito de poder errar também. Ama as pessoas erradas com o maior fervor, se entregando de cabeça sem pensar nas consequências. Podemos ver ainda, em certos pontos do livro, relatos de terceiros. Não se trata de pessoas reais, e sim de fatos que geralmente acontecem na sociedade com aqueles que travam batalhas contra algum transtorno que sofrem. Neste livro é possível ver, quase que milimetricamente, as venturas e desventuras do amor. Amor conturbado, que ora fere, ora traz paz pro coração. Além do subconsciente de uma pessoa com transtorno bipolar, mostrado de uma maneira única, sutil, leve. E como esse sentimento vai se moldando à medida que se viram as páginas.

ENTREVISTA

Olá Veridiana.

Do que trata o seu Livro?
O livro amor e Prozac trata de dois temas principais: o amor, que é uma linguagem universal e seus percalços. O transtorno bipolar e a saga de alguém que se apaixona nessas condições.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia surgiu de repente, foi numa tarde qualquer com a cabeça cheia de pensamentos criativos. O público do livro são pessoas intensas que amam, sofrem, que não tem medo de se mostrar ao mundo como são.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Bom eu, Veridiane sou uma pessoa simples, amiga, verdadeira. Moro no interior do Paraná precisamente em Irati. Sou técnica de enfermagem não atuante. E quanto ao projeto no mundo das letras: primeiro de muitos, inclusive a passos lentos, já estou trabalhando em um romance.

O que te inspira escrever?
Acho que minha fé no mundo e nas pessoas boas que ainda existem nele! enquanto as pessoas ainda segurarem livros nas mãos ainda existirá magia nele.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Com toda certeza do mundo, meu livro merece um lugarzinho no coração do leitor.
Porque ele foi feito com muito amor e há uma certa leveza e beleza em cada página.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Eu sempre fui uma leitora assídua, li vários livros e alguns eram da editora Scortecci. Fiquei fascinada com o cuidado da capa até a última página. Então eu pensei, um dia eu chego lá. E quando eu estava pronta pra me lançar, eu procurei a Scortecci!

Obrigada pela sua participação.
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