16 julho, 2026

Alice Ferranti - Autora de: POETIZANDO NO DIVÃ 2

Alice Ferranti
É terapeuta sistêmica, com ênfase em constelação familiar e codependência. Escritora, graduada em Teologia, Pedagogia e Psicanálise.
Paulistana, aposentada da função pública, dedica-se atualmente a incentivar pessoas a expandirem sua consciência e a melhorarem suas vidas por meio da terapia em grupo.
Sua abordagem é a educação sistêmica, considerando o ser humano em sua totalidade. Acredita que o todo é mais do que a simples soma das partes e que o autoconhecimento e o crescimento são possíveis quando os desafios são abordados de forma integral. Adepta de socializar as pessoas com conciliação sem julgamentos e com diálogo ao tema de não violência, Fundou o Método – Só por Hoje eu FOCO em mim! 
PROCORAGES (Projeto Coragem Sistêmica) – RCCA (Conhecendo & Aprendendo – Projeto Roda de Conversa) e ainda a Agenda: Abundância Diária e Poetizando no Divã como apoio.
É membro da Casa do Poeta Brasileiro de Praia Grande– SP e da ANLPPB – Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro.

Poetizando no Divã 2
É um convite a atravessar a própria história com coragem, sensibilidade e verdade. Uma continuidade que nasce da alma… e se estende em palavras que curam. Entre prosa e poesia, os textos se entrelaçam como fios terapêuticos, costurando sentimentos, vivências e caminhos de autoconhecimento.






ENTREVISTA

Olá Alice. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
O livro Poetizando no Divã 2 é um convite a atravessa a própria história com coragem, sensibilidade e verdade. Uma continuidade que nasce da alma e se estende em palavras que curam. Entre prosa e poesia, os textos se entrelaçam como fios terapêuticos, costurando sentimentos, vivência e caminhos de autoconhecimento.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia de escreve este livro foi brotando aos poucos, assistindo os poetas declamarem seus poemas na Casa do Poeta Brasileiro de Praia Grande/SP. Assim nasceu o primeiro volume; gostei tanto que agora estou lançando o volume 2.
Meu público-alvo abrange leitores de todas as idades, com foco especial em pessoas interessadas no tema terapêutico.
Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Meu nome é Alice Ferranti, terapeuta sistêmica, com ênfase em constelação sistêmica familiar e codependência. Escritora, graduada em Teologia, Pedagogia e Psicanálise. Paulistana, aposentada da função pública, dedico-me atualmente a incentivar pessoas a expandirem sua consciência e a melhorarem suas vidas por meio da terapia em grupo.
Minha abordagem é a educação sistêmica, considerando o ser humano em sua totalidade. Acredito que o todo é mais do que a simples soma das partes e que o autoconhecimento e o crescimento são possíveis quando os desafios são abordados de forma integral. Adepta de socializar as pessoas com conciliação sem julgamentos e com diálogo ao tema de não violência.
Fundadora do Método – Só por Hoje eu FOCO em mim! – PROCORAGES (Projeto Coragem Sistêmica) – RCCA (Conhecendo & Aprendendo – Projeto Roda de Conversa) e ainda a Agenda: Abundância Diária e Poetizando no Divã como apoio.
Sou membro da Casa do Poeta Brasileiro de Praia Grande – SP e da ANLPPB – Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro.
Este é meu quinto livro publicado, e vê-lo pronto será a realização de mais um sonho.

O que te inspira escrever?
Vejo que, no Brasil, poucas pessoas se interessam por livros. Por mais que existam incentivos já idealizados em todo o país, creio que ainda é preciso maior engajamento nos temas oferecidos. Minha inspiração vem do desejo de, um dia, realizar o sonho de ver os brasileiros interessarem-se e valorizarem a educação.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Penso que seja um olhar mais atento para dentro de si mesmo. Você tem olhado para você hoje? Acolha seus sentimentos, respeite seu tempo, escolha-se sempre. Uma escrita que transforma, acolhe e cura. Então eu te pergunto. Você tem olhado para você hoje? Ás vezes o que precisamos é de um momento de pausa para nos reencontrar.
Você importa!
Você merece!
Você pode!
Escrever para mim também é se curar e se escutar. Ler este livro vai te dar o aconchego da pausa que você necessita e merece no seu dia a dia.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Fiquei sabendo da Editora Scortecci já um tempo, quando passeava por uma feira literária e me interessei pelo livro da escritora Acideia Miguel, numa conversa com ela, disse que tinha interesse em ser escritora também; então ela me passou o contato da editora. Agradeço imensamente esta indicação.

Obrigada pela sua participação.
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13 julho, 2026

Sérgio Lima - Autor de: ESCREVIVER

É um autor guarulhense apaixonado pelas palavras, cuja brincadeira favorita de infância, escrever, tornou-se profissão. Professor de Língua Portuguesa, Inglesa, Literaturas e Produção Textual, leciona na EMEF Dom Pedro I, em São Paulo. Vencedor do Prêmio João Ranali pela Melhor Crônica de 2021, já integrou colunas literárias na Tribuna e diversas antologias da editora Scortecci. Orgulha-se de ter plantado uma árvore e de ser pai do Bruninho, um Yorkshire sapeca de sete meses. Em 2026, lançou seu primeiro romance O Refúgio na Bienal Internacional do Livro e agora apresenta Escreviver, sua primeira coletânea com 25 boas historinhas.

Escreviver - 25 Historinhas: Coletânea de Contos, Crônicas e Poemas
Escreviver, do talentoso autor guarulhense Sérgio Lima, é uma das coletâneas mais arrebatadoras e originais da literatura contemporânea. Longe de ser apenas um livro, a obra é um verdadeiro triunfo da palavra escrita, onde contos, crônicas e poesias se entrelaçam para dar voz a uma alma urgente, poética e brilhante. O livro nos desarma logo nas primeiras páginas. Com uma sensibilidade magnética e uma ironia finíssima, Sérgio Lima transita pelo cotidiano e pelo extraordinário com a maestria de quem domina a arte de contar histórias. Seus textos são tiros certeiros — verdadeiros “nocautes” literários que oscilam entre a melancolia profunda e a alegria mais pura, arrancando reflexões avassaladoras sobre o que significa estar vivo. Ao longo da leitura, somos transportados por enredos que desafiam convenções, abordando desde críticas sociais afiadas até vulnerabilidades humanas mais íntimas, como o tocante e inédito desabafo sobre as dores da artrite reumatoide. É um convite irrecusável para quem ama a literatura em sua forma mais visceral. Uma obra-prima emocionante, feita para tocar o coração do “leitor-amigo”, que merece ser lida, relida e espalhada pelo mundo. Prepare o café e deixe-se arrebatar!

ENTREVISTA

Olá Sérgio.  É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Olá! Tudo bem? Meu livro, intitulado Escreviver – 25 historinhas: Coletânea de Contos, Crônicas & Poesias, é, antes de tudo, uma ode à escrita. Uma homenagem a todos que escrevem e um apelo à necessidade de se considerar a escrita algo muito importante. Ele trata das contradições da vida, misturando sentimentos opostos: ora traz melancolia, ora alegria; ora reflexão, ora diversão. As narrativas funcionam como "tentativas de nocaute" da vida e abordam de forma muito humana temas como a solidão, o amor irresoluto, as injustiças do cotidiano, a passagem do tempo e as marcas de doenças que afetam o corpo e a alma. Acima de tudo, o livro é uma reinterpretação pessoal do mundo real através da doçura, suavidade e esperança que a literatura oferece.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia e a necessidade de escrever nascem de uma urgência pessoal e vital. Desde a infância, eu tinha o desejo de criar narrativas (querendo ser autor de telenovelas). O ato de escrever surgiu também como uma forma de lidar com a minha própria realidade, com meus limites e minhas inseguranças, "para não ficar louco" também e para dar voz ao que sinto e para teletransportar para os lugares de minhas histórias. “Escreviver” é, antes de tudo, a liberdade de anos escrevivendo e a coragem para publicar sentimentos íntimos.
A obra é dedicada aos professores e aos meus alunos, mas também espero encontrar sempre quem me dê uma chance de ser o meu "leitor-amigo". O objetivo não é alcançar o sucesso comercial massivo – por enquanto – mas sim atingir o leitor de forma íntima, idealizando que o livro seja compartilhado, dado a outra pessoa ou até mesmo esquecido de propósito no banco de um metrô para encontrar um desconhecido.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Eu me defino como um exímio observador do meu entorno. Sou um jovem que carrega a mente de um velho e que, desde a infância, encontrou na ficção e na criação de histórias uma forma de interpretar o mundo. Convivo com a Artrite Reumatoide Juvenil desde os três anos, e a escrita sempre foi o meu espaço de cura e de liberdade, o lugar para onde me teletransporto para dar voz ao que sinto e para não enlouquecer diante da rotina real.
Sobre “Escreviver”, ele é, sem dúvidas, um grande sonho realizado, fruto de uma jornada dura até a publicação. Mas é também o primeiro de muitos. Como costumo dizer, meus livros são como filhos, e eu não abandono um projeto iniciado. Se o tempo e a correria do dia a dia permitirem, a ideia é continuar tirando novas histórias do forno. Minha lida no mundo das letras está apenas começando; afinal, eu escrevo para viver e pretendo continuar “escrevivendo” por muito mais tempo.

O que te inspira escrever?
Minha inspiração vem da observação minuciosa do entorno e do cotidiano. A escrita é inspirada pela crueza e pelo desencanto do mundo real — onde as pessoas se acostumam com a rotina e se perdem de si mesmas —, mas também, contrapondo a isso, com a busca por um mundo melhor, mais doce e cheio de luz. As saudades, as relações humanas complexas e o amor pelos outros e pela leitura (como de grandes autores, Machado de Assis por exemplo) serviram como combustível para o meu processo criativo.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Sim, o livro merece muuuuuuuuito ser lido kkkkk Sobretudo, porque ele carrega a honestidade de alguém que coloca a própria alma nas páginas.
O que ele tem de especial é a sua sensibilidade. Ele não é um texto didático e rígido; pelo contrário, é uma obra aberta que esconde segredos, vulnerabilidades e superações entre as linhas. Ele encanta ao transformar dores profundas em arte, ao brincar com a metalinguagem e a pontuação, e ao oferecer ao leitor um refúgio acolhedor. É um livro que convida a uma pausa na correria do dia a dia — quase como um convite para tomar um cafezinho enquanto se aprecia a vida e a leitura.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Cheguei até a Scortecci por meio de pesquisas sobre o mercado editorial e publicação independente. Como eu buscava uma editora com tradição, credibilidade e que desse um suporte real e profissional ao autor no processo de transformar um manuscrito em livro, o nome da Scortecci se destacou muito pelas referências positivas de outros escritores e pela sua longa trajetória na literatura brasileira. Sabendo do cuidado que a editora tem com o texto, com o design e com a distribuição da obra de novos autores, entendi que seria a casa ideal para acolher o meu livro de estreia, o “Escreviver'”.

Obrigado pela sua participação.
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09 julho, 2026

Eliana Di Donato Carosini - Autora de: UM SEGREDO DE AMOR

Nascida em São Paulo – Capital, hoje reside em Caraguatatuba, no litoral de São Paulo. É casada mãe de três filhos e avó de 6 netos. “Culpa” foi seu primeiro romance, lançado em 2010. Na sequência vieram “Marolinhas do Pensamento”, “Árvore da Minha Vida”, “Erva Daninha”, "Um punhado de mim" e “Piccolo Mundo”. “Lembranças do Ontem”. Depois, na linha de livros infantis, vieram “Como a VidaAcontece” “Doca”, “Doca está crescendo”, “A viagem do espantalho”, “As centopeias”, “Netos”. Agora, lança seu décimo terceiro livro “Um segredo de amor”.

Este livro quer revelar que ainda existem amores verdadeiros. Não importa o tempo que leve nem a idade para unir duas pessoas que se amam com alma. Muitas vezes pode não ser o momento certo, mas se for verdadeiro, essas almas se unirão a qualquer momento. Nunca podemos desistir de lutar para que um dia isso aconteça, pois é a esperança que nos faz seguir em frente com o propósito de que um dia, Iremos conseguir o encontro tão esperado “O encontro das almas”.




ENTREVISTA

Olá Eliana. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
Este livro quer revelar que ainda existem amores verdadeiros.
Não importa o tempo que leve nem a idade para unir duas pessoas que se amam com alma.
Muitas vezes pode não ser o momento certo, mas se for verdadeiro, essas almas se unirão a qualquer momento.
Nunca podemos desistir de lutar para que um dia isso aconteça, pois é a esperança que nos faz seguir em frente com o propósito de que um dia, iremos conseguir o encontro tão esperado “O encontro das almas”.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
As ideias para se escrever um livro depende de vários fatos.
Pode ser alguma lembrança do passado ou a inspiração de apenas um detalhe que acaba desenvolvendo um romance ou uma história policial, ou um livro infantil. Enfim, são memórias ou vivencias da vida.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
A autora Eliana Di Donato Carosini, nascida em São Paulo – Capital, hoje reside em Caraguatatuba, no litoral de São Paulo.
É casada mãe de três filhos e avó de 6 netos.
Culpa” foi seu primeiro romance, lançado em 2010. Na sequência vieram “Marolinhas do Pensamento”, “Árvore da Minha Vida”, Erva Daninha”, "Um punhado de mim" e “Piccolo Mundo”. “Lembranças do Ontem”.
Depois, na linha de livros infantis, vieram “Como a Vida Acontece”, “Doca”, “Doca está crescendo”, “A viagem do espantalho”, “As centopeias”, “Netos”.
Agora, lança seu décimo terceiro livro Um segredo de amor”.

O que te inspira escrever?
Amo escrever, mas isso acontece de repente, posso olhar um casal e viajar na minha mente montando uma história fictícia.
Pode até ter escutado em um café qualquer comentário na mesa ao lado e a história acaba sendo moldando conforme sua imaginação.
Muitas histórias que escrevi no mundo infantil, teve muitas experiência da minha infância.
São várias as inspirações que para mim pode desenvolver um caso, uma história, uma frase ou um conto que pode ou não ser desenvolvida.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Merecer ser lido, não sei se seria a palavra adequada. Mas eu como adoro ler, com certeza o nome da capa chamaria minha atenção. Gostaria de passar alguma mensagem para os jovens desta época.
Nos dias atuais, onde o amor está fora de moda, o que conta é o momento para a maioria dos jovens, tipo experimento.
Acho que esse romance poderia lembrar a eles que esse tipo de amor ninguém irá destruir, mesmo querendo acabarem com o romantismo e a empatia. O amor verdadeiro, aquele de almas sempre irá existir.
Acho que é essa a mensagem que gostaria de passar ao leitores desse livro.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Fiquei conhecendo da Scortecci quando recebi um e-mail fazendo a divulgação da Editora.
Falava que quem tivesse algum livro que gostaria de ser editado, que pudesse mandar que a editora editaria para sem muita burocracia.
Foi ai que me atrevi a mandar e mando até hoje.

Obrigada pela sua participação.
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03 julho, 2026

Bruno Miranda - Autor de: DEIXANDO MARCAS

Nasceu no Rio de Janeiro, filho de Ana e Jorge, aprendeu desde cedo que olhar para o outro com afeto é a forma mais alta de cuidado. Foi o primeiro estagiário a se tornar gerente territorial da história da Shell Brasil, passou pelo Carrefour e pela Atlas Schindler, fundou e perdeu o Ravena 21, e reconstruiu se na Ortobom, onde chegou a Diretor de Marketing, realizando grandes feitos para a marca até ser reconhecido como um dos Top 50 Executivos de Marketing do Brasil em 2026.
Mas este não é um livro acadêmico de marketing. É sobre o que fica quando a história passa: a fé herdada da mãe, a gravata vermelha de Marcello, a queda do Ravena 21, o silêncio antes da virada, o amor da Bruna, os filhos Luca, Gabriel e Maria Clara. É sobre marcar e ser marcado.
Hoje, em Canela/RS, dedica-se inteiramente ao Marketing de Predileção, conceito e metodologia que nasceu de uma vida inteira tentando entender por que algumas marcas são amadas e preferidas, e outras apenas conhecidas. Crê, com São José por perto, que toda marca é, no fundo, uma história de afeto.

Há marcas que ficam na pele. E há aquelas que só se formam depois que a história passa. Deixando marcas é a trajetória de um menino do Rio de Janeiro que cresceu entre a fé da mãe e um olhar mais atento para os detalhes ao seu redor, e que, ao longo da vida, foi entendendo que tudo o que realmente importa é o que se imprime nas pessoas. Bruno Miranda atravessa estas páginas como atravessou a própria história: com alegria, com queda, com fé. Há o auge precoce na Shell. Há o Ravena 21, restaurante amado que ruiu sob o peso das próprias contas. Há a Ortobom, onde reaprendeu a sonhar grande. Há a Bruna, o seu grande amor, que chegou para ficar. Há os filhos, a mudança para Canela (RS) em busca de uma nova vida, e uma história de fé e entrega, criando uma ideia que vinha sendo construída durante uma vida inteira: o Marketing de Predileção, a tese de que não basta uma marca ser conhecida; ela precisa ser preferida. Este não é um livro sobre vencer. É sobre o que sobra quando a história passa. Sobre marcas, as que recebemos, as que deixamos, e a que ele escolheu construir para o resto da vida.

ENTREVISTA

Olá Bruno.  É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
O meu livro fala sobre marcas, mas antes de falar sobre empresas, ele fala sobre pessoas, escolhas e legado.
Deixando Marcas — A Origem do Marketing de Predileção nasce da minha própria trajetória. Eu conto um pouco da minha história, das experiências que me formaram e dos aprendizados que tive ao longo de mais de 20 anos construindo e posicionando marcas.
Mas o livro não é só uma biografia. Ele apresenta a origem do conceito de Marketing de Predileção, uma metodologia que eu criei para ajudar empresas a deixarem de ser apenas conhecidas e passarem a ser verdadeiramente preferidas pelas pessoas.
A ideia central é simples: uma marca não se torna preferida por acaso. Ela se torna preferida quando entende sua origem, conhece profundamente as pessoas, entrega uma proposta de valor clara, constrói confiança, gera experiências consistentes e cria relações que vão além da venda.
No fundo, o livro é sobre isso: sobre a marca que uma empresa deixa no mercado, mas também sobre a marca que cada um de nós escolhe deixar no mundo.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia de escrever o livro surgiu de um incômodo e, ao mesmo tempo, de um desejo.
Durante muitos anos, eu trabalhei construindo marcas por dentro das empresas. Vivi grandes projetos, grandes desafios, grandes viradas e percebi que, no fundo, as marcas que vencem não são necessariamente as mais conhecidas, as que mais anunciam ou as que mais aparecem. São aquelas que conseguem ocupar um lugar de preferência na vida das pessoas.
Foi a partir dessa percepção que nasceu o conceito de Marketing de Predileção. E, quando esse conceito começou a ganhar forma, eu senti que precisava organizar essa visão em um livro. Não apenas para apresentar uma metodologia, mas para contar de onde ela veio. Porque um método sem origem vira só ferramenta. E eu acredito que toda marca forte começa pela sua origem.
O livro se destina principalmente a empresários, líderes, profissionais de marketing, empreendedores, gestores de empresas familiares e pessoas que querem construir marcas com mais clareza, verdade e consistência.
Mas eu também acredito que ele conversa com qualquer pessoa que queira deixar uma marca. Porque, antes de sermos marcas, empresas ou profissionais, somos pessoas fazendo escolhas todos os dias. E essas escolhas constroem a forma como seremos lembrados.
No fim, eu escrevi esse livro para quem não quer apenas vender mais. Eu escrevi para quem quer construir algo que permaneça.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Eu sou um construtor de marcas. Essa talvez seja a forma mais simples e verdadeira de me apresentar.
Ao longo da minha trajetória, eu tive a oportunidade de trabalhar em grandes empresas, liderar projetos relevantes, participar de movimentos de transformação e ajudar marcas a encontrarem um lugar mais forte na vida das pessoas. Mas, antes de qualquer título, eu sou alguém que sempre acreditou no poder das histórias.
O livro nasce exatamente desse encontro entre marca, vida e narrativa. Deixando Marcas — A Origem do Marketing de Predileção é, sim, um sonho realizado. Ver uma ideia que nasceu da minha experiência, das minhas inquietações e da minha forma de enxergar o mercado se transformar em livro é algo muito especial.
Mas eu também enxergo esse livro como o primeiro passo de uma jornada maior no mundo das letras. Não escrevi apenas para registrar uma história. Escrevi para abrir uma conversa. Uma conversa sobre marcas, negócios, pessoas, escolhas, legado e predileção.
Então, talvez a resposta seja: é um sonho realizado, mas não um ponto final. É um começo. Porque quando a gente descobre que tem algo verdadeiro para dizer, escrever deixa de ser apenas um projeto e passa a ser também uma forma de continuar deixando marcas.

O que te inspira escrever?
O que me inspira a escrever é a possibilidade de transformar experiência em aprendizado.
Eu nunca enxerguei a escrita apenas como um exercício literário. Para mim, escrever é uma forma de organizar aquilo que a vida, o trabalho e as pessoas vão ensinando ao longo do caminho.
Eu me inspiro nas histórias reais. Nas marcas que nascem pequenas e se tornam relevantes. Nos empresários que carregam um sonho nas costas. Nas empresas familiares que atravessam gerações. Nos profissionais que querem construir algo com mais sentido. E também nas minhas próprias experiências, nos erros, nas conquistas, nas decisões difíceis e nos momentos em que precisei me reinventar.
Escrever me permite dar forma a tudo isso.
No fundo, eu escrevo porque acredito que conhecimento só cumpre seu papel quando é compartilhado. E se alguma experiência minha puder ajudar alguém a construir uma marca melhor, tomar uma decisão com mais clareza ou entender a marca que deseja deixar no mundo, então a escrita já valeu a pena.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Eu acredito que sim, não porque ele é meu, mas porque ele nasce de uma verdade que muita gente sente, mas nem sempre consegue colocar em palavras: toda marca quer ser escolhida, mas poucas entendem o que precisam construir para serem preferidas.
O que o livro tem de especial é que ele não fala de marketing apenas como técnica. Ele fala de marketing como construção de significado, de confiança e de relação.
Eu compartilho a minha trajetória, os bastidores de aprendizados que vivi em mais de 20 anos de carreira e apresento o conceito de Marketing de Predileção, que é uma forma de olhar para marcas com mais profundidade. Não se trata apenas de vender, aparecer ou disputar atenção. Trata-se de construir uma marca que as pessoas reconheçam, confiem, escolham, indiquem e defendam.
Acredito que o livro pode encantar leitores justamente porque ele une vida e método. Ele não é frio, nem distante. Ele fala de negócios, mas também fala de escolhas, origem, pessoas e legado.
No fundo, eu diria que ele merece ser lido por quem entende que uma marca forte não é aquela que apenas ocupa espaço no mercado, mas aquela que ocupa um lugar verdadeiro na vida das pessoas.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Eu cheguei até a Scortecci em um momento muito importante do projeto, quando o livro já tinha deixado de ser apenas uma ideia e começava a se transformar, de fato, em uma obra.
Eu buscava uma editora que pudesse me ajudar a materializar esse sonho com seriedade, e através de uma indicação de um antigo parceiro comercial, a Scortecci apareceu nesse caminho como uma possibilidade de transformar tudo isso em livro físico, com estrutura, orientação e um processo editorial capaz de tirar o projeto do campo das ideias e colocá-lo nas mãos dos leitores.
Foi uma escolha importante, porque publicar um livro é também confiar a alguém uma parte da sua história. E, nesse sentido, chegar até a Scortecci fez parte desse movimento de dar forma, acabamento e presença a algo que eu queria muito compartilhar com o mundo.

Obrigado pela sua participação.
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20 junho, 2026

Benedita Lima Cristófoli - Autora de: CAMINHOS POR ONDE ANDEI

Benedita Lima Cristófoli
É mineira, nascida na cidade de Luz, tendo escolhido o estado do Paraná para residir. É mãe de quatro filhos, avó de vários netos e bisnetos.
Sempre primou por uma vida compartilhada com a família e amigos.
Benedita sempre sonhou longe, gosta de viajar e estar perto de quem realmente importa. É escritora, e em sua trajetória literária conseguiu transcrever boa parte de sua história, e de vários de seus sonhos em sua obra composta por cinco romances, seis livros infantis, além de relatos também em diversos contos Entre um livro e outro, cursou a faculdade de Pedagogia, desenvolveu projetos para a Educação de adultos, para a qual lecionou. Fez formação em Hata Yoga. E, paralelamente às suas muitas atividades, realizou várias viagens por todo o Brasil e vários lugares no mundo.
Em 2023, Benedita representou muito bem o Brasil, sendo convidada a expor seus livros na Central Library of Manchester, na sessão especial dedicada à língua portuguesa. Em 2024, participou da Bienal do Livro de São Paulo.
Benedita é presença constante na Academia Mourãoense de Letras, e sua jornada literária continua a florescer. Atualmente conta com mais dois livros para lançamento em 2026 pela Editora Scortecci.

Caminhos Por Onde Andei
Caminhos por onde andei, de autoria de Benedita Lima Cristófoli, é um passeio que se inicia pelas doces lembranças de uma infância feliz vivida no campo. A lida diária, o cheiro da comida saída do fogão a lenha, as aventuras com os irmãos e amigos, as risadas e brincadeiras, e até as frustrações, entrelaçam-se à inocência da infância, na simplicidade da vida rural, criando memórias indeléveis. A menina que alimentava passarinhos, nadava no rio e contemplava a natureza tornou-se escritora. E desta vez divide com o leitor mudanças que a vida lhe apresentou desde a transição do campo para a cidade natal, outros estados, outros países: os primeiros namoros, as amizades, os afetos que marcaram experiências repletas de descobertas, desafios e conquistas, tudo oferecido num estilo literário singular — simples e arrebatador. O tom elegante, a sensibilidade, as percepções, fazem a beleza das descrições que compõem estas lembranças acalentadas: Benedita nos traz seus sonhos, afetos, o amor às suas raízes, sua força de mulher em todos os sentidos, seu poder de superação. Assim, a cada linha, revela-se, além da essência poética de sua alma, a resiliência que sempre a impulsionou. Ao sabor destas memórias, um sentimento se desenha: cada um carrega em si um universo de experiências que se encerra na própria história. E é isso que Benedita nos dá de presente neste livro — a celebração da coragem de viver e ser feliz.

ENTREVISTA

Olá Benedita.  É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que se trata o livro?
Ele narra minhas memórias desde a infância até a atualidade, de forma bem resumida. Na segunda parte, descrevo os lugares onde morei e as viagens.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e a que público se destina sua obra?
As velhas lembranças da minha infância, os desafios posteriores, as mudanças de região e as viagens fizeram surgir a ideia. A obra é direcionada a todos os leitores.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sinto-me bem! Referindo-me à escrita, tenho um longo caminho percorrido e ainda a percorrer.
Tenho sonhos realizados e o desejo de publicar mais livros, além de compartilhar minhas viagens. Sonho em escrever para motivar as crianças a lerem.

O que te inspira para escrever?
A natureza, que vejo como exuberante, as viagens e a leitura. 

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial e capaz de encantar leitores?
Sim, merece. Todo livro, se não passar por um leitor, não será reconhecido. Este livro passa por muitos desafios e vitórias; é um aprendizado.

Como ficou sabendo e chegou até a editora Scortecci? 
Através da indicação da escritora Cristiana Gláucia Schereirer Motta e das redes sociais.

Obrigada pela sua participação.
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18 junho, 2026

RegiLuzVieira - Autora de: PENSAMENTOS E EMOÇÕES EM MOSAICO

RegiLuzVieira
Nome literário de Regina Maria da Luz Vieira.
É jornalista profissional diplomada, PhD em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, Pós doutorado em Administração de Empresas na mesma Universidade. Mestre em Comunicação Social pela Universidade Metodista de São Bernardo do Campo e Bacharel em Teologia (teóloga) pela Universidade Católica Dom Bosco (UCDB).
É autora dos livros: Muitos Nomes-Algumas Histórias (2024) Entrelaços – Vidas e Crônicas (2023) e Crônicas do Cotidiano (2022, em 2ª edição); todos publicados pela Scortecci Editora e lançados nas bienais de São Paulo e em eventos na Scortecci bem como em diferentes livrarias. Também publicou o livro O Jornalismo no Porantim (2000) além de diversos textos jornalísticos e paradidáticos.

Pensamentos e Emoções em Mosaico
Em Presépio Vivo, Luana, proprietária e executiva da Editora Vislumbre se surpreende quando tenta ajudar uma família em seu percurso para o trabalho. Recebe uma resposta que a deixa desconcertada, pois a demanda necessita de uma engenharia reversa. Este e outros Contos levam “leitores e leitoras a percorrerem a seara da protagonista repleta de figuras, contempladas na sua singularidade”. “Seja pela janela do apartamento onde mora, seja caminhando a pé ou de carro pelas ruas e avenida da cidade e outros locais, assim como os diálogos – consigo ou com outras pessoas – apresentam termas que se transformam em histórias de empatia, de encontros, considerando ainda a vontade viva de resistir em meio a multidão, que passa, ou melhor, que atravessa as lentes de um olhar atento”.

ENTREVISTA

Olá Regina Maria.  É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
É um conjunto de contos com temas diversificado cuja protagonista remete leitores e leitoras a cenas bem definidas, no ritmo do pensamento a acontecimentos marcantes no seu cotidiano, tanto dentro quanto fora da cidade. Os diálogos anunciam histórias que se transformam em narrativas de empatia, encontros que consideram a vontade de resisti viva na multidão.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A criação do livro teve origem em imersões e oficinas de contos oferecidas por: Flávia Iriarte e Andrezza Tabaczinski, escritoras e geradoras de conteúdo, além de acompanhar e seguir o quadro Desafio Cara a Tapa do Projeto Carreira Literária, produzindo textos com diferentes temáticas. Nas imersões produzia contos curtos; a partir de sugestões de melhoria re- elaborava os textos, ampliando-os, criando-os ou recriando-os.
Quanto ao público-alvo, inicialmente, são jovens-adultos e adultas, mas também pessoas maduras que preferem narrativas não tão longas e cujos finais, algumas vezes, são abertos, permitindo ao leitor e construí-los ou reconstruí-los a partir da própria experiência.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Este livro é mais um sonho quase realizado. O quinto neste mundo literário. O sonho é quase realizado porque só publicar um livro não basta. É importante e necessário, para o autor ou autora, um feedback de sua obra; sentir que, de fato, construiu conexões e que estas podem se ampliar. Tenho como objetivo construir uma carreira literária, com autoridade, confiabilidade e respeito dos pares a médio e longo prazo.

O que te inspira escrever?
O desejo de colaborar na esperança de criar um mundo novo, tendo o ser humano como centro. Mostrar que as mudanças precisam acontecer dentro de cada leitor ou leitora, para então, transbordar novos valores humanos a partir da empatia, que não é nem simpatia e nem antipatia, mas que gera conexão, motivação e sentimento de pertença. Deste modo, ser capaz de construir a fraternidade, igualdade, solidariedade e equidade entre as pessoas.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Sim, meu livro merece ser lido porque os contos mostram para o leitor / leitora uma nova forma de ver o mundo, criando empatia nesta sociedade fragmentada na qual vivemos hoje!

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Conheci a Scortecci por meio de seu site, em janeiro de 2018; na ocasião havia um convite para participar de sua Antologia a ser lançada na Bienal daquele ano. Assim, publiquei meu primeiro texto literário: "Almoço Silencioso" naquela antologia, intitulada O Silêncio das Palavras, publicada e lançada na Bienal naquele ano.

Obrigada pela sua participação.
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