13 janeiro, 2026

Elisabeth Camargo Martello - Autora de: A DEUSA DESCALÇA e A VIDA NÃO SE PASSA A LIMPO

Nascida em São Paulo e formada em Letras, quase toda  sua vida passou em sala de aula, vindo a cursar pós graduação em Literatura Brasileira. Ao longo dos anos sempre procurou publicar poesias, contos e romances, além de peças teatrais apresentadas pelo grupo Saliba nas escolas. Ultimamente, vem participando de concursos literários. Concorre com A vida não se passa a limpo ao prêmio Oceanos e também ao prêmio São Paulo de Literatura
Começou com textos do livro "Histórias para Recreio" do Professor Nélson Rosamiglia da USP.
Depois veio "Devaneios", "Contos de Verde Essência" (Edicon), "No Rastro de uma canção" (Scortecci), Participação na coletânea Débora Novaes de Castro), participação no livro de 2011 da REBRA, o romance "A vida não se passa a limpo' (Scortecci), "A deusa descalça" (Scortecci).
 As peças teatrais "Sweet hart" (em inglês) e "As napoleônicas"

Há um confronto na selva em que um homem vindo da capital paulista, é assassinado. Policiais da Delegacia Especial de Manaus começam a investigação do caso. Chama a atenção da mídia a suspeita de que a vítima seja filho de uma icabiaba, ou seja, uma lendária amazona das terras tupiniquins. Um dos policiais se apaixona pela amazona, mesmo sabedor de que é um amor perigoso e quase impossível. A narrativa se passa nos tempos atuais e acompanhamos toda a trajetória da vítima, que fugiu ainda pequeno para escapar do extermínio, tradição na visão icabiaba.


Em uma cidade do interior, duas jovens irmãs são estupradas, vindo a menor a óbito. A sobrevivente passa a seguir sua rotina, absorvendo o afeto dos familiares e determinada a fazer justiça, embora os malfeitores sejam influentes, ricos e ligados à política. Na sua trajetória, cruza com personagens marcantes, vindo a apaixonar-se por um médico de temperamento difícil e cheio de culpa por um passado nebuloso. 




 
ENTREVISTA

Olá Elisabeth. É um prazer contar com sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
A Deusa Descalça - Da uma trama vivida por personagens que estão submetidos à realidade da lenda das amazonas em pleno século vinte e um.
A Vida Não se Passa a Limpo - Trata da história de duas irmãs que sofrem violência sexual, uma falece em decorrência das agressões e a mais velha segue com ajuda dos familiares.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A Deusa Descalça - É um tema apaixonante a ideia de tribos unicamente femininas e guerreiras.
O trabalho é direcionado a adolescentes e adultos.
A Vida Não se Passa a Limpo - Achei necessário por constatar que essa violência está em todas as camadas sociais e culturais. É um tema adulto, porém, tratado com muito cuidado, podendo atingir desde o adolescente até o leitor machadiano.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Meu objetivo é seguir produzindo. Minha meta é a de lançar um trabalho por ano. Arte de produzir sonhos e imprimi-los.
Passei minha vida lecionando, cuidando da família e escrevendo. A família formou outras famílias, pude diminuir consideravelmente as minhas aulas e a escrita, essa força descomunal chegou imperativamente, então, eu a abracei.

O que te inspira escrever?
A necessidade de expressar a vida vista por prismas diversos, o roteiro da alma nem sempre ameno, mas determinante e forte.
A observação da vida, da natureza, do ser humano, do bem e do mal, mas principalmente do papel lúdico do amor. E falo nas entrelinhas de esperança.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
A Deusa Descalça - O livro aborda conflitos e paixões que são traduzidos em emoção.
A Vida Não se Passa a Limpo - A tarefa de emocionar, buscar conjecturas racionais, sempre citando grandes autores, brasileiros ou não para aprofundar nossa percepção.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Em 1.990 conheci a Editora Edicon, que estava prestes a fechar e iniciar outro tipo de atividade. Lá conheci Uracy Faustino que me indicou a Scortecci, elogiando o compromisso da Editora com o trabalho bem feito, bem produzido, com uma equipe maravilhosa de colaboradores. Então publiquei pela Scortecci
Foi o início de uma parceria muito feliz.

Obrigada pela sua participação.
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Danielle Moura Ramos - Autora de: AS VOZES DO SILÊNCIO

É uma escritora brasileira, nascida em Taboão da Serra, mas residente em São Paulo. É formada em Licenciatura em Letras Português pelo Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas – FMU. Atualmente é professora de Língua Portuguesa da Rede Pública Estadual de São Paulo. A paixão por ler e escrever sempre estiveram presentes em sua vida por entender que escrever é um sinal de manifestação de sentimentos que, muitas vezes, são difíceis de externalizar falando, então escrever foi a solução.

É uma obra que reúne poesias de verso livre com o intuito de transmitir ao leitor os diversos sentimentos e momentos vivenciados por Danielle Moura Ramos. Não se trata apenas de versos fictícios ou inventados, mas sim de momentos que aconteceram de verdade, seja na infância ou adolescência, e permaneceram ocultos até a publicação desta obra. O título remete a situações em que se fez necessário o silêncio ou em que a autora não se sentiu confortável para falar com ninguém. Cada um dos momentos foi inspiração para que este livro se tornasse real e pudesse se transformar em objeto de cura interior, pois os sentimentos, quando silenciados, tendem a ser os piores inimigos. Então, este livro é como um remédio da alma!

ENTREVISTA

Olá Danielle. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
É um livro de poesias de verso livre que falam sobre momentos marcantes da minha vida como a fé na igreja católica, ambiente familiar, decepções amorosas, paixões, desigualdade social e entre outros.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Eu sempre gostei muito de escrever e língua portuguesa sempre foi minha matéria favorita na escola. Quando eu tinha 14 anos participei de um concurso literário na escola chamado Prêmio Miguilim Literário e fiquei entre os 10 melhores. Depois na faculdade lidei bastante com a poesia de Sérgio Vaz e Conceição Evaristo, grandes nomes da literatura contemporânea periférica e isso me inspirou a publicar meus textos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Acho que os dois: o primeiro de muitos e sim, um sonho realizado. Sempre fui muito tímida, então lançar esse livro de poemas é uma forma de vitória pois estou superando os limites da minha timidez. Pretendo escrever outros sim, e a ideia para o próximo é criar crônicas em base nesses poemas, como se fosse uma continuação, mas em forma de contos, ou seja, pequenas histórias curtas e reflexivas.

O que te inspira escrever?
Muitas vezes, principalmente na minha infância e adolescência, eu não tinha com quem conversar para pedir conselhos sobre determinados assuntos. Também no âmbito familiar muitas vezes quando eu tentava me posicionar e expressar uma opinião, constantemente eu era incompreendida. Então comecei a apreciar o silêncio e a escrever o que eu pensava, assim era uma forma de "colocar pra fora o que eu estava sentindo". Então em resumo, o que me inspira a escrever são as minhas vivências, fazer do cotidiano uma poesia; seja em momentos alegres ou não.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Sim, sem dúvidas ele merece ser lido, pois cada palavra escrita nele mostra um pouco da minha essência. Palavras simples, mas cheias de significados e sentimentos. Muita gente acha que ler poema é chato pois estão acostumados a ler os clássicos - que são importantíssimos - mas que, por falta de identificação, o leitor não se sente atraído. O que eu escrevi é bem simples, mas bem profundo. Encontrar na simplicidade das palavras um grandioso motivo de expressar seus sentimentos.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Eu a conheci na Bienal do Livro em 2024, mas não cheguei a pegar o contato pois eu não tinha certeza se eu realmente iria publicar o livro ou não. Quando eu decidi, falei com um conhecido que também publicou com a Scortecci e ele prontamente me indicou. Foi então que procurei a editora e me decidi. Não me arrependo, foi uma ótima escolha.

Obrigada pela sua participação.
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13 novembro, 2025

Rafael Moia Filho - Autor de: A SÍNDROME DE MACONDO

 Graduado em Gestão Pública;
 • Casado, três filhos, 67 anos;
 • Especialista em Recursos Humanos, tendo exercido a função de Gerente de RH da Fundação Cesp;
 • Aposentado na Cesp – 38 anos de serviço (1974 – 2011);
 • Atuou como comentarista e analista político na Rádio Auriverde;
 • Atuou como apresentador na TVC – Programa Bauru  Fala!
 • Membro da Academia Bauruense de Letras - Cadeira 33 Patrono Mário Lago
 • Escritor – Dez obras concluídas, sendo nove já publicadas.
 • 2025: “A Síndrome de Macondo” – Inédito. A ser lançado em novembro deste ano.
 • 2024: “Uma Sociedade doente”
 • 2024: “Esses loucos, lúdicos e desinformados patriotas”
 • 2023: “Brasil, o sonho de uma eterna utopia”.
 • 2022: “A democracia dos ausentes – Um exercício de
 cidadania”;
 • 2020: Diário de uma democracia – 600 dias que  marcaram o país;
 • 2019: “Reflexões sobre o Brasil”
• 2018: “De Sarney a Temer – Nossa incipiente  democracia”;
 • 2013: “O Humor no Trabalho” – Histórias engraçadas;
 • 2012: “O Tempo na Varanda” – Coletânea de Poemas;
 • Ex Presidente da ONG Batra - Bauru Transparente;
 • Colaborador do Jornal de Brasília, Blog Uberlândia
 Agora; Jornal A Tribuna de Santos.
 • Possui o Blog Falando Um Monte, que tem hoje mais de  1.960.000 (Um milhão, novecentos e sessenta mil)  acessos em 17 anos de existência. Com 2.480 postagens.
 • 1.920 artigos publicados em jornais, revistas e Blogs.

O livro A Síndrome de Macondo é o décimo livro de Rafael Moia Filho, que busca na história e nos fatos que aconteceram ao longo das últimas décadas mostrar a importância das ferrovias na economia e na vida de muitas cidades, em especial Bauru (SP), e do nosso país. O título faz alusão a Macondo, na Colômbia, cidade fictícia onde se passa quase toda a história da família Buendía, narrada no livro Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez. Longe de ser pacífica, a vila é um efervescente lugar de conflitos sociais. Na narrativa de Cem Anos de Solidão, a aldeia cresce a partir de um pequeno assentamento com quase nenhum contato com o mundo exterior. Desde há muitos anos, a cidade de Bauru, fincada na região centro-oeste do estado e nascida de um entroncamento ferroviário, sofre com a privatização e o desmonte do sistema ferroviário nacional, além da falta de interesse de seus políticos. Antes uma cidade com economia pujante, assistiu ao seu desenvolvimento andar para trás e deixar a cada novo ano sua pujança esmaecer, assim como morreram seus trilhos que cortavam cidades, campos e levavam progresso. Desse tempo de glória e desenvolvimento, quase nada restou, exceto trilhos enferrujados junto com vagões abandonados no meio do matagal. O livro também traz relatos de outras cidades e do descaso dos nossos governantes ao longo dos tempos, não somente para com o sistema ferroviário nacional, além de efetuar uma comparação com os sistemas ferroviários de grandes potências ao redor do mundo e ressaltar a importância do sistema para o transporte de cargas, grãos e também de passageiros para a logística nacional.

ENTREVISTA

Olá Rafael. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
O livro “A Síndrome de Macondo” é o décimo livro do autor e busca na história e nos fatos reais que aconteceram ao longo das últimas décadas mostrar a importância das ferrovias na vida de muitas cidades e do nosso país.
O título faz alusão a Macondo na Colômbia, uma cidade fictícia onde se passa quase toda a história da família Buendía, narrada no livro Cem anos de solidão, de Gabriel García Márquez. Longe de ser pacífica, a vila é um efervescente lugar de conflitos sociais. Na narrativa de Cem Anos de Solidão, a aldeia cresce a partir de um pequeno assentamento com quase nenhum contato com o mundo exterior.
Desde há muitos anos a cidade de Bauru no Estado de São Paulo, fincada na região Centro Oeste, nascida de um entroncamento ferroviário sofre com a privatização e o desmonte do sistema ferroviário nacional, além da baixa qualidade de seus políticos. Passou de uma cidade pujante, viu o seu desenvolvimento andar para trás e deixar a cada novo ano sua pujança esmaecer, assim como morreram seus trilhos que cortavam cidades, campos e levavam progresso. Desse tempo de glória e desenvolvimento, quase nada restou, exceto trilhos enferrujados junto com vagões abandonados no meio do matagal.
 
Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
As analogia feita por alguns moradores da cidade relacionando Bauru como a Macondo brasileira me levou a pesquisar, ler o livro Cem anos de solidão de Garcia Marques e depois pegar o viés da ferrovia, comum as duas cidades para mostrar a importância das ferrovias no desenvolvimento das cidades e dos países, bem como, o declínio com o processo de privatização e desmonte que ocorreu em Bauru e diversas cidades do país. Algumas pessoas na cidade de forma humorada diziam em algumas ocasiões que "Bauru era a Macondo brasileira". Fui pesquisar, cheguei ao livro Cem anos de solidão. Li o livro e algum tempo depois peguei o viés das ferrovias e sua importância para o desenvolvimento em contra partida com o sucateamento das ferrovias e suas consequências desastrosas para as cidades. Surgia a ideia do livro.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Esse é o meu décimo livro, em parceria com a Scortecci. Ao me aposentar já escrevia muitos artigos para diversos jornais, começar a transformar as ideias e as leituras em livro foi um passo. Então lancei o primeiro livro em 2012 e nestes 13 anos outros nove livros foram escritos. Os livros me levaram a ser membro da Academia Bauruense de Letras, ápice para qualquer escritor, motivo de muito orgulho.

O que te inspira escrever?
As questões sociais, políticas e da nossa história recente. Como sou um leitor assíduo de jornais, portais e revistas, em especial na internet, acabo buscando inspiração para os trabalhos que escrevo. Meu Blog Falando Um Monte tem quase dois milhões de acesso e mais de 2.500 artigos postados. Isso me ajuda muito.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
O livro fala sobre um tema pouco explorado que a importância das ferrovias no sistema de transportes do país. Explora também os efeitos danosos que a privatização predatória trouxe para as cidades que possuíam entroncamento ferroviário, como Bauru, por exemplo, afetando seu desenvolvimento. Lógico, que no caso de Bauru, descrevo outros fatores políticos e empresariais que colaboram para a estagnação do parque industrial e o desenvolvimento econômica da cidade de 400 mil habitantes no Centro Oeste Paulista.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Quando comecei a escrever e pensar em publicar meu primeiro livro, pude conhecer o trabalho da Editora Scortecci. Desde então, venho publicando meus livros através desta editora onde tenho amigos, pessoas profissionais interessadas em fazer o melhor pelo autor.

Obrigado pela sua participação.
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Cida Almeida - Autora de: Eu e minhas histórias - Vol 2

Maria Aparecida Almeida Dias de Souza
É bacharel em Direito, titular da Cadeira nº 36 da Academia Sorocabana de Letras, é escritora, genealogista, memorialista e tem diversas obras nessas áreas. Em seus livros infantojuvenis é conhecida como Cida Almeida







Alguém já disse que escrever é muito fácil. Você começa com uma letra maiúscula e termina com um ponto-final. Mas sabe escrever aquele que, entre essa letra maiúscula e o ponto-final, coloca vivência, sentimentos relevantes e interessantes. A leitura do Eu e minhas histórias revela um talento na arte de escrever. À medida que se avança no texto, o cotidiano de uma lutadora desfila aos nossos olhos. É história de uma pessoa que (com licença do poeta) não “passou pela vida em brancas nuvens” nem permaneceu blindada “em plácido repouso”. Antes, foi à luta e venceu em todos os campos de atuação. Expressa muito bem a sua filosofia de vida, o seu espírito de luta e alcança o seu lugar ao sol na arte de escrever. Parabéns, confreira Maria Aparecida Almeida Dias de Souza.

ENTREVISTA

Olá Maria Aparecida. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
O livro “Eu e minhas histórias” – volume 2 é um conjunto de crônicas, relacionadas a fatos vividos, ao longo de minha vida

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Há tempos, escrevi uma crônica no Facebook, pelos comentários e curtidas, senti que os amigos gostaram e dei continuidade. Vez ou outra postava uma nova crônica. Alguns amigos começaram a me incentivar a publicar um livro. Ele foi lido e apreciado por jovens de 16 anos até amigos da Academia de Letras com 90. E como me diz um deles, que lendo, foi do riso às lágrimas.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Eu sou formada na área jurídica, lá nos anos 70. Me aposentei como auditora fiscal. Sou membro da Academia Sorocabana de Letras. Na virada do século, para combater a ociosidade, resolvi investir numa pesquisa genealógica. Foram 20 anos e publiquei meu primeiro livro “Uma Pires do Amaral e um Borges de Almeida, sua história e sua gente.” Daí veio o Eu e minhas histórias, volume um, depois o dois. Arrisquei um infanto juvenil “Um passeio pela Mata Atlântica” e agora deve sair um infantil “A vovó e o grilinho”. Estou trabalhando num livro sobre a história da Santa Casa de Sorocaba, pretendo lançar em 2026. Não quero parar por aí!

O que te inspira escrever?
Gosto. Gosto muito. Não vendo meus livros. Eu os distribuo para que todos tenham a oportunidade de ler, hábito que está se perdendo. Meu objetivo é incentivar a leitura.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Claro que sim. Meus livros tem conteúdos verídicos, tem linguagem simples, vocabulário fácil. Um livro cuja leitura é agradável.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Quando fui publicar o meu livro de genealogia em 2019, tive a recomendação de uma prima, amiga do João. Fui, acertei e gostei. Todos eles foram publicados pela Scortecci.

Obrigada pela sua participação.

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09 novembro, 2025

Jorge Luís dos Santos Barbosa - Autor de: CONSTRUÇÕES ANTIGAS DE BARRA DO PIRAÍ

Participação em 3 livros em sistema de cooperativa: Antologia poética de cidades brasileiras... (1986) e Antologia poética de cidades brasileiras... (1987) da Shogun editora e arte Ltda. Escritores brasileiros...............................(1988) da Crisalis editora.
Tenho 5 livros de poemas publicados pela Editora Scortecci de São Paulo, SP. Sonhos de um poeta em 2009, Racionalizando em 2011, Uni Versos em 2015, Linhas e Entrelinhas em 2017 e Cidades, construções e civilizações em 2022 
Sou Instrutor e professor de xadrez no Clube de Xadrez Avante de Barra do Pirai RJ. Tenho 2 livros de poemas sobre Xadrez, publicados pela editora Rei Arts Produções, do Vicente Lampião. Avenidas do Tabuleiro em 2019 e Caminhos do Tabuleiro em 2023. Livro de sonetos com o título Soneteando, pela Editora Reis Arts Produções, em 2024.
Participação em vários concursos de poesia via internet.
 • Concurso de Poesia (in) tolerância em Albergaria-a-velha, Portugal.
 • 1º concurso de Poesia da SAMA (Saneamento Básico do Município de Mauá
 • Concurso Cultural Brasil Casual –Aracaju - SE em 2012.
 • XXI Concurso Nacional de Poesia da Academia de Letras e Artes de Paranapuã - SP, em 2010.
 • Participação no Livro O sol, o mar e a chuva do XXXI Concurso Internacional Literário de 2010.
 • Participação no Livro Amanhã, outro dia do XXXIII Concurso Internacional Literário de 2011.
 Participação nos livros de antologias da Editora Scortecci de São Paulo, SP.
 • Nossa História, Nossos Autores, em 2012.
 • Mais do que palavras, em 2016.
 • 35 anos da SCORTECCI, em 2017.
 • Encontros Desencontros Hoje, em 2017.
 • Tempo Insólito, em 2018
 • Impressões Literárias, em 2018
 • Singularidade das Palavras, em 2019
 • Palavras do Cotidiano, em 2021.
Participação em Feiras Literárias: Participação no 4º, 5º e 6º Festival de Poesia em Andrade Costa, Vassouras, RJ, 2017, Resende RJ, FLIR, 2017, 2018, 2019 e 2024 e Valença RJ, FLIVA em 2018 e 2019. Participação no Sarau Itinerante em Vassouras, RJ Participação em 2021, nos Recitais Poéticos, on-line, da Editora Scortecci. Participação da 26ª Bienal Internacional do Livro, no ano 2022, em São Paulo. Participação na Feira Literária de Vassouras em 2022.  Participação na 5ª Bienal do Livro em Volta Redonda, RJ, em 2023

São muito importantes o conhecimento e a valorização das construções antigas da nossa cidade Barra do Piraí. São também importantes as informações da nossa história e o motivo dessas construções para o progresso e a modernização de Barra do Piraí. Muitos trabalhadores e trabalhadoras ajudaram na história das construções de estações ferroviárias, escolas, hospitais, pontes, igrejas, cinemas, indústrias, hotéis e túneis, além de outras construções, e isso precisa ter nosso reconhecimento.



ENTREVISTA

Olá Jorge Luís.  É um prazer contar, novamente, com sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
História das Construções de Estações Ferroviárias, Escolas, Hospitais, Pontes, Igrejas, Cinemas, Indústrias, Hotéis e Túneis, além de outras construções, e isto tem que ter nosso reconhecimento. Sou Engenheiro.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Sou Engenheiro Civil e gosto de falar da cultura de Barra do Piraí, da Literatura e das Construções de Barra do Piraí em forma de poesia.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
3 livros eu fiz pela Editora Rei Arts Produções de Barra do Piraí. Este foi meu sexto livro de poesias pela Editora Scortecci. "Sonhos de um Poeta", "Racionalizando", "Uni Versos", "Linhas e Entrelinhas", "Cidades. construções e civilizações" e "Construções Antigas de Barra do Piraí".

O que te inspira escrever?
Escrevo poesias deste 1983, quando participava da Pastorial da Juventude e participava de festivais de música Cristã e Festivais de Música Mensagem. Fui ampliando horizontes e pesquisando e fazendo poesias de protesto, de ecologia, do universo, e também poesias de xadrez, tendo em vista que sou Professor de Xadrez Escolar, e poesias sobre Barra do Piraí e sobre o nosso Planeta.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Sim. Este foi o primeiro, espero fazer a continuação com mais poemas das construções Antigas de Barra do Piraí e também continuação das Construções Antigas do nosso Planeta.
São muito importantes o conhecimento e a valorização das Construções Antigas da Nossa Cidade Barra do Piraí. É importante as informações da Nossa História e o motivo destas construções para o progresso e a modernização de Barra do Piraí.
Muitos Trabalhadores e Trabalhadoras ajudaram na História das Construções de Estações Ferroviárias, Escolas, Hospitais, Pontes, Igrejas, Cinemas, Indústrias, Hotéis e Túneis, além de outras construções, e isto tem que ter nosso reconhecimento.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Em 2009, quando escrevi poemas do meu primeiro livro, "sonhos de um Poeta" liguei para várias editoras e não tive resposta, a única Editora que me respondeu foi a Editora Scortecci de São Paulo.

Obrigado pela sua participação.
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Gustavo Rossi - Autor de: DOMINGO

Gustavo Rossi
Nome literário de  João Gustavo Santos Marçal
Nasceu em Maringá, em 1986, e atualmente vive em São Paulo.






Um jovem morador de um bairro violento. Duas mulheres que trabalham como diaristas. Um casal que pretende se mudar de país. Uma paixão incandescente. Um desejo irreprimível. Um cachorro e um sorriso. Uma garotinha inventiva. A viagem a um país vizinho. Um homem e seu passado. A correspondência encaminhada a quem, mesmo longe, ainda se faz perto. Em dez contos que apresentam diferentes vozes, alterações de forma, variadas extensões e matizadas abordagens, somos conduzidos a olhar, a ouvir e a sentir a vida de pessoas tão diversas entre si quanto semelhantes naquilo que as irmana. Domingo é obra que trafega pela compreensão de um país cuja identidade atravessa o rompimento de arquétipos, em que a ideia de si mesmo começa e resulta no entendimento de suas multiplicidades.

ENTREVISTA

Olá Gustavo.  É um prazer contar com sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
O livro “Domingo” é o retrato de um país cuja diversidade nos desafia e nos define. A multiplicidade que compõe a matéria a partir da qual foi feito o Brasil resulta em uma quebra de arquétipos. Os dez contos que compõem a obra buscam retratar um país cuja identidade está alicerçada na soma indivisível de suas diversas faces – e que só alcança força genuína por meio da compreensão de tudo aquilo que carrega consigo.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia de escrever “Domingo” pode se valer de uma premissa tão básica quanto objetiva: porque a realidade brasileira é uma confusão espiritual. O Brasil é um país que ainda busca se olhar de verdade, mas, concomitantemente a essa procura por um espelho, foge de qualquer imagem que escancare as inúmeras perturbações que o afligem. “Domingo” é – vá lá – mais uma tentativa de mostrar o país tal como é, sem presunção, não edulcorado, sem exageros; um país vivo.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Domingo” é meu primeiro livro publicado. Espero que seja apenas o primeiro.

O que te inspira escrever?
Escrever é parte de quem sou. Não consigo me definir sem passar, necessariamente, pela leitura e pela escrita. Acredito que um escritor precisa escrever porque isso é o que existe: o poder da palavra. O poder da palavra – e, por consequência, a sua ausência – moldam quem sou.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
O livro “Domingo” deve ser lido por quem procura olhar o Brasil de frente, de forma desassombrada e sem escaramuças embaraçosas.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Conhecia o trabalho da Scortecci há algum tempo. Acho de grande valor uma editora que se disponibiliza a auxiliar na publicação de livros de escritores que procuram tornar pública a sua obra, e não mais deixá-la encerrada na gaveta.

Obrigado pela sua participação.
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